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Ontem, a Operação Carbono Oculto desmantelou um megaesquema de lavagem de dinheiro envolvendo centenas de fintechs, gestoras e empresas ligadas ao mercado financeiro
Poucas horas após a polícia bater na porta de alguns dos prédios mais icônicos da Faria Lima na maior operação da Receita Federal contra o crime organizado da história do país, figuras de peso do mercado financeiro agem para se distanciar das suspeitas. Entre elas, a Trustee DTVM, gestora ligada ao empresário Nelson Tanure, e o Banco Genial decidiram se afastar dos fundos sob investigação.
Ontem, a Operação Carbono Oculto desmantelou um megaesquema de lavagem de dinheiro e fraude fiscal envolvendo uma rede complexa de fintechs e gestoras.
É preciso destacar que as duas instituições não são as únicas na mira da Receita Federal.
De acordo com as autoridades, 350 alvos foram identificados, incluindo uma quantidade significativa de empresas e indivíduos do mercado financeiro.
Para se ter uma ideia, apenas na região da Faria Lima, são 42 investigados, com fintechs, corretoras e gestoras de investimento no epicentro do movimento.
Um dos nomes que surgem com destaque é a Reag Investimentos, a maior gestora independente do Brasil.
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A gestora de João Carlos Mansur conta com um vasto histórico de negócios e parcerias relacionadas a Tanure e ao Banco Master.
Procurada pelo Seu Dinheiro sobre os laços com ambas as partes, a instituição não havia retornado o contato até o momento de publicação desta matéria.
A Trustee — controlada por Maurício Quadrado, que era sócio do Banco Master até o ano passado, e frequentemente associada a Tanure — afirmou que a decisão de renunciar à gestão de todos os fundos investigados não foi uma reação ao impacto da operação.
Segundo a instituição, teria sido uma escolha proativa, tomada antes mesmo de o cerco ser fechado pela Receita Federal.
Em nota, a gestora disse que a renúncia foi motivada por uma “desconformidade de atualização cadastral identificada há alguns meses”, que foi detectada durante uma avaliação realizada pela área de compliance da empresa.
“A empresa tem processos rigorosos de diligência e constante averiguação das aplicações nos fundos e perfil de seus cotistas. Ressalta, ainda, que não possui qualquer relação pessoal com os investigados”, escreveu a gestora.
Por outro lado, o Banco Genial, que também viu seu nome vinculado à operação, declarou surpresa ao descobrir sua inclusão no radar da Receita Federal e disse que soube do assunto apenas pela sequência de notícias que inundaram a Faria Lima ontem.
Segundo o banco, até o momento, a instituição não havia sido oficialmente notificada sobre sua participação na investigação, nem de forma direta nem indireta.
O banco afirmou que o envolvimento aparentemente se refere ao “Radford Fundo de Investimento Financeiro Multimercado Crédito Privado – Responsabilidade Limitada”, um fundo exclusivo — isto é, que possui apenas um cotista ou um grupo de cotistas da mesma família.
De acordo com o Genial, esse fundo foi estruturado por outros prestadores de serviços e transferido para o banco em agosto de 2024. Na ocasião, o banco teria realizado as diligências necessárias, verificando o investidor exclusivo e os ativos do fundo, segundo a nota.
“Desde então, o fundo opera nos termos do seu regulamento. Diante da menção do fundo em mídias de conotação negativa e até que os fatos sejam esclarecidos, o Banco Genial tomou a decisão de renunciar nesta data à prestação de todos os serviços ao fundo”, escreveu o banco.
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