O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo o Santander, hoje, os investidores gringos mantêm posições pequenas na bolsa, mas mais inclinados a aumentar sua exposição, desde que surja um gatilho apropriado

Depois de meses conturbados para a renda variável como um todo, os investidores estrangeiros voltaram os olhos para a bolsa brasileira, mas estão sem pressa de dar o "sim".
Segundo relatório do Santander, que ouviu investidores na Europa, o compasso é de espera por um momento ideal para aumentar a exposição na carteira — não só em relação ao Brasil, mas também a outras regiões —, no aguardo de maior clareza sobre tarifas e políticas econômicas dos EUA.
Hoje, os investidores internacionais mantêm posições pequenas na bolsa local, mas mais inclinados a aumentar sua exposição desde que surja um gatilho apropriado.
“Terminamos a semana com a impressão de que os investidores estão afiando seus lápis para estar prontos para adicionar Brasil quando o momento for oportuno”, avaliaram os analistas.
Para os gringos, o ponto mais baixo de valuation da bolsa brasileira já passou e a perspectiva é de melhoria, impulsionada por eventos positivos esperados para 2026.
A potencial continuação da depreciação do dólar também é vista como favorável, pois poderia beneficiar os mercados emergentes, como o Brasil.
Leia Também
Alguns investidores acreditam que, se a economia dos EUA continuar a desacelerar, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) poderia retomar o ciclo de flexibilização monetária, oferecendo suporte adicional ao desempenho das ações emergentes.
No entanto, essa visão não é unânime, com a maioria dos investidores ainda relutante em fazer apostas agressivas neste momento.
No cenário local, a preocupação com a desaceleração do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no segundo semestre de 2025 e seu impacto potencial nos lucros das empresas continua a moderar o otimismo dos investidores estrangeiros.
Frente ao risco de um ambiente de consumo enfraquecido, o Santander indica que os investidores estrangeiros preferem manter em suas carteiras empresas defensivas e de crescimento robusto, como o Mercado Livre (MELI34), que “poderiam suportar qualquer potencial desaceleração na atividade econômica”.
Por ora, a maioria mantém exposição na bolsa a companhias de alta qualidade, como Weg (WEGE3), Embraer (EMBR3), RD Saúde (RADL3) e Itaú Unibanco (ITUB4), além de ativos no segmento de utilidades públicas, como saneamento e energia.
Os investidores ainda acompanham de perto a Cyrela (CYRE3), vista como uma ação de “beta” alto — mais suscetível a acompanhar melhorias de mercado — e qualidade elevada com grande poder de precificação.
“A maioria dos investidores com quem falamos concordou que poderia ser um nome interessante de alto beta para capturar a potencial continuação do enfraquecimento do dólar e gatilhos no próximo ano”, disse o Santander.
MAIS SAÚDE PARA A AÇÃO
TOUROS E URSOS #270
ENTENDA
VEJA QUAL É
PEDIDO ENTREGUE
TEMPORADA DE BALANÇOS
DISPUTA PELO CAPITAL GLOBAL
MEXENDO NO PORTFÓLIO
CASTIGO DO MONSTRO
SURPRESA NEGATIVA
MERCADOS
TEMPORADA DE BALANÇOS
ALÍVIO PASSAGEIRO?
TEMPORADA DE BALANÇOS
EM EXPANSÃO
REABERTURA DE JANELA?
TEMPORADA DE BALANÇOS
CARTEIRA RECOMENDADA
BANCANDO O PREÇO DE CRESCER
DECEPCIONOU?