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Além da famosa lã de aço, ela também é dona das marcas Mon Bijou, Limpol, Sapólio, Pinho Bril, Kalipto e outras
A Bombril (BOBR4) pode estar mais perto de conseguir se reerguer. A dona de marcas conhecidas de limpeza teve seu plano de recuperação judicial aprovado esta semana pela Justiça do estado de São Paulo.
Além da famosa lã de aço, ela também é dona das marcas Mon Bijou, Limpol, Sapólio, Pinho Bril, Kalipto e outras. São três fábricas: em São Paulo, Pernambuco e Minas Gerais.
Um dos pontos mais importantes para a empresa conseguir se recuperar é o pagamento de suas dívidas com a União. São mais de R$ 2,3 bilhões de dívidas tributárias.
As dívidas federais não entram nos planos de RJ e precisam ser renegociadas em paralelo. Além disso, é crucial que a empresa mantenha seus pagamentos fiscais em dia para não ter a RJ suspensa e evitar a retomada das execuções de dívidas.
A Bombril apresentou certidão negativa de débito, comprovando a regularidade fiscal. Segundo o juiz, a capacidade de se manter em dia com os impostos é um dos fatores indispensáveis para a continuidade da RJ e das atividades da empresa.
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"O instituto da recuperação judicial não pode servir como anistia às obrigações tributárias existentes até o momento do pedido, sob pena de se transformar em escudo para a prática de ilícitos. Conclui-se, portanto, pela necessidade da regularidade fiscal para a concessão da recuperação judicial", escreveu o juiz Ralpho Waldo De Barros Monteiro Filho na decisão.
A Receita Federal havia autuado a Bombril por suposta falta de recolhimento de tributos incidentes em operações de aquisição de títulos de dívida estrangeiros (T-Bills).
Esses títulos foram comprados entre 1998 e 2001 pela companhia e por veículo do grupo italiano Cragnotti & Partners, que era o controlador da Bombril naquela época.
A empresa pediu recuperação judicial em fevereiro deste ano e apresentou um plano em agosto.
No plano, foram analisadas as ressalvas de alguns credores em relação ao plano inicial: Bradesco, RDR Transportes, Santander Brasil, Daycoval S/A, Banco ABC Brasil S/A, Martins Comércio e Serviços de Distribuição S/A, Ticket Soluções e Itaú Unibanco.
O juiz acatou os pedidos para exigir a autorização judicial para vendas de ativos ou reorganizações societárias, mas não alterou as outras cláusulas.
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Mas essa não é a primeira vez que a Bombril se vê às voltas com um pedido de recuperação judicial. Em 2003, após não conseguir recuperar o retorno esperado com lançamentos de novos produtos, a empresa precisou se reorganizar financeiramente. A recuperação foi concluída apenas em 2006.
Já em 2013, os produtos da Bombril chegaram a sumir das prateleiras dos mercados devido à falta de dinheiro para produção e transporte. E no auge da crise, em 2015, a empresa chegou a acumular dívidas de R$ 900 milhões.
Em 2017, após passar por outra grande reestruturação, a Bombril conseguiu terminar o ano no azul. A empresa chegou a registrar resultados positivos nos anos seguintes, mas não o bastante para superar totalmente as dívidas acumuladas nos anos de crise.
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
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