O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A proposta funciona como um farol para para o sistema financeiro e pode exigir mais capital de bancos expostos a bitcoin, tokens e outros ativos digitais
Os bancos brasileiros estão de olho no mercado de criptomoedas — mas o Banco Central (BC) quer garantir que essa incursão digital aconteça com o cinto de segurança afivelado.
A autoridade monetária abriu uma consulta pública para discutir novas regras de capital e risco para as instituições financeiras que desejam operar com criptoativos, como bitcoin (BTC), stablecoins e tokens.
Em outras palavras, o BC quer definir quanto dinheiro cada banco precisará reservar para se proteger da volatilidade e dos riscos desse mercado — um colchão de segurança contra eventuais perdas com criptomoedas e outros ativos digitais.
O objetivo, segundo a autarquia, é “fortalecer a estabilidade financeira e aprimorar o ambiente regulatório para essa nova classe de ativos”.
A consulta pública ficará aberta até 30 de janeiro de 2026, e as contribuições podem ser enviadas pelo site do Banco Central.
Já as novas regras, se aprovadas, devem começar a valer integralmente em 1º de janeiro de 2027.
Leia Também
A proposta do Banco Central funciona quase como um farol, que identifica os perigos para o sistema financeiro: quanto mais arriscado o ativo, maior o capital exigido do banco.
É como se o BC dissesse: “vocês podem entrar no mercado digital, mas com prudência — e guardando o suficiente para cobrir qualquer tombo se optarem por ativos mais voláteis”.
Para isso, o Banco Central dividiu os criptoativos em dois grandes grupos, com subcategorias que determinam o tratamento regulatório e o peso do risco para o balanço dos bancos.
E o texto vai além das criptomoedas tradicionais. Ele inclui também tokens — representações digitais de ativos do mundo real, como imóveis, ações ou títulos públicos, registrados em blockchain — e outros ativos digitais.
Grupo 1: Os criptoativos “confiáveis”: são os ativos digitais que possuem lastro claro e baixo risco de perda, recebendo tratamento semelhante ao de ativos tradicionais.
Grupo 2 - Os criptoativos mais voláteis: aqui entram as criptomoedas e tokens que não cumprem os critérios rigorosos do grupo 1 por serem mais arriscados — ou seja, aqueles sem lastro e com maior volatilidade e que, portanto, exigem que o banco guarde muito mais capital.
Para evitar que os bancos se empolguem demais com as criptomoedas, o Banco Central incluiu uma espécie de freio de mão regulatório.
Se o investimento total do banco em ativos do grupo 2 — incluindo os subgrupos 2A e 2B — superar 1% do seu capital principal (Nível 1), todos esses ativos passarão automaticamente a ser tratados como do subgrupo 2B — o de maior risco e maior exigência de capital.
Na prática, a regra funciona como um limite de exposição e um alerta contra a euforia dos mercados cripto: os bancos podem explorar o universo dos ativos digitais, mas com parcimônia.
As regras também deixam claro que instituições menores e de risco simplificado (como as classificadas no Segmento S5) não poderão operar com criptoativos. O mesmo vale para instituições de pagamento tipo 2.
Caso a proposta seja aprovada sem grandes alterações, as regras prudenciais entram em vigor em 1º de janeiro de 2027.
No entanto, o BC prevê um período de transição: algumas obrigações, como as regras de gestão de risco e as restrições às instituições menores, devem começar já em 1º de julho de 2026.
A Tesla, de Elon Musk, encerrou a produção dos modelos S e X para focar em robôs humanoides.
Margens resilientes, ROE elevado e disciplina de custos sustentam o Itaú no topo. Mas ainda há espaço para upside nos múltiplos?
Em coletiva com jornalistas sobre o balanço do quarto trimestre, Milton Maluhy Filho afirma que o sistema terá de pagar a conta — e critica plataformas que empurraram risco ao investidor
Os acionistas poderão vender suas ações preferenciais pelo preço de R$ 11,45 por lote de 1.000 ações. Para participar, é necessário declarar interesse na OPA
O novo executivo da empresa deixa a Azzas 2154, onde atuava até então como presidente da unidade de calçados
Em comunicado, a companhia afirmou que a alteração do código também marca um novo estágio de maturidade da Riachuelo
Robson Amorim, Felipe Silva, Felipe Tiozo e Luan Cavallaro se conheceram quando ainda eram crianças e,, impulsionados pela necessidade de aprender inglês, criaram o BeConfident.
Para analistas, o 4T25 pode marcar novo capítulo da reestruturação e abrir espaço para o banco acelerar investimentos. Veja as previsões do mercado
Ao todo, foram negociados R$ 3,3 bilhões em dívidas com grandes instituições financeiras
Lançamento da Anthropic automatiza tarefas nas áreas jurídica, comercial, marketing e análise de dados, segmentos em que empresas como a Totvs concentram boa parte de seus ganhos
O resultado veio acima das expectativas de analistas de mercado; confira os indicadores
Advogados do ex-atleta alegam que ele não tinha conhecimento da emissão dos créditos.
Na visão dos analistas, a decisão aumenta o risco de um hiato nas entregas do programa Caminho da Escola
Nova unidade em Itajaí terá foco em sistemas de armazenamento de energia e deve gerar 90 empregos diretos até 2027
Já é a segunda mudança da empresa, que atua com cultivo de cana-de-açúcar, produção de etanol, açúcar e bioenergia, em poucos dias
Oferta anunciada em 2025 segue sem sair do papel após pedido de prazo da Aqwa, subsidiária da holding americana parceira da Fictor
Ação cai mesmo com lucro acima do consenso; entenda a visão dos analistas sobre o 4T25 do Santander
Durante teleconferência de balanço do Santander Brasil, o CEO Mario Leão comentou o caso do Banco Master e revelou o que esperar da estratégia do banco daqui para frente
BTG vê aumento de capital da Hypera como sinal de dificuldade para reduzir dívida de forma orgânica e alerta para diluição de até 10% aos acionistas
Considerando todas as classes de ações, João Carlos Mansur chegou a 4,55% do capital total do BRB