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A saída de um gigante de shoppings abriu uma oportunidade única para os investidores: os dez bancos e corretoras procurados pelo Seu Dinheiro indicaram cinco fundos de tijolo e três FIIs de papéis neste mês
O fundo imobiliário XP Malls (XPML11), gigante do setor de shopping centers, vinha se colocando como figurinha carimbada na série FII do Mês. Porém, o FII queridinho perdeu espaço no mês de maio e teve apenas uma recomendação entre os dez bancos e corretoras procurados pelo Seu Dinheiro.
A saída do gigante de shoppings abriu uma oportunidade única para os investidores — e histórica no FII do Mês. Pela primeira vez desde o início da série, houve um empate nas recomendações e oito fundos imobiliários figuraram entre os favoritos para colocar na carteira em maio, com duas recomendações cada um.
Confira abaixo todos os FIIs presentes no ‘top 3’ para este mês:
*A carteira indicada pelo banco Daycoval não é limitada a apenas ativos imobiliários. Assim, a instituição inclui ativos atrelados ao agronegócio, debêntures e infraestrutura.
Os dez bancos e corretoras indicaram cinco fundos de tijolo — ou seja, que aplicam os recursos diretamente em imóveis — e três FIIs de papéis, que investem em títulos e valores mobiliários lastreados em ativos imobiliários.
Conheça os oito FIIs recomendados para maio:
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Com um portfólio premium, composto por imóveis alugados com contratos, em sua maioria, atípicos — ou seja, com prazos longos, sem revisional no meio do contrato e multas de rescisão salgadas —, o BTG Pactual Logística também é um velho conhecido para quem acompanha a série do Seu Dinheiro.
O FII do segmento logístico possui 34 ativos presentes na carteira, que estão localizados, em sua maioria, na região metropolitana de São Paulo e totalizam 1,3 milhão de metros quadrados.
Segundo o último relatório gerencial, a vacância financeira do portfólio é de 1,9%, enquanto o dividend yield (taxa de retorno de dividendos) é de 9,6%. Atualmente, as cotas BTLG11 estão sendo negociadas com um desconto de aproximadamente 3% em relação ao valor patrimonial, segundo o Santander.
Considerado um dos FIIs mais tradicionais da indústria, o KNRI11 atua nos segmentos de lajes corporativas e galpões logísticos. O fundo é composto por 21 ativos, totalizando 721.611 metros quadrados em Áreas Bruta Locável (ABL).
Os imóveis do FII estão localizados principalmente em São Paulo, mas o KNRI11 também possui ativos em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.
Atualmente, o fundo conta com uma taxa de vacância física de 4,60% e financeira de 6,24%, concentrada principalmente nos escritórios do Rio de Janeiro. Além disso, o KNRI11 está sendo negociado com desconto de aproximadamente 9% em relação ao valor patrimonial.
Com mais de 400 mil cotistas e um patrimônio líquido de R$ 7,79 bilhões, o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) é um dos maiores nomes da bolsa brasileira. O fundo tem o objetivo de investir em crédito imobiliário, por meio de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).
O FII possui participação de 6,6% no Ifix, principal índice de referência dos fundos imobiliários. Além disso, o KNCR11 tem liquidez diária de aproximadamente R$ 11 milhões.
O portfólio é concentrado em CRIs indexados ao CDI, com taxa prefixada média de 2,1% ao ano (ou seja, CDI + 2,1%). Atualmente, o FII possui 74 ativos na carteira.
Segundo a Empiricus Research, historicamente, o KNCR11 opera com ágio de 2% da média sobre o valor patrimonial.
Outro nome consolidado da indústria, o KNIP11 é conhecido pela carteira defensiva. Isso porque o portfólio do FII é composto por ativos de renda fixa, que são predominantemente indexados à inflação e com baixo risco de crédito, especialmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).
Iniciado em 2016, o fundo imobiliário possui mais de 73 mil investidores e um patrimônio líquido de R$ 7,25 bilhões.
Segundo o último relatório gerencial, ao fim de março, o Kinea Índices de Preços apresentou alocação, em relação ao seu patrimônio, de 107,5% em ativos alvo e 0,3% em LCI.
O HGRU11 é um fundo imobiliário de tijolo gerido pelo Pátria, focado em imóveis urbanos nos setores de varejo e educação. Atualmente, o FII possui um patrimônio líquido de R$ 2,95 bilhões e mais de 218 mil cotistas.
Segundo o último relatório gerencial, o HGRU11 apresentou um rendimento de R$ 0,90 por cota em março. O montante equivale a um dividend yield de 0,75% por mês, ou 9% em termos anualizados.
Com início em 2011, o HGLG11 explora empreendimentos no segmento logístico e industrial. Atualmente, o FII possui um patrimônio líquido de R$ 5,38 bilhões e mais de 499 mil cotistas.
Segundo o último relatório gerencial, o fundo apresentou em março um dividend yield anualizado de 8,6%. Além disso, o HGLG11 registrou alavancagem de 11,6%.
O TRXF11 investe em imóveis localizados em centros urbanos de cidades brasileiras. O portfólio atual é formado por 58 imóveis distribuídos em 13 estados, com total de 593 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL) própria.
Com um patrimônio líquido de R$ 2,08 bilhões e mais de 184 mil cotistas, o FII apresentou um dividend yield de 0,89% no mês de abril e de 10,71% nos últimos 12 meses.
Os contratos de locação dos imóveis do TRXF11 são, em sua maioria, no modelo atípico, com 96% encerrando apenas em 2035. Atualmente, as cotas estão sendo negociadas com um ágio de 2% em relação ao valor patrimonial do fundo.
Com início em 2018, o VGIR11 investe os recursos do fundo principalmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Segundo o último relatório gerencial, referente a março, o FII possui um patrimônio líquido de R$ 1,4 bilhão.
O VGIR11 encerrou o mês com 104,3% de seu patrimônio alocado em CRIs, distribuídos em 60 diferentes operações. A distribuição de rendimentos do FII em março foi de R$ 0,12 por cota, equivalente a uma rentabilidade líquida de CDI + 3,8% ao ano, com base no valor da cota patrimonial do final de janeiro.
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
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