O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O principal catalisador do desempenho positivo hoje era a expectativa de uma potencial venda de ativos onshore para Fluxus, empresa do grupo J&F, dos irmãos Batista
Em um dia negativo para as ações ligadas ao petróleo, a Brava Energia (BRAV3) emerge no Ibovespa como uma das poucas exceções do setor de óleo e gás a ocupar o campo positivo nesta sexta-feira (31).
Por volta das 15h35, os papéis BRAV3 subiam 0,85%, negociados a R$ 22,45. Nas máximas do dia, os ativos chegaram a saltar 6,24%, para a marca de R$ 23,65.
O principal catalisador do desempenho positivo da companhia hoje era a expectativa de uma potencial venda de ativos onshore para a Fluxus, empresa brasileira de petróleo e gás que pertence ao grupo J&F, a holding dos irmãos Batista.
No entanto, a Fluxus anunciou nesta tarde a desistência da oferta pelos ativos. Em nota, a companhia esclareceu que foi convidada a participar do processo competitivo por determinados ativos terrestres da Brava e, posteriormente, para seguir para a segunda fase.
Neste segundo momento, após análises preliminares de informações necessárias para a formulação de uma proposta vinculante, a empresa decidiu não seguir no processo.
A Brava, que surgiu a partir da fusão entre 3R Petroleum e Enauta, informou no início deste mês que recebeu duas propostas de interessados na aquisição de ativos do portfólio onshore e de águas rasas da companhia.
Leia Também
Segundo a Reuters, a petroleira recebeu recentemente cinco propostas não vinculantes. O mercado avalia os ativos onshore da Brava em cerca de US$ 1,9 bilhão.
Apesar da frustração com a operação, um outro fator ainda sustenta as ações BRAV3 no campo positivo: o otimismo dos analistas do Citi com o futuro das ações da petroleira junior.
O banco manteve recomendação de compra para os papéis, com preço-alvo de R$ 36,00, o que implica uma valorização potencial de 61,7% em relação ao último fechamento.
A manutenção da visão positiva dos analistas deu-se após mudanças no topo da Brava. O conselho de administração da companhia nomeou um novo chefe de operações (COO) para os negócios offshore.
Como o atual COO, Carlos Mastrangelo, decidiu que encerrará seu mandato em abril deste ano, por motivos pessoais, o conselho aprovou a nomeação de Carlos Travassos para substituí-lo no cargo nos próximos meses.
“Vemos a saída de Mastrangelo como neutra para a tese de investimento e sem grandes surpresas, pois ele conseguiu iniciar o sistema definitivo para o Campo de Atlanta, marcando seu legado em Brava e Enauta. Mas vemos a nomeação de Travassos como positiva, pois ele tem ampla experiência na indústria de óleo e gás”, avaliaram os analistas.
Na visão de Rafael Passos, sócio-fundador da Ajax Asset, esse movimento é fundamental para desalavancagem da Brava e Travassos possui um “excelente histórico no setor”.
*Com informações do Money Times, Pipeline e da Reuters
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%