O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco vê ação com preço-alvo de R$ 42, uma valorização de 82,6% sobre o preço de fechamento de ontem
Se você leu recentemente sobre a Azzas 2154 (AZZA3), provavelmente foi sobre o possível “divórcio” de seus principais executivos ou sobre o tombo das ações na bolsa por causa desses rumores. A empresa nega a existência de conversas sobre uma eventual cisão, mas o Citi aproveitou a polêmica para divulgar um relatório sobre a companhia — e reiterar sua recomendação de compra.
Na avaliação do analista João Pedro Soares, a cisão dos negócios é “improvável” e, se acontecer, será “destrutiva” para o valor da companhia, pelo menos num primeiro momento.
“Isso significaria reverter um processo de integração em andamento e gerar um possível impacto na percepção e credibilidade da companhia”, afirmou o analista.
A saída mais viável, para ele, seria um acordo “amigável” entre os dois executivos, em que Roberto Jatahy, responsável pela moda feminina do grupo e que liderava o Grupo Soma, permanecesse no conselho.
A solução mais pessimista (e complexa), aponta o analista, seria Alexandre Birman, CEO da Azzas, comprar a participação de Jatahy com um prêmio.
“Se esses casos acontecessem, provavelmente reduziria o ruído contínuo nas ações, que parecem já estar precificando o pior”, escreveu o analista.
Leia Também
Hoje, Jatahy tem 9,1 milhões de ações (participação de 4,4%), enquanto Birman tem 23 milhões de ações (participação de 11,3%). O Citi lembra que os executivos só poderão liberar cerca de 5% de suas ações por ano até 2030, que é quando o lock-up termina e o acordo “libera” 15% das ações por ano.
“Portanto, Birman teria, de fato, que comprar a participação de Jatahy para que ele saísse da empresa”, afirmou Soares.
Apesar do rolo todo, o Citi mantém a recomendação de compra das ações AZZA3, com preço-alvo de R$ 42 — o que representa um potencial de valorização de 82,6% sobre o preço de fechamento da última terça-feira (18).
O papel operava em alta de 2,74%, a R$ 23,63, por volta das 10h45 desta quarta-feira (19).
(Com informações do Money Times)
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis