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Novos ativos poderão compor o índice Bovespa B3 BR+ a partir do rebalanceamento de setembro
A B3 anunciou nesta segunda-feira (26) quais são os recibos de ações (BDRs) elegíveis para compor o novo índice da bolsa brasileira, o Bovespa B3 BR+ (IBBR), a partir do rebalanceamento de setembro de 2025.
O Bovespa B3 BR+ combina as empresas que fazem parte do Ibovespa com as empresas brasileiras que estão listadas no exterior, mas têm BDRs negociados no país.
De acordo com a B3, o objetivo com o Bovespa B3 BR+ é ter um índice mais representativo do Brasil e que reflita melhor o desempenho médio das empresas locais mais negociadas, incluindo ações, units e BDRs.
“Realizamos uma análise baseada nos critérios da metodologia do índice para selecionar os BDRs que estão aptos a entrar na carteira das empresas que movimentam a economia nacional. Esta lista é válida para os próximos três rebalanceamentos”, diz Ricardo Cavalheiro, superintendente de Índices da B3.
Os BDRs elegíveis são:
A carteira atual do Bovespa B3 BR+ foi lançada no início de maio e conta com 92 ativos: as 87 ações do Ibovespa mais cinco BDRs de empresas brasileiras ( Nubank, Stone, XP Inc.,PagSeguro e Inter).
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A nova análise aumentou os BDRs elegíveis ao selecionar Afya, Mercado Livre e VTEX.
Segundo a bolsa brasileira, a definição de BDRs passa por uma análise das companhias considerando parâmetros como receita no Brasil, ativos, número de funcionários e escritórios localizados no país, além da história da empresa e o modelo de negócio.
Por isso que o Mercado Livre, uma empresa argentina, entrou na seleção. Embora a companhia seja gringa, 50% da sua receita total corresponde aos negócios no Brasil. Argentina e México correspondem a 20% e 25%, respectivamente.
O processo de revisão dos BDRs elegíveis é realizado de forma anual, sempre no mês de maio, com implementação das mudanças no rebalanceamento de setembro.
A primeira prévia da composição da nova carteira será divulgada em 1º de agosto.
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