O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os analistas do banco dizem o que esperar dos balanços do quarto trimestre de 2024 e dizem como será este ano para as principais empresas do segmento
O que esperar do setor de educação na temporada de balanços do quarto trimestre de 2024? Para o BTG Pactual: resultados decentes, que podem trazer algum alívio para os investidores, mas nada surpreendente.
Os analistas esperam expansão de dois dígitos do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado e crescimento sólido do lucro por ação para a maioria dos players educacionais da bolsa brasileira.
Do lado do fluxo de caixa, a expectativa é que as tendências sazonais permaneçam as mesmas, com menor recomposição de caixa no 4T, e menor consumo de caixa na comparação ano a ano, o que é visto positivamente pelo banco.
Mesmo enxergando algumas melhorias nas ações de educação, o BTG não está otimista com o segmento.
“A perspectiva ainda nebulosa de crescimento da receita, as potenciais revisões para cima na curva de juros, a maior regulamentação no nicho de ensino à distância e a deterioração nos negócios de escolas de medicina podem representar riscos de queda adicionais para alguns nomes”, escrevem.
Mas se mesmo assim o investidor quiser expor uma parte da carteira à educação, a preferência dos analistas é por Yduqs (YUDQ3) e Cruzeiro do Sul Educacional (CSED3).
Leia Também
Os balanços do 4T24 das empresas do setor educacional vão começar a sair na segunda semana de março. Veja a agenda aqui.
Para que os investidores não tenham sustos, o BTG já revelou o que se pode esperar das empresas, em linhas gerais.
Segundo o banco, o último trimestre deve mostrar uma leve expansão da base de alunos e tendências de receita moderadas, devido a dinâmicas de preços ainda fracas.
Olhando para os números consolidados do setor, os analistas estimam que as receitas líquidas devem crescer 7% ano a ano, para R$ 6,8 bilhões.
O Ebitda ajustado consolidado deve apresentar crescimento de dois dígitos (20% ano a ano), acelerando em comparação com os trimestres anteriores.
Todas as empresas devem apresentar expansão de margem desta vez.
Também há uma expectativa de aumento do lucro por ação, apoiada pela redução da alavancagem.
O lucro líquido ajustado consolidado deve chegar a R$ 693 milhões, revertendo um prejuízo líquido de R$ 203 milhões no 4º trimestre de 2023.
Apesar das boas perspectivas para o período de outubro a dezembro de 2024, o banco não está tão otimista assim com os próximos meses.
Para o BTG, este não será um ano fácil para as players educacionais.
Isso porque as empresas precisarão lidar com um “combo” nada agradável: deterioração do cenário macroeconômico no Brasil, perspectivas de aumento da taxa de juros, desafios na geração de empregos formais e inflação possivelmente mais elevada.
Olhando para os resultados 2025, os analistas esperam resultados mais fracos do que em 2024.
Já que, para os próximos meses, as tendências de geração de receita são pouco promissoras, há potenciais pressões sobre as margens, as despesas financeiras serão mais pesadas, e a arrecadação de caixa, potencialmente pior.
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor