O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A expectativa dos investidores é que um encontro entre Lula e Trump, já confirmado, possa resultar num afrouxamento do tarifaço contra o Brasil
Estamos ficando mal acostumados com o Ibovespa batendo recorde atrás de recorde. Após ter fechado em baixa ontem (22), o principal índice da bolsa brasileira encerrou o pregão desta terça-feira (23) com novas marcas históricas.
O Ibovespa fechou em alta de 0,91%, aos 146.425 pontos, acima dos 146 mil pontos pela primeira vez. Durante o dia, o índice renovou também sua máxima intradiária, tendo alcançado 147.178 pontos no melhor momento. Foi a primeira vez que o principal índice da bolsa brasileira ultrapassou os 147 mil pontos.
O movimento foi puxado principalmente pelas ações da Petrobras (PETR4) e de bancos, enquanto nos Estados Unidos o presidente Donald Trump afirmou que quer conversar com o Brasil.
Já o dólar à vista fechou em queda de 1,11%, a R$ 5,2791, após passar parte da manhã próximo da estabilidade. Trata-se do menor nível para a moeda americana em 15 meses.
A reação do câmbio se intensificou após as falas de Trump e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Assembleia Geral da ONU.
O mercado também digeriu o detalhamento da decisão da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), cuja ata foi divulgada mais cedo. O documento reforçou o tom vigilante do Banco Central e reiterou que, diante das incertezas fiscais e da pressão das expectativas de inflação, a política monetária precisará permanecer em patamar contracionista por um período prolongado.
Leia Também
Abrindo o encontro de líderes dos países-membros das Nações Unidas, a fala de Lula teve um tom considerado moderado. Ele afirmou que a soberania brasileira é inegociável, além de criticar medidas unilaterais impostas ao país e ataques ao Poder Judiciário nacional.
Em seguida, Trump deu a entender que conheceu o líder brasileiro e que “rolou uma química”. "Lula e eu nos abraçamos e concordamos em nos encontrar", afirmou o republicano. “Me encontrarei com Lula na próxima semana."
E prosseguiu: “Ele pareceu um homem muito agradável. Na verdade, ele gostou de mim e eu gostei dele. E eu só faço negócio com quem eu gosto.”
A expectativa dos investidores é que um encontro entre os dois mandatários possa resultar num afrouxamento do tarifaço contra o Brasil.
"O que é muito positivo é esse encontro dos dois", disse Bruno Takeo, estrategista da Potenza Capital. "Tendo negociação e resolvendo todos esses ruídos, podemos ter uma melhora ainda maior do mercado", acrescenta.
Em seu discurso na ONU, Trump também pediu o fim imediato da guerra em Gaza, alegando que aqueles que apoiam a paz devem se unir para exigir a libertação dos reféns israelenses.
Falas sobre o assunto tendem a influenciar a percepção de risco geopolítico no Oriente Médio, região estratégica para a oferta global do petróleo.
Leia mais sobre os discursos dos dois presidentes nesta outra matéria.
Entre as blue chips, destaque para a recuperação nas ações de grandes bancos, em especial as do Banco do Brasil (BBAS3), que fecharam em alta de 2,88%. As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) avançaram 2,64%, e as preferenciais (PETR4), 1,69%.
Na ponta ganhadora do índice, Pão de Açúcar (PCAR3) subiu 4,12%, RD Saúde (RADL3) avançou 3,92%, e Localiza (RENT3), teve alta de 3,73%. No lado oposto, a estreante MBRF (o papel que passou, nesta sessão, a reunir Marfrig e BRF) recuou 6,72%, Braskem (BRKM5) teve queda de 2,38%, e Lojas Renner (LREN3) baixou 2,15%.
Os papéis da Vale (VALE3), principal papel da carteira Ibovespa, virou do meio para o fim da tarde e fechou em baixa de 0,57%, limitando um pouco o fôlego do índice no encerramento.
* Com informações do Estadão Conteúdo e do Money Times
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais