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Em Wall Street, as bolsas andaram de lado com o S&P 500 e o Nasdaq pressionados pela queda das big techs que, na sessão anterior, registraram fortes ganhos
A inteligência artificial (IA) define “fazer história” como algo marcante ou notável, que será lembrado; um feito grandioso. E foi isso que os investidores viram na bolsa brasileira. O Ibovespa rompeu nesta terça-feira (11) mais uma mar, os 158 mil pontos, e igualou a maior sequência de ganhos — vista apenas 1994, quando o índice registrou 15 altas seguidas.
Desta vez, uma dupla patrocinou o avanço do Ibovespa: a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e o índice de preços para o consumidor amplo (IPCA), ambos divulgados mais cedo.
Na ata, o Banco Central admitiu avanços em curso decorrentes do aperto monetário promovido, embora tenha enfatizado que ainda não são suficientes no contexto da convergência da inflação à meta. O documento ainda reforça que os vetores inflacionários permanecem adversos, o que prescreve a manutenção da política monetária contracionista "por período bastante prolongado".
Para os analistas do BTG Pactual, Iana Ferrão, Bruno Balassiano e Bruno Martins, o documento reitera o tom geral hawkish [favorável ao aperto monetário] do comunicado, mas traz elementos dovish [favorável ao afrouxamento monetário], que agradam o mercado.
“O comitê incorporou, já nesta reunião, uma estimativa preliminar do impacto da ampliação da isenção do imposto de renda nas projeções (sem detalhar o valor); o tom sugere maior convicção de que a desaceleração da atividade está se materializando conforme o esperado; e há reconhecimento objetivo da melhora da inflação corrente e da queda das expectativas Focus — ainda que estes dois últimos pontos sejam, sobretudo, constatações factuais”, diz o trio em relatório.
O IPCA reforçou a tendência de arrefecimento da inflação. Em outubro, o índice subiu 0,09%, abaixo da projeção do Itaú Unibanco de 0,17%. Em 12 meses, o IPCA acumula alta de 4,7%, ante 5,2% em setembro.
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O banco destaca que houve surpresa de baixa nos industriais subjacentes, que refletem, em parte, a queda dos índices gerais de preços (IGPs) e, possivelmente, alguma antecipação da Black Friday.
"Essa divulgação traz viés de baixa para nossa projeção do ano", afirma o relatório assinado pela economista Luciana Rabelo. A projeção recente do Itaú é de 4,6%.
Depois da máxima de 158.467,21 pontos alcançada ao longo do dia, o Ibovespa fechou com alta de 1,60%, aos 157.748,60 pontos. No ano, o principal índice da bolsa brasileira acumula alta de 23,4%.
O dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,64%, cotado a R$ 5,2731. Na mínima do dia, a moeda norte-americana chegou a valer R$ 5,2642. O ajuste de baixa esteve sintonizado com a desvalorização externa predominante ante pares principais e moedas emergentes.
As expectativas pelo fim da paralisação do governo dos EUA se mantiveram no foco dos investidores llá fora. O fim do shutdown é esperado até sexta-feira (14), após acordo no Senado, mas ainda há necessidade de votação na Câmara.
Com isso, também esteve no radar a retomada da divulgação de dados econômicos no país. As agências dos EUA devem publicar os indicadores de setembro, como o payroll, rapidamente, mas os de outubro e novembro podem não sair antes da reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) em 9 e 10 de dezembro.
Mas as boas notícias de Washington não ajudaram os índices a consolidarem ganhos. Embora o Dow Jones tenha terminado em recorde e o S&P 500 em alta, o Nasdaq caiu, pressionado pelas perdas no setor de tecnologia, após fortes ganhos na sessão anterior.
O Dow avançou 1,18%, aos 47.927,96 pontos, enquanto o S&P 500 teve alta de 0,21%, aos 6.846,61 pontos, e o Nasdaq recuou 0,25%, aos 23.468,30 pontos.
A CoreWeave esteve entre as empresas com pior desempenho na sessão: as ações caíram 16,3% depois que as projeções da empresa decepcionaram os investidores, prejudicando o segmento de inteligência artificial.
As ações da Nvidia, queridinha do mercado de chips de IA, também caíram (-4%) depois que o SoftBank vendeu toda a sua participação na companhia por mais de US$ 5 bilhões.
O setor de IA tem estado sob pressão recentemente em meio a crescentes preocupações com a avaliação das ações. Na terça-feira (10), nomes importantes do setor, como Micron Technology, Oracle e Palantir Technologies, caíram em sintonia com a CoreWeave e a Nvidia.
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