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Arranhões, quedas de conexão e bugs no Wi-Fi estão entre as principais queixas dos primeiros usuários
Não seria um lançamento de um novo iPhone se não houvesse drama. Os celulares mais caros da Apple — iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max, que os preços começam em R$ 11,5 mil — nem bem chegaram às lojas e já vêm colecionando reclamações nas redes sociais sobre falhas que vão desde pequenos incômodos a problemas mais sérios de hardware e software.
Embora os lançamentos tragam mudanças significativas no design, maior capacidade de bateria e câmeras que alcançam até 16x de zoom óptico, vale conhecer os 5 problemas que os usuários têm relatado.
O caso mais barulhento atende por “Scratchgate”. Nos 17 Pro e 17 Air, o titânio deu lugar a um chassi de alumínio aeroespacial forjado a quente. A promessa era desempenho, bateria e durabilidade; a entrega, segundo muitos usuários, incluiu arranhões e lascas logo após a compra — especialmente nas cores escuras.
A Apple atribuiu parte das queixas ao “material transfer” de suportes MagSafe desgastados (sujeira no vidro que sai na limpeza) e disse investigar o caso para reduzir o problema nas próximas produções.
A narrativa do “scratchgate” ganhou corpo em matéria da Bloomberg, no dia do lançamento, ao mostrar desgaste em unidades de demonstração do iPhone 17 Pro, com marcas concentradas ao redor do recorte MagSafe.
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A Apple respondeu: resíduos de suporte de loja, também vistos em iPhone 16 em exposição.
No fim de semana, o JerryRigEverything apontou outra fragilidade: as bordas elevadas ao redor da plataforma da câmera do 17 Pro seriam mais suscetíveis a arranhões porque a Apple não adicionou chanfro/raio no contorno.
A Apple rebate: são bordas de alumínio anodizado como em outros iPhones e MacBooks; passam por testes rigorosos, mas pequenas abrasões podem surgir com desgaste natural.
Relatos de ligações caindo e o telefone alternando sozinho entre 4G e 5G, mesmo parado, pipocam independentemente da operadora (AT&T, T-Mobile, Verizon ou MVNOs).
No Reddit e PhoneArena, a história se repete: internet instável até em trajetos curtos.
A Apple ainda não explicou a causa. Por enquanto, o 5G fica mais para 5 “Geez”.
O Wi-Fi decide sumir sem aviso — e puxa o CarPlay junto.
O problema parece mais evidente com o aparelho bloqueado e não está claro se nasce de bug de software ou do novo chip N1 (responsável pelo processamento wireless).
Quando o Wi-Fi cai, o iPhone migra para 4G/5G, mordendo a franquia de dados. E tem o cenário tenso: motorista desbloqueando o iPhone em movimento para reconectar.
Sem fio? Às vezes, sem fio nenhum.
Outro relato comum foi sobre o ruído estático/chiado ao tocar áudio no mudo enquanto o aparelho carrega — inclusive com cabos e carregadores oficiais.
Acontece com música, Instagram, Tik Tok, YouTube; o ruído é mais perceptível perto do alto-falante inferior.
Sem correção oficial por ora; a torcida é por update futuro do iOS. O silêncio, ironicamente, faz barulho.
Com LED intenso direto na lente, pode surgir um quadrado preto nas fotos (como relatou Henry Casey, da CNN).
Há ainda queixas de desgaste precoce nas bordas do módulo e manchas nas fotos em todas as versões do 17. A Apple diz que planeja correção em atualização futura, sem data.
São os iPhones mais avançados já feitos — e, mesmo assim, a perfeição não vem na caixa. Em aparelhos que custam tanto, detalhes viram dor de cabeça.
Do “Scratchgate” ao Wi-Fi instável, passando por câmera e ruídos, as reclamações se repetem em vários mercados.
Há suspeitas de origem em software: alguns usuários notaram melhora após atualizações ou betas do iOS 26. A Apple já disse que investiga arranhões e câmera e que deve entregar ajustes nas próximas produções e em updates.
Até lá, o lançamento do iPhone 17 segue aquele roteiro conhecido: muito hype, performance de sobra — e um checklist de ajustes a caminho.
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