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Monique Lima

Monique Lima

Monique Lima é jornalista com atuação em renda fixa, finanças pessoais, investimentos e economia, com passagem por veículos como VOCÊ S/A, Forbes, InfoMoney e Suno Notícias. Formada em Jornalismo em 2020, atualmente, integra a equipe do Seu Dinheiro como repórter, produzindo conteúdos sobre renda fixa, crédito privado, Tesouro Direto, previdência privada e movimentos relevantes do mercado de capitais.

DE OLHO NO BRASIL

Ibovespa calibrado: BlackRock lançará dois ETFs para investir em ações brasileiras de um jeito novo

Fundos EWBZ11 e CAPE11 serão listados no dia 30 de junho e fazem parte da estratégia da gestora global para conquistar mais espaço nas carteiras domésticas

Monique Lima
Monique Lima
26 de junho de 2025
13:59
BlackRock Brasil
Imagem: Montagem Canva Pro/ Seu Dinheiro

A BlackRock, uma das maiores gestoras de ativos do mundo, com US$ 11,5 trilhões de ativos, está de olho no mercado local e quer ganhar mais espaço nas carteiras dos brasileiros. 

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Seus principais produtos, no Brasil e no mundo, são os fundos negociados em bolsa (ETFs, na sigla em inglês). Dois dos três maiores ETFs do Brasil já são da BlackRock: o BOVA11 e o SMAL11. 

O BOVA11 replica o principal índice de ações do país, o Ibovespa. O fundo espelha completamente o índice, em termos de composição e peso para cada ação. O mesmo vale para o SMAL11, que replica o índice de small caps brasileiras. 

Embora os dois sejam de ações brasileiras, a gestora tem um nome mais forte no contexto internacional. O grande volume de ETFs que tem listados no Brasil são de índices e ações estrangeiras. 

Agora, a BlackRock quer expandir suas opções de fundos de ações brasileiras. Segundo a gestora, é uma questão de complemento de portfólio e maior disponibilidade de produtos para diversificação entre os investidores do Brasil, que investem predominantemente em ativos locais. 

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Ibovespa com pesos iguais

Os dois novos ETFs da BlackRock serão versões diferenciadas do Ibovespa — algo como um Ibovespa turbinado e calibrado. 

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Turbinado porque os dois fundos terão como base o novo índice da B3, o Ibovespa B3 BR+. Este índice abrange as principais ações listadas no Ibovespa, mas complementa o portfólio com os recibos de ações (BDRs) de empresas listadas no exterior. 

Nomes como XP (XPBR31), Nubank (ROXO34) e PagSeguro (PAGS34) fazem parte do índice por meio de seus BDRs. 

Porém, a metodologia do Ibovespa B3 BR+ faz com que cada ação tenha um peso no índice, que corresponde principalmente ao volume de negociação em bolsa. Com isso, Itaú (ITUB4), por exemplo, tem 7% de peso, Vale (VALE3) tem 8%, Petrobras (PETR4) tem 5% e Nubank tem 10%. 

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“Tem investidor que não quer uma exposição excessiva a essas ações, mas quer ter uma cesta mais completa que reflita a economia brasileira. Vimos muito isso nos Estados Unidos no ano passado e tivemos a ideia de trazer esse produto para o Brasil”, diz Bruno Barino, country manager da BlackRock Brasil. 

Barino se refere ao fenômeno das Sete Magníficas dos EUA, que dominaram as negociações do S&P 500 em 2024 e, atualmente, têm o maior peso no índice.  

Nesse sentido, os dois novos ETFs da BlackRock trabalham com o conceito de equal weight (pesos iguais) entre as ações. 

Vem aí: ETFs EWBZ11 e CAPE11

O primeiro é o ETF EWBZ11 (iShares Bovespa BR+ Equal Weight B3). Este fundo irá replicar o Ibovespa B3 BR+, atribuindo pesos iguais a todas as ações. Isso significa que, ao invés de grandes companhias dominarem o fundo, o peso delas será diluído, proporcionando um maior equilíbrio entre as empresas. 

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Barino defende que isso muda completamente a relação “risco x retorno” do fundo. Sem a concentração em commodities, por exemplo, o índice se torna menos volátil em relação ao preço do petróleo, por exemplo. 

“Você tem um equilíbrio maior entre empresas e setores, que trabalha de forma diferente com as janelas de oportunidade. É um complemento significativo para as carteiras”, disse Barino.  

O segundo ETF da BlackRock é o CAPE11 (iShares Bovespa BR+ 5% Cap B3). Ele trabalha com o mesmo conceito de pesos iguais para o Ibovespa B3 BR+, porém, com uma regra diferente: um limite máximo de 5% de peso por ação. 

Esse teto permite uma maior concentração relativa em algumas empresas, ao mesmo tempo que assegura uma ponderação e diversificação eficiente entre os nomes mais líquidos do mercado.

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A escolha dos 5% foi trabalhada por meio de modelos de testes e histórico de comportamento do Ibovespa, segundo a BlackRock. Também foram testados valores de 3%, 7% e 11%. 

Os dois ETFs começam a ser negociados na B3 na segunda-feira, 30 de junho

A negociação de ETFs funciona da mesma forma que as negociações de ações: a compra e venda é feita por meio das ordens no home broker e os preços oscilam conforme as negociações. A diferença é que não se trata de uma única ação, mas de uma cesta de ações. 

De olho no potencial 

Segundo a BlackRock, os investidores pessoas físicas do Brasil ainda não destravaram todo o potencial dos ETFs. 

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A gestora afirma que o mercado de fundos passivos tem crescido aos poucos no país, mas, se acontecer como foi nos EUA, vai chegar um momento em que destrava e o boom acontece. 

Diferentemente dos fundos de investimentos, os ETFs são fundos chamados de “gestão passiva”, em que não há mudanças significativas na carteira, com a escolha selecionada de ativos de tempos em tempos. Esses fundos apenas replicam índices que ativos que já existem. 

Como mencionado, o BOVA11, por exemplo, replica o Ibovespa. Outro ETF grande da BlackRock no Brasil é o IVVB11, que replica o índice de tecnologia dos Estados Unidos, Nasdaq. 

Também é possível trabalhar com estratégias setoriais por meio dos ETFs: há fundos de commodities, de países, de dividendos, temáticos (energia nuclear, veículos elétricos), de criptomoedas, entre outros. 

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A BlackRock é uma das maiores do mundo nesta estratégia e quer aumentar a sua capilaridade no Brasil. Os novos fundos de ativos brasileiros fazem parte desse plano, e a gestora afirmou que até o fim de 2025 novos produtos nesse sentido também devem ser lançados.

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