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A economia argentina, desde a vitória de Javier Milei, apresenta lições importantes para o contexto brasileiro na véspera das eleições presidenciais de 2026
A economia argentina vem nos apresentando lições importantes desde a vitória de Javier Milei nas últimas eleições presidenciais, e continua trazendo insights valiosos por meio de sua mais recente derrota na província de Buenos Aires.
Em geral, a felicidade e a tristeza andam juntas, abraçadas, e há inclusive quem diga que uma depende da outra.
Ao que consta nas notícias, o presidente Javier Milei reuniu seu gabinete na Casa Rosada, em caráter de urgência, visando lavar a roupa suja e olhar para frente. A margem para erros se esgotou.
Ainda que alguns jornais argentinos possam exagerar o tombo por meio de seus editoriais tradicionalmente peronistas, o mercado financeiro dá um recado duro, e que prescinde de ideologias.
Em resposta imediata à derrota, o índice Merval fechou em queda memorável de -13%, enquanto vários ADRs hermanos apontaram perdas da ordem de -25% em Nova York.
O câmbio desafiou o teto fixado pelo regime de banda móvel implementado pelo Governo Milei, inspirando comentaristas de X e operadores de FX a fazer perigosas analogias com as conquistas meramente temporárias da Era Macri.
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Eu sinceramente acho que Milei continua tendo chances melhores do que as de Macri, inclusive porque (teoricamente) conta com o privilégio de partir dos aprendizados de seu antecessor.
No entanto, o que mais me interessa aqui é extrair derivadas para o contexto brasileiro.
Ainda que eu esteja curioso com as possibilidades de uma política mais market friendly no Brasil, todos devemos tomar cuidado com a falácia do “take it for granted”.
As visões estatísticas, distanciadas, amparadas em longos ciclos de negócios, às vezes fazem parecer que os movimentos de alta e baixa ocorrem por destino manifesto e que, sendo assim, bastaria a (já dolorosa) paciência de se posicionar com antevisão e aguardá-los serenamente.
Na prática, porém, não é como acontece. As narrativas são sempre repletas de personagens ambíguos e de reviravoltas. Precisamos cumprir uma série de milestones para alcançar novos níveis de precificação. Não há batalha vencida de antevéspera.
Não é à toa que o novo ciclo eleitoral brasileiro não está no preço ainda; por ora, ele carece de grandes novidades.
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