Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

RESUMO DOS MERCADOS

Tarifas de Trump, Selic, renúncia no Fed e o polêmico dado de emprego: confira tudo o que mexeu com a bolsa na semana

Os últimos dias ainda contaram com dados de produção da Petrobras e com os resultados financeiros da Vale referentes ao segundo trimestre

Carolina Gama
2 de agosto de 2025
9:29 - atualizado às 13:52
Investidor vivencia volatilidade nos mercados financeiros, com alta e queda da bolsa
Imagem: DALL-E/ChatGPT

50 anos em cinco dias. Assim poderia ser definida a semana para os mercados aqui e lá fora. O esquenta começou ainda na terça-feira (29) com os dados de produção de uma das maiores empresas da bolsa brasileira: a Petrobras (PETR4). E aí veio a Super Quarta, que estava mais para Hiper Quarta com a decisão de juros no Brasil e nos EUA, e mais uma rodada do tarifaço de Donald Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já seria bastante coisa para agitar as bolsas, mas a quinta-feira (31) guardava mais novidades. Outra gigante da bolsa brasileira, a Vale (VALE3), divulgou dados — dessa vez financeiros — referentes ao segundo trimestre de 2025.

Para encerrar a semana — e começar agosto — Wall Street e a B3 viveram uma sexta-feira (1) de caos. A divulgação de uma lista reeditada das tarifas recíprocas pela Casa Branca na noite anterior, derrubou os mercados mundo afora. 

Além disso, uma revisão polêmica de dados de emprego no famoso relatório payroll provocou demissões nos EUA — que não ficaram restritas apenas ao órgão estatístico norte-americano. 

Uma das diretoras do Federal Reserve (Fed), Adriana Kugler, renunciou ao cargo e levou Trump a pedir que o presidente do banco central norte-americano, Jerome Powell, também deixasse o cargo antes do tempo previsto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Seu Dinheiro faz, a partir de agora, um resumo dos mercados na semana que passou. 

Leia Também

A bolsa na semana que passou

A segunda-feira (27) foi marcada pela percepção de que o Brasil estava isolado nas questões comerciais relacionadas aos EUA, depois que a União Europeia (UE) fechou no domingo (27) um acordo com os norte-americanos.

O Ibovespa iniciou a semana decisiva do tarifaço — que até então estava previsto para ser implementado contra o Brasil na sexta-feira (1) —  em baixa: o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 1,04%, aos 132.129,26 pontos, o menor nível de fechamento desde 22 de abril.

Com mínima a R$ 5,5686 e máxima a R$ 5,6062, o dólar à vista encerrou a segunda-feira em alta de 0,50%, a R$ 5,5899 — a maior cotação desde 4 de junho de 2025, quando fechou a R$ 5,6455 por receio com o fiscal brasileiro, em meio à crise do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na terça-feira (28), o mercado recebeu sinais de que o pior cenário em relação às tarifas seria evitado, entre eles a possibilidade de Washington isentar alguns setores da taxação, como alimentos e aeronaves da Embraer (EMBR3).

Com isso, o Ibovespa conseguiu quebrar uma sequência negativa de três sessões para fechar aos 132.725,68 pontos, em alta de 0,45%.

No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em queda de 0,36%, a R$ 5,5695, na contramão da valorização de 0,26% do índice DXY, que mede a moeda norte-americana contra seis pares fortes.

Na Super Quarta, o mercado brasileiro deixou a decisão de juros nos EUA de lado e se concentrou a oficialização do decreto que estabeleceu as tarifas de 50% sobre produtos brasileiros. O documento, além de adiar a entrada da taxação em sete dias, também trouxe centenas de isenções. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, o Ibovespa zerou a queda e se firmou em alta, fechando aos 133.989 pontos (+0,95%), com destaque para o salto de quase 11% das ações da Embraer, favorecida pela lista de exceções ao tarifaço.

O dólar à vista fechou em alta de 0,35%, a R$ 5,5892, depois de oscilar com a notícia de que os EUA aplicaram a Lei Magnitsky (de sanções) contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em um sinal de escalada na tensão entre os países. 

O mercado ainda digeriu a decisão do Fed, que manteve os juros inalterados na faixa entre 4,25% e 4,50% ao ano em uma votação que contou com dois dissidentes pela primeira vez desde 1993

Ainda na noite de quarta-feira, o comitê de política monetária (Copom) manteve a Selic em 15% ano e sinalizou que os aumentos dos juros chegaram ao fim, mas que a taxa deveria seguir em patamar elevado por algum tempo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A quinta-feira (31) marcou o fim do mês, com um desempenho negativo dos ativos domésticos em meio à disputa tarifária entre Brasil e EUA. O Ibovespa cedeu 0,69%, aos 133.071,05 pontos, com queda acumulada de 4,17% em julho —  a maior desde dezembro. 

