🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Monique Lima

Monique Lima

Repórter de finanças pessoais e investimentos no Seu Dinheiro. Formada em Jornalismo, também escreve sobre mercados, economia e negócios. Já passou por redações de VOCÊ S/A, Forbes e InfoMoney.

TOUROS E URSOS #252

Flávio Bolsonaro presidente? Saiba por que o mercado acendeu o sinal amarelo para essa possibilidade

Rodrigo Glatt, sócio-fundador da GTI, falou no podcast Touros e Ursos desta semana sobre os temores dos agentes financeiros com a fragmentação da oposição frente à reeleição do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Monique Lima
Monique Lima
17 de dezembro de 2025
12:35 - atualizado às 12:15
Rodrigo Glatt, sócio-fundador da GTI - Imagem: Montagem Seu Dinheiro

O anúncio da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ) à Presidência mexeu com os ânimos do mercado financeiro. A notícia, divulgada em 5 de dezembro, derrubou o Ibovespa em mais de 4% e fez o dólar disparar frente ao real, chegando a flertar com R$ 5,50.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Rodrigo Glatt, sócio-fundador da GTI, a reação refletiu o temor de uma fragmentação da oposição, aumentando as chances de reeleição do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso se confirme sua candidatura.  

No episódio desta semana do Touros e Ursos, Glatt fala sobre os efeitos dessa movimentação política sobre os investimentos e os possíveis cenários para 2026, com as informações deste momento — dez meses antes do pleito eleitoral.  

“O mercado gostaria que acontecesse a candidatura do [governador de São Paulo] Tarcísio [de Freitas]. Quando você traz uma candidatura como a do Flávio Bolsonaro, isso fragilizaria um pouco a posição da direita”, disse Glatt. 

O que o “mercado” quer?  

De acordo com Glatt, os agentes financeiros que compõe o que se chama de “mercado” têm preferência por nomes “mais moderados”, que eles veem com maior chance de superar o presidente Lula nas eleições do próximo ano.   

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Tarcísio tem um nome muito bem-visto por ter um trânsito melhor dos dois lados e não ter esse nível de rejeição tão grande quanto o nome ‘Bolsonaro’”, disse o gestor.  

Leia Também

A busca dos agentes financeiros é por um candidato fiscalista, que se comprometa com pautas atreladas ao controle das contas públicas, privatizações, corte de gastos, entre outras reformas.  

Na visão de Glatt, no caso de uma vitória da oposição, os setores mais beneficiados seriam os da economia doméstica, como consumo, varejo, logística, educação e saúde. Isso porque, “um governo mais liberal” tende a reduzir as expectativas de juros futuros, “impulsionando empresas sensíveis ao crédito”. 

Por outro lado, a reeleição de Lula manteria os juros em níveis mais altos e um dólar mais valorizado. “Nesse caso, as exportadoras e empresas mais defensivas, como as do agronegócio, seriam os setores mais beneficiados”, afirmou.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A estratégia para investidores se posicionarem na bolsa depende diretamente do desfecho eleitoral. 

Onde a GTI está investindo 

Glatt avalia a alocação da GTI como diferente da média do mercado. Eles estão mais posicionados em commodities e empresas do agronegócio.  

“A gente gosta dessas empresas, como Vale, Gerdau, Suzano. Mais recentemente nos posicionamos também no agro, como SLC, 3Tentos e São Martinho”, disse.  

A gestora aposta na geração de caixa dessas companhias, mesmo com os preços das matérias-primas mais deprimidos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O desempenho dessas empresas está mais atrelado ao mercado internacional. Não por acaso, Glatt aponta que os maiores riscos para 2026 estão no cenário local: fiscal e eleições.  

“O cenário de eleições em outubro e o quão ruim o fiscal pode ficar vão nortear a trajetória de juros e o humor do mercado”, disse.  

Ele também destacou que o ajuste fiscal será inevitável a partir de 2027, independentemente do candidato vitorioso. 

Apesar das incertezas, o gestor vê espaço para valorização da bolsa. “Como a alocação no mercado de ações ainda está muito baixa, há muito tempo, acho que tem uma chance de ter fluxo para a bolsa no ano que vem”, afirmou.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A expectativa é de que a queda dos juros melhore os resultados das empresas e atraia os investidores. 

Touros e Ursos da semana 

No bloco final do podcast, os convidados elegem os touros e ursos da semana, expressão que dá nome ao podcast.  Entre os destaques positivos, o primeiro touro ficou com José Antonio Kasteleito presidente do Chile com um programa pró-mercado e de segurança pública.  

Outro touro ficou para a Riachuelo, que praticamente dobrou de preço na bolsa em 2025 e anunciou, recentemente, a mudança do nome de negociação e de ticker a partir de 2026. O nome deixará de ser Guararapes para adotar Riachuelo, com o código RIAA3.  

Do lado negativo, o petróleo foi escolhido como urso. A commodity perdeu mais de 4% de valor na última semana e chegou a ser negociado abaixo de US$ 60 o barril. A queda ocorreu após avanços nas negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, que podem aumentar a oferta global da matéria-prima.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Varejistas também apareceram como urso. As empresas seguem pressionadas pela manutenção da taxa básica de juros em 15% ao ano. Apesar do bom desempenho no acumulado de 2025, o tom duro do Banco Central em dezembro esfriou as expectativas de corte em janeiro e pesou sobre os papéis do setor. 

Saiba mais sobre os touros e ursos, e sobre as eleições de 2026 no episódio completo: 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar