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Em entrevista exclusiva para a Reuters no dia em que as tarifas contra o Brasil entrararam em vigor, o petista revela qual é o foco do governo neste momento
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva finalmente falou com todas as letras se vai retaliar os EUA pela tarifa de 50% imposta sobre os produtos brasileiros que entrou em vigor nesta quarta-feira (6). A negativa do petista fez o mercado reagir de imediato.
Em entrevista exclusiva para a Reuters, o petista diz que o Brasil não pretende anunciar tarifas recíprocas — mas também não desistirá das negociações ministeriais.
A curva a termo acentuou o movimento de queda das taxas e boa parte dos vértices chegou a tocar mínimas com a declaração de Lula.
Por volta de 15h50, o contrato para janeiro de 2031 operava na mínima intradia de 13,580%, vindo de 13,64% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2028 recuava de 13,471% no ajuste para 13,44%. Na ponta mais curta, o DI de janeiro de 2027 estava em 14,135%, de 14,156% no ajuste da véspera.
O Ibovespa se manteve em alta de mais de 1%, e o dólar no mercado à vista também se manteve em trajetória de queda. Confira o movimento dos mercados.
Lula disse ainda que seus ministros estavam com dificuldades para iniciar negociações com seus pares norte-americanos, então seu governo estava focado em medidas domésticas para amortecer o impacto econômico das tarifas, mantendo a "responsabilidade fiscal".
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Com o aumento das tarifas norte-americanas sobre produtos brasileiros para 50% nesta quarta-feira (6), Lula da Silva disse à Reuters que não vê espaço para conversas diretas com Trump. Segundo o petista, a ligação se transformaria em uma "humilhação" para ele.
"No dia em que minha intuição disser que Trump está pronto para conversar, não hesitarei em ligar para ele", disse Lula em entrevista de sua residência presidencial em Brasília. "Mas hoje minha intuição diz que ele não quer conversar. E eu não vou me humilhar."
Na semana passada, o republicano falou a jornalistas que Lula poderia falar com ele a qualquer momento. A indicação, no entanto, veio acompanhada de críticas sobre o tratamento dado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Você pode relembrar aqui essa história.
Na segunda-feira (4), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decretou a prisão domiciliar de Bolsonaro e determinou a apreensão de celulares do ex-presidente.
Lula disse que o STF "não se importa com o que Trump diz e não deveria", acrescentando que Bolsonaro deveria enfrentar outro julgamento por provocar a intervenção do republicano, chamando o ex-presidente de direita de "traidor da pátria".
"Já havíamos perdoado a intervenção dos EUA no golpe de 1964", disse Lula, que iniciou sua carreira política como líder sindical protestando contra o governo militar que o sucedeu.
"Mas isso agora não é uma intervenção pequena. É o presidente dos EUA achando que pode ditar regras para um país soberano como o Brasil. É inaceitável."
Lula ainda disse que as relações entre os EUA e o Brasil estão em seu ponto mais baixo em 200 anos, depois que Trump vinculou a nova tarifa à demanda pelo fim do processo contra Bolsonaro, que está sendo julgado por conspirar para anular as eleições de 2022.
*Com informações da Reuters.
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