Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Micaela Santos

Micaela Santos

É repórter do Seu Dinheiro. Formada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), já passou pela Época Negócios e Canal Meio.

MAIORES ALTAS DO IBOVESPA

Cogna (COGN3) volta às aulas com indicação de compra pelo Santander; veja outras recomendações do banco em educação

Os analistas também revisaram as ações da Cruzeiro do Sul (CSED3) e as perspectivas para Ser Educacional (SEER3), Vitru (VTRU3) e Ânima (ANIM3) em 2025

Micaela Santos
Micaela Santos
10 de fevereiro de 2025
16:33 - atualizado às 8:26
Logo da Cogna
Cogna - Imagem: Divulgação/Flavio Fabene

Quando o assunto é o setor de educação, os riscos regulatórios ligados ao ensino a distância (EAD) e o cenário macroeconômico do País têm sido obstáculos para o desempenho das empresas nos últimos meses. No entanto, isso não significa que as gigantes do setor estejam totalmente reprovadas este ano — pelo menos algumas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em um relatório nesta segunda-feira (10), o Santander revisou suas projeções para as principais companhias de educação listadas. E teve empresa “aprovada” pelos analistas.

É o caso da Cogna (COGN3), cuja recomendação foi elevada para “outperform” — equivalente a compra —, com um preço-alvo de R$ 2 para 2025, o que representa um potencial de valorização de 31% em relação ao fechamento da ação na sexta-feira (7).

Mas quem leva a “estrelinha” como “aluna do mês” é a Yduqs (YDUQ3). A ação da continua sendo a favorita do Santander para o setor, com recomendação de compra.

Com as duas companhias mais que aprovadas pelo Santander, os papéis dispararam na bolsa, com COGN3 e YDUQ3 entre as maiores altas do Ibovespa. No fechamento, os papéis da Cogna subiram 5,92%, enquanto Yduqs saltou 3,62%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, nem todas as empresas começam nesta volta às aulas com tudo no azul. A Cruzeiro do Sul (CSED3) foi rebaixada de “compra” para “neutro” na avaliação dos analistas, enquanto a Ser Educacional (SEER3) permanece como “neutra”.

Leia Também

Por que o Santander recomenda a ação da Cogna (COGN3)?

De acordo com o Santander, a Cogna tem executado com sucesso a estratégia de focar em segmentos de ativos “leves” e na geração de caixa. Isso, segundo o banco, está levando a empresa a um crescimento mais sustentável, melhores margens e desalavancagem.

“Além disso, a empresa tem retornado dinheiro aos acionistas por meio do programa de recompra e, em nossa opinião, começará a distribuir dividendos”, afirma o banco.

Com isso, a perspectiva não poderia ser mais positiva para a companhia de educação. Para 2025, espera-se que a Cogna tenha fortes resultados em todas as divisões de negócio, mas é na educação pré-universitária, com Vasta e Saber, que a empresa deve brilhar. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o crescimento na receita da companhia pode chegar na casa dos dois dígitos. 

Segundo projeções do banco, a Cogna pode ter uma alta de 9% na comparação anual na receita do quarto trimestre de 2024, chegando a R$ 2 bilhões. Já o lucro líquido ajustado deve atingir R$ 246 milhões (contra um prejuízo líquido de R$ 374 milhões no 4T23).

Como não se pode tirar 10 sempre, a empresa também tem seus riscos, segundo o Santander. As mudanças na regulamentação do EAD no Brasil, por exemplo, podem mexer com a ação da Cogna, já que a empresa é a segunda maior desse segmento no país. 

Vale lembrar que o Ministério da Educação (MEC) suspendeu, no ano passado, a criação de novos cursos de EAD, e também diminuiu o currículo online em licenciaturas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Yduqs (YDUQ3): a queridinha do Santander em educação

Com um portfólio mais diversificado quando comparado às concorrentes, a Yduqs é a principal aposta do banco no setor para atravessar um cenário econômico difícil. 

Além disso, a empresa tem um momentum de lucros positivo, com retorno aos acionistas por meio da distribuição de dividendos e recompra de ações. Também há uma grande oportunidade para abertura de vagas em medicina e potencial para revisões de lucros. 

Espera-se que a receita da Yduqs cresça 6,5% em 2025, impulsionada pelos segmentos premium e de ensino presencial. Além disso, a Yduqs tem 23 instituições na próxima fase do programa Mais Médicos e também deve se beneficiar do ensino semi presencial.

Desde 2013, o Mais Médicos se tornou a principal via para a abertura de cursos de medicina no Brasil. O programa foi criado com o objetivo ampliar o acesso a médicos e faculdades de medicina em regiões do interior, onde há escassez desses profissionais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por conta disso, o programa representa um potencial significativo de crescimento para as empresas de educação, principalmente aquelas com um maior número de instituições aprovadas para a próxima fase. 

Quem também pode se beneficiar do programa do governo federal são Vitru (VTRU3) e Ânima (ANIM3), empresas cujas recomendações seguem de compra pelo Santander.

No caso da Ânima, as vantagens são a resiliência em um ambiente econômico difícil, e menor exposição ao segmento de ensino a distância (EAD). 

