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Ainda não me arrisco a dizer que estamos entrando em um rali histórico para os mercados emergentes. Mas arrisco dizer que, esteja onde estiver, Mobius deve estar animado com as perspectivas para os ativos brasileiros.
89 anos não é o que eu chamaria de uma passagem curta pela Terra, e alguém que viveu tanto tempo certamente viu e aproveitou muita coisa — eu mesmo duvido que chegarei tão longe. Nesse sentido, não deveríamos ficar tristes com o falecimento de Mark Mobius nesta semana, mas sim celebrar sua longevidade e o status que ele atingiu como investidor.
Ainda assim, um pensamento ficou me perturbando outro dia, antes de dormir: será que o homem que é considerado por muitos o maior investidor de mercados emergentes da história deixará de testemunhar aquele que pode ser o maior de todos os ralis dos mercados emergentes?

Essa resposta só o tempo nos dará, mas não seria a primeira vez que o destino mostraria a sua faceta mais sarcástica.
Seja como for, o que temos testemunhado até aqui é que, mesmo com todas as adversidades, os mercados emergentes seguem relativamente fortes, e entre eles, é o Brasil que vem se destacando.
Bastaram algumas horas de cessar-fogo para o Ibovespa voltar a renovar máximas por três dias seguidos e chegar bem perto da marca de 200 mil pontos. Além disso, mesmo com todas as incertezas, o dólar caiu e depois de muito tempo voltou a encostar nos R$ 5,00.
Outro indicador interessante é o aporte líquido estrangeiro na B3: até o meio desta semana o volume do ano já tinha atingido R$ 69 bilhões, quase o triplo de 2025 inteiro!
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A verdade é que mesmo com a guerra, os pilares da tese de investimentos no Brasil seguem relativamente intactos: a tese de diversificação global (dinheiro saindo dos Estados Unidos para emergentes) continua e o conflito até beneficia o Brasil na comparação com outros emergentes, que eventualmente precisam importar petróleo ou que estejam geograficamente mais próximos do conflito.
Além disso, mesmo com a aceleração da inflação, ainda devemos ter cortes de juros ao longo de 2026 e também poderemos ver um ajuste fiscal a depender do resultado das eleições.
Ainda não me arrisco a dizer que estamos entrando em um rali histórico para os mercados emergentes. Mas arrisco dizer que, esteja onde estiver, Mobius deve estar animado com as perspectivas para os ativos brasileiros.
Um abraço e até a próxima,
Ruy
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