O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em meio à preocupação do mercado sobre alta dos preços nas passagens aéreas, ministro de Portos e Aeroportos defende fusão da Azul (AZUL4) e da Gol (GOLL4)
A paralaxe é um fenômeno no qual a mudança da posição do observador altera a impressão sobre o deslocamento do objeto observado. Nos aviões, por exemplo, esse evento é percebido quando olhamos do solo para uma aeronave em pleno voo e temos a sensação de que ela está parada no ar. Nos últimos dias, a fusão entre a Gol (GOLL4) e a Azul (AZUL4) parece estar experimentando uma paralaxe.
A operação, que está sendo analisada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), vem provocando desconfiança devido ao temor de que a operação gere uma alta nos preços de passagens em um mercado já concentrado.
Porém, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, veio à público falar a favor da operação.
Ele afirmou na terça-feira (21) que o governo não acredita que haverá aumento no preço das passagens aéreas se for confirmada a fusão entre as companhias.
“Eu tenho muita confiança que não haverá aumento de passagem. Pelo contrário, a gente vai ter o fortalecimento da aviação regional, a gente vai ter economicidade em muitos voos”, afirmou o ministro em conversa com jornalistas em Foz do Iguaçu (PR).
Segundo o ministro, a fusão da Gol com a Azul vai gerar uma maior eficiência no serviço disponibilizado pelas companhias aéreas.
Leia Também
“Por exemplo, às vezes, você tem um voo para a mesma cidade, por exemplo, saindo aqui de Foz do Iguaçu para Curitiba, você tem um voo da Gol e tem um voo da Azul. Às vezes, esse voo, os dois aviões têm capacidade, por exemplo, de mais de 150 passageiros, mas só que um voo sai com 80 da Azul e o voo da Gol sai com 80. Então, em um único voo, a gente poderia levar a população e sobrar uma aeronave para outros destinos do Brasil”, disse o ministro à imprensa.
Além disso, o ministro afirmou que a fusão abre espaço para a redução dos preços, em vez de tornar as passagens aéreas mais ‘salgadas’.
“Quanto mais as companhias se estruturam, quanto mais ampliam voos, quanto mais se organizam estruturalmente, mais têm capacidade de baixar [preços de] voos, ou seja, é ampliar a ocupação e melhor qualificar a malha aérea da aviação do país", acrescentou.
Contudo, vale lembrar que, se vingar, a fusão colocará nas mãos de duas companhias o controle de 60% do setor aéreo nacional, o que pode influenciar os preços das passagens.
Ao mesmo tempo, tanto a Gol quanto a Azul estão lidando com altos níveis de endividamento. No início de janeiro, as empresas chegaram a renegociar um valor total de R$ 7,5 bilhões em dívidas previdenciárias e fiscais com a Advocacia-Geral da União (AGU).
Apesar disso, Silvio Costa Filho afirma que o fim das duas companhias traria um prejuízo maior ao país do que a operação. Além disso, ele afirmou que a prioridade do governo é fortalecer as companhias aéreas.
“Infelizmente, teria muito mais efeito perverso e danoso para o Brasil se essas empresas viessem a quebrar, já que representam de 63% a 64% do mercado. Então, a nossa prioridade, desde o primeiro momento, foi dialogar com as companhias aéreas”.
O ministro ainda afirmou que pretende intermediar as relações, com o intuito de fortalecer o setor de aviação no país.
“A expectativa agora é amanhã iniciar o diálogo, no primeiro momento, com o presidente da Gol. E, na próxima semana, devemos nos reunir com o presidente da Azul para discutir o que eles estão imaginando em relação a essa possível fusão, no intuito, sobretudo, de fortalecer a aviação”, afirmou o ministro.
*Com informações da Agência Brasil
Em reunião com analistas, CEO diz que transição foi planejada e que modelo atual veio para ficar; veja o que esperar do bancão agora
Liminar judicial dá 60 dias de fôlego à antiga Alliar, enquanto empresa tenta negociar dívidas e evitar um desfecho mais duro
A ação, no entanto, está em queda, com o arrefecimento da guerra no Oriente Médio, após o anúncio de Donald Trump, e a queda do petróleo tipo brent
Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia
A CSN pretende utilizar os recursos do empréstimo para refinanciar dívidas existentes no curto e médio prazo; venda da CSN Cimentos foi dada como garantia
Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente