O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O presidente do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região validou os contratos de usinas termelétricas da Eletrobras compradas pela Âmbar em meados de 2024 por R$ 4,7 bilhões
Os irmãos Batista tiveram mais uma vitória nesta semana — desta vez, na disputa travada contra o empresário Carlos Suarez, dono da Companhia de Gás do Amazonas (Cigás) e conhecido como “rei do gás”.
O presidente do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região derrubou decisão judicial que havia favorecido o empresário Carlos Suarez e validou os contratos de usinas termelétricas compradas pela Âmbar, empresa de energia da J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista.
Em junho do ano passado, a Âmbar adquiriu 13 usinas da Eletrobras por R$ 4,7 bilhões.
As usinas estavam sem receber pela energia que era vendida à Amazonas Energia, pois a distribuidora é deficitária e não tem honrado seus compromissos financeiros. Ao realizar a compra, a Âmbar assumiu o ônus desse prejuízo.
A disputa ocorre em meio à polêmica envolvendo a venda da Amazonas Energia, distribuidora de energia elétrica do Estado, para os Batista.
A briga entre os irmãos Batista e o “rei do gás” está diretamente ligada à venda da Amazonas Energia para a Âmbar.
Leia Também
Isso porque a companhia de energia da J&F anunciou a proposta para assumir o controle da empresa do Amazonas logo 16 dias após o governo Lula editar medida provisória salvando o caixa da distribuidora amazonense.
O texto não só beneficiou a Âmbar na compra de usinas termelétricas que vendem energia para a empresa do Amazonas, como também flexibilizou obrigações, o que deixou a empresa amazonense mais "leve" para ser repassada a um novo investidor, que acabou sendo também a Âmbar.
A MP transferiu o pagamento da energia comprada pela Amazonas Energia, uma empresa quebrada e que estava inadimplente, para a Conta de Energia de Reserva, paga por todos os consumidores do Brasil.
A decisão levou especialistas a apontarem favorecimento para a empresa dos irmãos Batista. O governo nega.
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) não aprovou a transformação dos contratos. O processo terminou em empate entre os diretores da agência reguladora.
No entanto, a Justiça Federal da primeira instância no Amazonas determinou a aprovação da negociação, bem como a transferência da Amazonas Energia para os irmãos Batista.
Logo depois disso, a Cigás entrou na Justiça pedindo para ter o direito de dar a anuência na transformação dos contratos, podendo até inviabilizar o negócio dos irmãos Batista.
A empresa alegou que precisava ser ouvida por ser a distribuidora de gás no Estado e sofrer impactos nos contratos.
Vale destacar que a Cigás é comandada pelo Estado do Amazonas e pela Termogás, empresa de Suárez.
Em nota na época, a Âmbar Energia disse que “não cederá às seguidas pressões do empresário Carlos Suarez, que tenta criar dificuldades para obter vantagens após perder um processo competitivo privado e acirrado".
A primeira instância da Justiça Federal do Amazonas negou o pedido da Cigás. Já no início desta semana, um desembargador anunciou uma decisão liminar concedida durante o plantão judiciário, que havia dado ganho de causa para a companhia.
Agora, em nova decisão, o presidente do TRF derrubou a sentença do desembargador, revertendo a vitória de Suárez no processo.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?