Dividendos e JCP: Telefônica (VIVT3) vai distribuir R$ 330 milhões em proventos; confira os prazos
Telefônica vai distribuir proventos aos acionistas na forma de juros sobre capital próprio, com pagamento programado somente para próximo ano
A semana está só começando e já tem anúncio de proventos no radar dos acionistas. A Telefônica (VIVT3) anunciou nesta segunda-feira (14) a distribuição de R$ 330 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP).
O conselho de administração da empresa de telefonia aprovou o pagamento do valor bruto, mas que ainda vai demorar bastante para cair na conta dos acionistas — a previsão é até 30 de abril de 2026.
Vale lembrar que, sobre esse montante, incide 15% de imposto de renda retido na fonte. Após a mordida do leão, o valor líquido será de R$ 280,5 milhões. Com isso, a cifra líquida passa a R$ 0,08693505709 por ação ordinária.
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Terão direito a receber os proventos os acionistas com posição na Telefônica em 25 de julho. A partir de 26 de julho, as ações passarão a ser negociadas "ex-juros".
Assim, o investidor pode optar por comprar o papel agora, garantindo o direito ao JCP, ou esperar a data de corte para adquirir o ativo por um valor menor, mas sem direito ao provento.
Telefônica compra fatia da Fibrasil por R$ 850 milhões
Se a Telefônica Brasil iniciou a semana com boas notícias para os investidores, ela também encerrou a semana que passou com novidades para o mercado.
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A companhia divulgou na última sexta (11) um acordo para comprar os 50% da Fibrasil por R$ 850 milhões, reforçando a infraestrutura de redes de fibra óptica da dona da Vivo.
Com a operação, a Telefônica passará a controlar 75,01% da empresa de infraestrutura de fibra óptica, que pertencia ao fundo canadense La Caisse. A Telefónica Infra S.L. Unipersonal seguirá com os 24,99% restantes.
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A Fibrasil atua com rede neutra de fibra óptica, ou seja, fornece infraestrutura de banda larga para outras operadoras usarem, sem atuar diretamente com o consumidor final.
O valor será pago em parcela única no fechamento do negócio e, caso a conclusão ocorra após 90 dias da assinatura do contrato, haverá correção monetária com base na taxa CDI (Certificado de Depósito Interbancário), índice que reflete os juros médios do mercado entre os bancos.
A transação ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que regula o setor de telecomunicações.
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