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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

JANELA DE OPORTUNIDADE

Não é a Vale (VALE3): BTG recomenda compra de ação de mineradora que pode subir quase 70% na B3 e está fora do radar do mercado

Para o BTG Pactual, essa mineradora conseguiu virar o jogo em suas finanças e agora oferece um retorno potencial atraente para os investidores; veja qual é o papel

Camille Lima
Camille Lima
28 de março de 2025
11:51
ação ações bolsa de valores
Imagem: Canva / Montagem: Bruna Martins

Subestimada pelos investidores e com retorno potencial atraente, a ação de uma mineradora acaba de receber o selo de compra do BTG Pactual — e desta vez, nem é a Vale (VALE3).

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Diante das preocupações com balanço e endividamento, a CBA (CBAV3) foi deixada de lado pelo mercado nos últimos meses. No entanto, para o BTG, a companhia de alumínio conseguiu virar o jogo em suas finanças e agora oferece uma janela de oportunidade atrativa.

Depois de um ano inteiro com classificação neutra, os analistas decidiram elevar a recomendação de CBAV3 para compra, com preço-alvo de R$ 8,00 para os próximos 12 meses.

A cifra prevê uma valorização potencial de quase 70% em relação ao fechamento anterior. 

  • E MAIS: Especialistas revelam os ativos mais promissores do mercado para investir ainda hoje; confira

Impulsionadas pelo crescente otimismo do BTG, as ações da CBA ganharam força no pregão desta sexta-feira (28) e operam entre as maiores altas da bolsa brasileira pela manhã. 

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Por volta das 11h35, os papéis CBAV3 saltavam 6,87% na B3, negociados a R$ 4,98. No acumulado de 12 meses, a alta já chega a 20%.

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A virada da CBA (CBAV3)

Há dois anos, o BTG Pactual descrevia a situação da CBA como uma “tempestade perfeita”, marcada por preços baixos do alumínio, custos elevados e instabilidade operacional. Essa conjunção de fatores elevou a alavancagem para um pico de 9,7 vezes em meados de 2023.

No entanto, os analistas avaliam que a mineradora foi capaz de realizar uma verdadeira virada operacional, estabilizando a produção e as operações e reduzindo significativamente sua alavancagem financeira através de gestão de passivos e venda de ativos.

Com isso,  a alavancagem da CBA foi reduzida de quase 10 vezes em 2023 para cerca de 2,8 vezes — e com perspectivas de reduzir ainda mais esse indicador ao longo dos próximos meses.

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“Uma vez que a alavancagem atinja níveis mais confortáveis, entre 1 vez e 1,5 vez, vemos espaço para a empresa restabelecer os pagamentos de dividendos, o que poderia ainda mais realçar a atratividade da ação para os investidores”, escreveram os analistas Leonardo Correa e Marcelo Arazi, que assinam o relatório.

O que está por trás da visão otimista sobre a ação CBAV3

Na avaliação do BTG, as cotações da ação da CBA na tela não refletem adequadamente a redução dos riscos no balanço patrimonial realizada nos últimos anos.

“Vemos espaço para mais reequilíbrio do valor de firma e acreditamos que o mercado não reconheceu devidamente esse progresso no preço das ações.”

Sob a ótica financeira, a expectativa do BTG é que a CBA imprima um fluxo de caixa livre (FCF) de 14% em 2025, impulsionado por um Ebitda melhorado, redução nas despesas financeiras e benefícios fiscais. 

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Isso coloca a empresa como a maior geradora de FCF dentro do escopo de cobertura do banco — uma valorização ainda não totalmente precificada pelo mercado na ação CBAV3.

Embora a mineradora possua capitalização e liquidez mais enxutas, a CBA apresenta atualmente um rendimento de fluxo de caixa (FCF yield) acima da média de 10% observada em outras ações do segmento, como Vale, Gerdau e CSN.

“Olhando para frente, acreditamos que a geração de FCF da CBA permanecerá resiliente, impulsionada por potenciais ganhos com a monetização de créditos ICMS, desalavancagem adicional e melhorias operacionais”, ponderou o banco.

Já do lado operacional, a visão é que as operações da empresa estão relativamente estáveis, com um cronograma de pedidos saudável e controle rigoroso dos investimentos (capex). 

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O BTG também mantém uma visão positiva a longo prazo para o alumínio, sustentada por custos crescentes e demanda em ascensão nos setores de transição energética.

“Os preços do alumínio têm se comportado decentemente nos últimos meses, com uma média de aproximadamente US$ 2.600 por tonelada, consolidando a CBA como uma opção atraente para investir na commodity”, avaliaram os analistas.

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