O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O maior valor anunciado nesta quarta-feira (26) é do Banco do Brasil (BBAS3), que pagará de maneira antecipada R$ 852,5 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP)
Em meio à temporada de balanços, mais empresas anunciaram nesta quarta-feira (26) a distribuição de proventos, como o Banco do Brasil (BBAS3), Copasa (CSMG3) e Ultrapar (UGPA3).
O Banco do Brasil, por exemplo, pagará de maneira antecipada R$ 852,5 milhões aos acionistas em Juros sobre Capital Próprio (JCP) referentes ao primeiro trimestre de 2025. A decisão foi aprovada em 19 de fevereiro.
Os acionistas com ações na posição de 11 de março terão direito ao JCP no valor de R$ 0,15 por ação.
As ações serão negociadas como “ex” JCP a partir de 12 de março e o pagamento ocorrerá em 21 de março, informou o banco.
Então você pode optar por comprar os papéis agora e receber o dinheiro ou esperar a data de corte e adquiri-los por um valor menor, mas sem o crédito do JCP.
O crédito será feito em conta corrente, poupança-ouro ou por meio de caixa. Acionistas com cadastro desatualizado precisarão regularizar seus dados em uma agência do BB, apresentando os documentos necessários.
Leia Também
Para aqueles com ações custodiadas na B3, o pagamento será feito por meio dos agentes de custódia.
Haverá retenção de imposto de renda na fonte conforme a legislação vigente. Acionistas isentos devem comprovar essa condição até 13 de março em uma agência do banco.
VEJA MAIS: 35 empresas divulgam resultados do 4T24 esta semana, e BTG Pactual revela suas projeções para as principais
O conselho da Ultrapar (UGPA3) aprovou o pagamento de R$ 493,3 milhões em dividendos.
O valor corresponde a R$ 0,45 por ação, a ser pago a partir de 14 de março de 2025.
Terão direito aos proventos os acionistas que estiverem na base da companhia até o dia 6 de março no Brasil e 10 de março nos Estados Unidos.
Depois, as ações passarão a ser negociadas “ex-dividendos” a partir de 7 de março na B3, e de 10 de março na Bolsa de Valores de Nova York.
A Copasa (CSMG3), companhia de saneamento de Minas Gerais, anunciou o pagamento de proventos referentes ao primeiro trimestre de 2025 e a eleição de Fernando Passalio de Avelar como novo Diretor-Presidente.
O Conselho de Administração aprovou o repasse de juros sobre o capital próprio no valor total de R$ 113,3 milhões — equivalente a R$ 0,30 por ação.
O pagamento será feito no dia 25 de abril de 2025, com data de corte em 5 de março e data “ex-JCP” em 6 de março. O valor estará sujeito ao desconto de Imposto de Renda.
Além disso, a empresa distribuirá dividendos no montante de R$ 67,2 milhões, correspondendo a R$ 0,18 por ação.
A data de corte para esse pagamento também será em 5 de março, com data “ex-dividendos” em 6 de março e pagamento programado para 25 de abril de 2025.
O novo diretor-presidente da Copasa foi indicado pelo governo de Minas Gerais no último dia 20.
Avelar substitui Guilherme Augusto Duarte de Faria, que liderou a companhia até o momento e continuará atuando como membro do Conselho de Administração, segundo a empresa.
*Com informações do Money Times
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?