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Enquanto investidores se afastam cada vez mais da bolsa brasileira, o cenário se torna cada vez mais favorável para a renda variável local
Por quase duas décadas, investidores diminuíram a exposição à bolsa brasileira. A renda variável perdeu espaço em praticamente todos os tipos de carteira — desde fundos de investimento e fundos de pensão até estratégias mais flexíveis, como multimercados e previdência.
O apetite por fundos de ações puros despencou nos últimos anos. Enquanto, no auge, esses fundos chegaram a representar mais de 14% do patrimônio total da indústria, hoje mal ultrapassam os 6%.
E essa retração não se limita apenas aos fundos classificados exclusivamente como ações. Se considerada toda a exposição a ações dentro da indústria de fundos — incluindo multimercados e previdência —, a participação caiu de 22,5% em 2007 para apenas 5,6% atualmente.
Porém, na leitura da Empiricus Research, quem está fora da bolsa hoje pode estar correndo um risco grande de perder as oportunidades que surgirão quando o ciclo finalmente virar.
A resposta está no quanto a bolsa brasileira é sensível ao contexto macroeconômico, especialmente à trajetória dos juros.
Quando os juros estão baixos e a economia apresenta estabilidade relativa, o investidor se sente confortável para buscar retornos maiores e assumir mais riscos.
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Porém, ao menor sinal de aperto monetário, alta da taxa básica e aumento da volatilidade, a fuga acontece rápido.
“Esse ambiente adverso resultou em uma forte retração na participação da bolsa nos portfólios dos investidores”, disse Lais Costa, analista da Empiricus Research.
E não são só os investidores pessoa física que recuaram. Até os institucionais — que tradicionalmente têm horizontes de investimentos mais longos e tendem a ser menos influenciados por oscilações de curto prazo — parecem ter cedido ao temor diante dos ciclos econômicos.
Apesar desse movimento estrutural de saída, os principais gestores de fundos de ações no Brasil enxergam que o pessimismo pode estar exagerado.
Para os tubarões do mercado, a assimetria do risco ainda favorece a bolsa — especialmente com a expectativa de queda da Selic, que deve funcionar como catalisador para reativar o apetite dos investidores por ativos de risco, como ações.
Uma Selic mais baixa tende a deixar o CDI menos atrativo e a valorizar as empresas, abrindo espaço para os investidores buscarem retornos reais pela bolsa.
“A visão que temos para a classe de renda variável é construtiva. A combinação de expectativas de juros em trajetória de queda, uma possível antecipação da precificação de uma guinada à direita no governo e uma economia que tem apresentado dados de resiliência criam um pano de fundo favorável para a retomada de fluxo para ativos de risco”, avaliou a analista da Empiricus.
Além do cenário interno, um movimento global reforça essa tese: há em curso uma redistribuição do fluxo de capitais, que sai de grandes economias, como os Estados Unidos, rumo a mercados emergentes — com o Brasil entre os destinos.
Outro fator que joga a favor da bolsa brasileira é técnico: o mercado tem observado uma redução significativa no free float, ou seja, na quantidade de ações disponíveis para negociação, devido ao aumento expressivo dos programas de recompra de ações pelas companhias.
Essa menor oferta potencializa a sensibilidade dos preços a qualquer sinal de retomada de fluxo, o que pode impulsionar a valorização dos ativos diante do aumento da demanda.
“Estamos diante de uma combinação rara: valuations deprimidos, fluxo de captação líquida de fundos da classe ainda negativo, mas uma estrutura macro que pode começar a virar a favor”, disse Costa.
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