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O gatilho dos ganhos de hoje foi o dado mais fraco de emprego dos EUA, que impulsionou expectativas por cortes de juros pelo banco central norte-americano
A expressão Inshalá, muito ouro — popularizada na novela O Clone, em 2002 — nunca fez tanto sentido como agora. Nesta sexta-feira (5), o metal precioso subiu 1,29%, para US$ 3.653,30 por onça-troy e renovou o maior nível histórico de fechamento, depois de subir à máxima intradia de US$ 3.655,50. Com isso, os ganhos na semana chegam a 4% e, no ano, são ainda maiores: 30%.
O gatilho dos ganhos de hoje foi o dado mais fraco de emprego dos EUA, que impulsionou expectativas por cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Você pode conferir aqui os detalhes do movimento dos mercados hoje.
Investidores também monitoraram a demanda por bancos centrais e a desvalorização do dólar e dos yields (rendimentos) dos títulos do Tesouro dos EUA — que competem com o ouro como ativos considerados mais seguros.
Paulo Cunha, CEO da iHUB Investimentos, avalia que o ouro sempre desempenhou um papel estratégico nos portfólios, mas agora assume uma função ainda mais relevante.
“Historicamente, o ouro já era reconhecido como uma reserva de valor, mas neste ano ele ganhou protagonismo diante da escalada de riscos geopolíticos e da instabilidade de outros ativos”, afirma.
O ouro começou o dia em baixa, mas reverteu perdas e firmou ganhos na esteira do principal relatório de empregos dos EUA, o payroll. O documento mostrou criação de empregos abaixo da prevista e aumento na taxa de desemprego em agosto, levando o mercado a precificar 0,75 ponto percentual (pp) em cortes acumulados em 2025.
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Para o TD Securities, contudo, o mercado de trabalho norte-americano ainda não desacelerou o suficiente para desafiar as projeções de resiliência da macroeconomia. O banco de investimentos canadense pondera que isso deverá limitar a performance do ouro, mantendo os preços em nível elevado, mas pausando seu rali por algum tempo.
Já a Capital Economics aponta que a demanda de bancos centrais segue aumentando, citando como exemplo o BC da Polônia, que planeja ampliar suas alocações de reservas de ouro em 30%.
"Com oferta limitada e sem ausência de compradores, os riscos para nossa projeção já acima do consenso para os preços do ouro continuam de alta", afirma a consultoria britânica, prevendo que isso ajudará o ouro a ultrapassar a máxima histórica atual.
Além da aversão a risco provocada por guerras e tensões comerciais, outro fator importante para o desempenho do ouro em 2025 foi a inflação global e a variação constante do dólar.
“O ouro tem uma limitação natural de quantidade disponível, por isso se valoriza com mais facilidade. Moedas podem ser emitidas livremente por governos, mas o ouro não. Isso é um diferencial decisivo em tempos de incerteza”, afirma o CEO da iHUB.
Para quem quer saber se vale a pena investir em ouro agora, Cunha sugere cautela, pois os custos operacionais, tributação e risco cambial devem ser levados em consideração antes de fazer o investimento.
“Uma boa opção seria investir via ETF, como o GOLD11, que possui baixa taxa de administração e alta liquidez”, diz.
O CEO da iHUB recomenda uma exposição de até 10% para carteiras agressivas e até 5% para carteiras moderadas. Já carteiras conservadoras podem buscar outras proteções, como dólar e renda fixa.
Na construção de uma estratégia mais robusta, o CEO também orienta uma combinação de ativos de proteção: até 15% em dólar e títulos globais, 10% em ouro, até 30% em ações e o restante em renda fixa. “Essa diversificação ajuda a equilibrar o portfólio frente a choques econômicos”, diz.
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