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Os papéis do banco fecharam o dia em queda de 6,85%, cotados a R$ 18,35 — na mínima da sessão, chegaram a ser cotados a R$ 18,12
As ações do Banco do Brasil beiraram as mínimas nesta sexta-feira (1), chegando a cair mais de 7% durante uma sessão marcada por fortes perdas nos mercados globais. Lá fora, a reedição das tarifas recíprocas de Donald Trump pesaram sobre as bolsas — mas não foi isso que pesou sobre os papéis BASE3 hoje.
A notícia de que o deputado Eduardo Bolsonaro relatou que representantes dos EUA consideram que as sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, devem proibir qualquer operação financeira, inclusive em reais, puniu o Banco do Brasil e arrastou outros gigantes do setor financeiro, além de pressionar ainda mais o próprio Ibovespa.
O entendimento do mercado é de que há um risco considerável de que isso possa levar o governo norte-americano a pressionar ou até punir diretamente bancos brasileiros, incluindo o BB, caso descumpram a medida.
Segundo o JP Morgan, pesou também a divulgação dos números de maio do Banco Central, indicando lucro do Banco do Brasil foi de apenas R$ 500 milhões, abaixo dos R$ 1,7 bilhão de abril e implicando uma taxa de execução de R$ 3,4 bilhões para o segundo trimestre.
"Considerando que junho provavelmente será mais próximo de maio do que de abril, podemos ver lucros contábeis tão baixos quanto R$ 2,8 bilhões a R$ 3,0 bilhões ou uma perda de mais de 30% no lucro por ação (LPA) para o trimestre" — as ações já caíram 6% no intraday, provavelmente precificando parte deste resultado pior do que o esperado", diz o JP Morgan em relatório.
Diante de todo esse cenário, as ações do Banco do Brasil fecharam o dia em queda de 6,85%, a R$ 18,35. Na mínima da sessão, o papel chegou a ser cotado a R$ 18,12.
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As units do Santander também caíram bastante: -2,31%, cotadas a R$ 25,82. Itaú (ITUB4) também recuou, porém menos que os concorrentes: -0,60%, a R$ 34,93.
Na contramão, os papéis do Bradesco (BBDC4) subiram 0,19%, R$ 15,56.
Além das questões políticas que pesaram sobre o Banco do Brasil nesta sexta-feira (1), o desempenho do BB chama atenção — e não de uma maneira positiva.
Mais cedo, o BTG Pactual divulgou novo relatório reduzindo as estimativas de lucro para o Banco do Brasil neste e no próximo ano. E isso antes mesmo de o BB divulgar o balanço do segundo trimestre, previsto para 14 de agosto.
A recomendação do BTG para BBAS3 é neutra e o preço-alvo em 12 meses caiu de R$ 30 para R$ 24.
Logo após o resultado decepcionante do BB no primeiro trimestre de 2025, o BTG já havia recalculado as estimativas, mas agora concluiu que não foi o suficiente.
“A questão é que quanto mais aprendemos, mais preocupados ficamos que nossas estimativas ainda pareciam excessivamente otimistas”, escreveram os analistas.
Confira aqui os detalhes do relatório.
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