O dólar à vista fechou em alta de 0,21%, a R$ 5,6008, encerrando julho com uma valorização de 3,07% — a maior desde novembro de 2024. 

O começo de agosto para os mercados

Agosto é conhecido como mês do cachorro louco e não é à toa. Na esteira da entrada em vigor das tarifas e após os dados do payroll fraco de julho, as bolsas em Nova York e o dólar aprofundaram as perdas. 

O estresse nos mercados ganhou força, após Trump ordenar o posicionamento de dois submarinos nucleares em resposta à Rússia e, depois, determinar a demissão da responsável pelo relatório de emprego, sob a acusação de que os números foram manipulados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A cereja do bolo, no fim do dia, foi a renúncia da diretora do Federal Reserve, Adriana Kugler, o que abre vaga à indicação de um novo nome ao board alinhado a Trump.

No front das tarifas, o republicano disse que receberia uma ligação de Lula a qualquer momento para conversas comerciais. 

Depois de passar toda a manhã fora do ar por problemas técnicos na B3, o Ibovespa caiu 0,48%, aos 132.437,39 pontos. Na semana, o índice acumulou perda de 0,81%, após leve ganho de 0,11% na anterior.

O dólar à vista, por sua vez, fechou em queda de 0,99%, a R$ 5,5456, com o real em pontapé positivo para o mês de agosto, após julho ter sido o pior em termos de desempenho mensal desde novembro de 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

LOCATÁRIOS DE PESO

Alianza Trust Renda (ALZR11) traz Fleury (FLRY3) para o portfólio de inquilinos com compra de imóvel — e Shopee pode ser a próxima

1 de abril de 2026 - 13:59

As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte

AÇÕES SOBEM FORTE

Braskem: Citi muda de ideia sobre BRKM5 e eleva recomendação logo antes de notícia sobre possível proteção contra credores

1 de abril de 2026 - 11:50

Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada

ESPAÇO E IA

SpaceX, de Elon Musk, reúne 21 bancos para o maior IPO da história, diz Reuters; um deles é brasileiro

1 de abril de 2026 - 10:24

A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.

O INIMIGO AGORA É O MESMO

‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas?

31 de março de 2026 - 18:35

Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido

OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA

Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraodinários à frente

31 de março de 2026 - 18:14

Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos

CHEGOU A HORA DE BRILHAR?

Bresco Logística (BRCO11) recua abaixo do valor patrimonial, e analistas veem oportunidade; entenda o que esperar do ativo e do mercado de FIIs daqui para frente

31 de março de 2026 - 16:31

Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar

VISÃO DE ESPECIALISTA

Elétricas, petróleo e construtoras: onde se escondem as oportunidades na bolsa, segundo gestores

31 de março de 2026 - 15:32

Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Maior alta do Ibovespa: Natura (NATU3) salta mais de 10% com “selo” de gigante global e outro acordo de acionistas. Hora de comprar?

31 de março de 2026 - 14:31

Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.

ALÉM DOS GRINGOS

Virada de jogo? Brasil se destaca entre emergentes e investidor local volta à B3, diz Itaú BBA

30 de março de 2026 - 18:04

Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência

VIRADA DE CARTEIRA

Brasileiros perdem interesse na renda fixa e ações ganham espaço aos poucos — mesmo com a guerra aumentando os riscos, diz XP

30 de março de 2026 - 15:42

Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem

EFEITO BRENT

Guerra, petróleo em alta e novos poços: a combinação que colocou a Brava (BRAV3) no topo da bolsa nesta segunda

30 de março de 2026 - 13:18

Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa

MERCADOS HOJE

Ibovespa e dólar avançam com mercado dividido sobre a guerra e Galípolo “ganhando tempo”; veja os destaques de hoje

30 de março de 2026 - 11:55

Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC

FOME DE AQUISIÇÃO

O ‘pacman dos FIIs’ está de volta: GGRC11 fecha compra milionária de galpões; confira os detalhes da operação

30 de março de 2026 - 10:42

De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril

QUEM EMAGRE E QUEM GANHA PESO

Fenômeno das canetas emagrecedoras: o “clique” de R$ 50 bilhões que está chacoalhando a bolsa brasileira

28 de março de 2026 - 17:15

Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking

ANOTE NA AGENDA

Depois de sobreviver à guerra e acumular 3% de alta, Ibovespa dá de cara com dados de emprego na semana

28 de março de 2026 - 12:35

Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia