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A nova composição do índice entra em vigor em 1º de setembro e permanece até o fim de dezembro, com 84 papéis de 81 empresas
As mudanças no principal índice da B3 estão cada vez mais próximas. A bolsa divulgou nesta quinta-feira (28) a terceira — e última — prévia da carteira teórica do Ibovespa, válida entre setembro e dezembro de 2025.
As alterações refletem o critério de negociabilidade, que define quais companhias permanecem ou deixam o grupo mais seleto da bolsa.
Já cotada em prévias anteriores, a Cury (CURY3) voltou a aparecer na terceira versão do índice, conforme o esperado por casas como Bank of America (BofA), BTG Pactual, Itaú BBA e XP Investimentos.
A surpresa ficou por conta da C&A (CEAB3), que não havia aparecido nas prévias anteriores. Até agora, apenas o BofA projetava a entrada da varejista — mas somente para janeiro de 2026.
Com isso, Cury e C&A devem estrear no Ibovespa em setembro, ocupando as vagas de São Martinho (SMTO3) e Petz (PETZ3), que ficam de fora da carteira.
A nova composição do índice passa a valer em 1º de setembro e segue até o fim de dezembro, com 84 papéis de 81 empresas. O rebalanceamento do Ibovespa ocorre a cada quatro meses.
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Para definir os componentes, a B3 leva em conta fatores como o Índice de Negociabilidade (IN), volume de negociações e situação da empresa — companhias em recuperação judicial ou classificadas como penny stocks (com ativos abaixo de R$ 1,00) não são elegíveis.
Os setores de commodities e bancos continuam sendo os de maior peso na nova carteira do Ibovespa.
As ações da Vale (VALE3) seguem na liderança como as de maior peso no índice, seguidas por Itaú Unibanco (ITUB4), Petrobras (PETR3; PETR4) e Bradesco (BBDC4).
Já Itaúsa (ITSA4) e BTG Pactual (BPAC11) são as novidades no Top 10 do Ibovespa.
Confira a seguir as 10 companhias com maior participação na nova carteira — esses dez ativos, somados, respondem por 50% do Ibovespa:
*Com informações do Money Times
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