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Camisaria Colombo já chegou a ter 434 lojas em todo o Brasil e teve gestora de Arminio Fraga como sócio, mas fechou mais da metade delas nos últimos anos
A tradicional Camisaria Colombo acaba de se juntar à Ultrafarma e à Fastshop na lista de empresas de renome suspeitas de fraude fiscal no Estado de São Paulo.
Eles são suspeitos de explorar uma vulnerabilidade no sistema da Secretaria da Fazenda para gerar créditos inexistentes e de movimentar somas milionárias de forma pulverizada em diversas contas bancárias.
A operação contra os donos da tradicional camisaria paulistana ocorre em um momento no qual a empresa centenária — que já teve investidores como o Gávea, fundo do ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga, entre os sócios — tem diante de si uma dívida bilionária.
Imigrante de origem libanesa, Aziz Jabur Maluf fundou a camisaria Colombo em 1917.
No início, tratava-se de uma pequena loja de moda masculina na esquina das ruas Direita e Líbero Badaró, no centro de São Paulo.
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A clientela, por sua vez, era de fino trato. As gravatas italianas, as camisas finas e os ternos confeccionados com tecidos importados da Inglaterra atraíram a elite paulistana da época.
Com o passar dos anos, a Colombo conquistou um público fiel e tornou-se referência em qualidade.
Por mais de sete décadas, a loja situada na região central da capital paulista foi o único ponto de venda da Camisaria Colombo.
Em meio à degradação do centro de São Paulo, Álvaro Jabur Maluf Júnior, neto do fundador da Colombo, lançou um plano de expansão iniciado em 1990, com a abertura de uma loja no Shopping Ibirapuera.
Em meio à expansão, a Camisaria Colombo passou também a apostar em um novo público. Ao invés de atender exclusivamente clientes de alto poder aquisitivo, ela apostou na popularização.
Foi a primeira loja do ramo a lançar, no Brasil, kits promocionais com camisa, calça e sapatos com desconto.
Em 2014, a Camisaria Colombo chegou a contar com 434 em lojas espalhadas por 26 Estados brasileiros.
Em meio à expansão, a rede de lojas recorreu a uma série de parcerias financeiras.
Em 2011, o Gávea injetou dinheiro para sustentar a expansão da companhia. O fundo chegou a deter 49,1% das ações da Camisaria Colombo.
A situação perdurou até 2019, quando a família Jabur, controladora da Colombo, recomprou as ações em poder do fundo. No mercado financeiro, esse costuma ser um sinal de que o investimento não deu certo.
Isso porque fundos como o do ex-banqueiro central Arminio Fraga costumam sair desse tipo de investimento na venda para um competidor ou na abertura de capital na bolsa.
Logo em seguida, porém, uma combinação de dívida elevada, queda nas vendas no varejo como um todo e uma série de problemas operacionais levou os donos da Colombo a buscarem uma recuperação extrajudicial.
Sem acordo com credores, a tradicional camisaria entrou em recuperação judicial em 2020. A dívida reestruturada na ocasião era próxima de R$ 2 bilhões.
Até o momento, não consta que o processo tenha se encerrado.
Em meio à crise, a rede de lojas da Camisaria Colombo diminuiu pela metade, com fechamento de mais de 200 unidades.
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
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