Para a Vitru, embora a empresa tenha uma forte exposição ao EAD, esse poderá ser um dos segmentos de crescimento mais rápido em 2025, de acordo com os analistas — sem contar que a Vitru também tem duas instituições aprovadas para a próxima fase do programa Mais Médicos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Temporada de balanços: fique por dentro dos resultados e análises mais importantes para o seu bolso com a cobertura exclusiva do Seu Dinheiro; acesse aqui gratuitamente

Cruzeiro do Sul (CSED3) rebaixada pelo Santander

Na lista de “reprovadas” pelo Santander, o rebaixamento da Cruzeiro do Sul para neutro se deve principalmente a uma combinação de uma avaliação considerada alta, riscos para as estimativas de consenso, desempenho operacional já precificado e prêmio em relação aos pares e, em menor medida, riscos regulatórios para o EAD, segundo os analistas.

Embora a empresa tenha um bom desempenho e potencial de crescimento, os riscos de CSED3 fizeram com que o Santander colocasse a ação na geladeira por enquanto. 

Na visão do Santander, a ação tem baixa liquidez e está sendo negociada com um valuation mais alto do que o de concorrentes, com um múltiplo ajustado de 5,8x Preço/Lucro estimado para 2025. De forma geral, a ação tem riscos para os dois lados.

Potenciais grandes transações de fusões e aquisições — incluindo uma fusão com outras empresas listadas — podem impulsionar as ações da Cruzeiro do Sul para cima. “No lado negativo, acreditamos que há risco de baixa para estimativas de consenso”, afirma o banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
JANELA ABERTA

Vale (VALE3) blindada? Citi vê ação protegida, aumenta preço-alvo dos ADRs e reforça aposta em dividendos

6 de abril de 2026 - 14:23

Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos

AINDA SEM SOLUÇÃO

O que a Braskem (BRKM5) falou à CVM sobre a possibilidade de pedir recuperação judicial

6 de abril de 2026 - 10:43

A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve

DANÇA DAS CADEIRAS

Embraer (EMBJ3): CFO deixa o cargo e vai para a Azul (AZUL53). Quem ficará no lugar?

6 de abril de 2026 - 10:19

Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani

ESTRATÉGIA PARA VENDER MAIS

Telefônica (VIVT3), dona da Vivo, abre crediário para vender celular

5 de abril de 2026 - 9:45

A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos

DANÇA DAS CADEIRAS

Petrobras (PETR4) já tem nome no radar para presidente do conselho, e governo quer indicar atual secretário da Fazenda, diz jornal

4 de abril de 2026 - 10:11

As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)

ALVO DE CRÍTICAS

Hapvida (HAPV3) pode acatar sugestão da gestora Squadra e adotar voto múltiplo na próxima eleição do Conselho

3 de abril de 2026 - 12:01

Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa

A QUEDA CONTINUA

Vendas da Tesla (TSLA34) no 1T26 decepcionam, e ação chega a cair 6% no after market; do que o mercado não gostou?

3 de abril de 2026 - 9:56

Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios

ÚLTIMA CHAMADA

A Aura (AURA33) ainda vale a pena? BTG alerta que janela de alta está se fechando e diz o que fazer com as ações

2 de abril de 2026 - 19:49

Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço

FORA DA REALIDADE DA EMPRESA

Hapvida (HAPV3): alto escalão está entre os mais bem pagos do Ibovespa, apesar de “destruição histórica de valor”; veja as remunerações

2 de abril de 2026 - 17:03

Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa

BARATA ATÉ DEMAIS?

Os dividendos da Vale (VALE3) estão ainda mais perto do acionista? O que levou o BofA a recomendar compra e elevar o preço-alvo

2 de abril de 2026 - 15:57

Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações

UMA SOLUÇÃO?

Raízen (RAIZ4) faz proposta a credores para converter 45% da dívida de R$ 65 bilhões em ações, diz agência

2 de abril de 2026 - 12:02

A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel

SEM RECUPERAÇÃO À VISTA

Squadra pede mudanças no conselho da Hapvida (HAPV3), reeleito apesar de “uma das maiores destruições de valor da história”

2 de abril de 2026 - 10:14

Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida

GARANTIA A CREDORES

Oi (OIBR3) recebe autorização para venda de seu principal ativo, mas dinheiro não vai para ela

2 de abril de 2026 - 8:53

A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões

MAIS PERTO DO NÍVEL MÁXIMO

Axia Energia (AXIA6) dá mais um passo na direção do carimbo final rumo ao Novo Mercado; saiba o que falta agora

1 de abril de 2026 - 19:54

O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos

ENTRE PERDAS E RECUPERAÇÃO

O prejuízo volta na Marisa (AMAR3), mas menor: o que o balanço do 4T25 revela sobre o futuro da varejista de moda

1 de abril de 2026 - 11:33

Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números

ENTRE A GUERRA E AS ELEIÇÕES

Petrobras (PETR4) bate recordes, aumenta preço do querosene, e Bruno Moretti deixa conselho; entenda o que acontece na estatal

1 de abril de 2026 - 11:03

O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã

Time for Fun

Mais uma empresa deixará a bolsa: T4F (SHOW3) anuncia OPA para fechar capital por R$ 5,59 por ação

1 de abril de 2026 - 9:28

O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44

SD ENTREVISTA 

Boa Safra (SOJA3) freia após crescer rápido demais, mas CEO revela: ‘estamos prontos para um grande negócio’

1 de abril de 2026 - 6:12

Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses 

ALÉM DO MINÉRIO DE FERRO

No coração da estratégia da Vale (VALE3), metais básicos devem compor o motor de lucros da mineradora

31 de março de 2026 - 17:45

Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos

COMPOUNDER

Ação da Eneva (ENEV3) entra em clube seleto, segundo o BTG; banco projeta ganhos de até 30% e dividendos bilionários

31 de março de 2026 - 14:10

Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia