Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Katherine Rivas

Katherine Rivas

É PARA ENCHER O CARRINHO?

Bolsa barata em ano eleitoral: mito ou verdade? Estudo mostra histórico e ações pechincha com maior potencial de valorização em 2026

Do rali dos 150 mil pontos ao possível tombo: como aproveitar a bolsa nos próximos meses, com caixa ou compras graduais?

Katherine Rivas
Katherine Rivas
1 de outubro de 2025
6:13 - atualizado às 17:54
bolsa ações small caps microcaps
O Ibovespa vai mesmo passar por rali eleitoral? Estudo mostra que natureza da incerteza é mais importante que a eleição em si. Imagem: Montagem Canva Pro

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, vem renovando recordes e já chegou a superar os 147 mil nas negociações intradiárias algumas vezes. Os 150 mil pontos parecem cada vez mais próximos, mas o desafio está no cenário: eleições à frente e ambiente macroeconômico adverso. O que acontece depois?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Existe uma crença de que, em ano eleitoral, a bolsa brasileira fica barata e oferece grandes descontos em ações. Mas será mito ou realidade? E, se for verdade, o melhor é comprar agora ou esperar a proximidade das eleições?

O Seu Dinheiro testou a teoria em um estudo sobre os últimos cinco ciclos eleitorais (2002-2022). O levantamento exclusivo de Fábio Sobreira, sócio e analista da Rocha Opções de Investimentos, comparou o desempenho do Ibovespa nos 12 meses antes do pleito eleitoral com os 36 meses anteriores ao mesmo mandato. Foram analisados três critérios: valuation (múltiplo preço/lucro), volatilidade e retorno anualizado. Os dados são da Economatica.

A conclusão é que não há regra universal de desconto nas eleições, mas uma tendência que depende do contexto. Em 3 dos 5 ciclos, o Ibovespa teve desempenho pior, maior volatilidade e valuation mais baixo.

“O fator decisivo não é a eleição em si, mas a natureza da incerteza. Quando o pleito sugere mudança para um modelo econômico de maior risco, a tendência de desconto se confirma. Mas quando aponta continuidade ou melhora diante de crise maior, a bolsa barata pode ser neutralizada ou até revertida”, afirma Sobreira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como o Ibovespa se comportou nas últimas 5 eleições?

Eleição 2022: Lula vs. Jair Bolsonaro (vencedor: Lula)

MétricaPeríodo de mandato (36 meses)Ano eleitoral (12 meses)
DatasOut/2018 a Set/2021Out/2021 a Set/2022
Valuation (P/L)Média P/L: 11,5xMínimas P/L: 4,8x (Mais barato)
VolatilidadeMédia: 22%Picos: 30% (mais volátil)
Retorno anualizado+6,5% a.a.-4,0% a.a. (pior)

O que aconteceu neste período? Alta agressiva da Selic, risco fiscal elevado e polarização política extrema.

Leia Também

Eleição 2018: Jair Bolsonaro vs. Fernando Haddad (vencedor: Bolsonaro)

MétricaPeríodo de mandato (36 meses)Ano eleitoral (12 meses)
DatasOut/2014 a Set/2017Out/2017 a Set/2018
Valuation (P/L)Picos P/L: acima de 20x (crise)Média P/L: 12,1x (similar)
VolatilidadeMédia: 24%Picos: 35% (mais volátil)
Retorno anualizado+10,0% a.a.+6,0% a.a. (pior)

O que aconteceu neste período? Mandato pós-impeachment de Dilma e recessão. Ano eleitoral com incerteza política máxima e crises, como a greve dos caminhoneiros.

Eleição 2014: Dilma Rousseff vs. Aécio Neves (vencedor: Dilma)

MétricaPeríodo de mandato (36 meses)Ano eleitoral (12 meses)
DatasDe Out/2010 a Set/2013De Out/2013 a Set/2014
Valuation (P/L)Média P/L: 9,7xMínimas P/L: 8,5x (mais barato)
VolatilidadeMédia: 19%Picos: 25% (mais volátil)
Retorno anualizado-6,4% a.a.-9,0% a.a. (pior)

O que aconteceu neste período? Perda de confiança na “Nova Matriz Econômica”, auge da crise no ano eleitoral, com mercado reagindo às pesquisas.

Eleição 2010: Dilma Rousseff vs. José Serra (vencedor: Dilma)

MétricaPeríodo de mandato (36 meses)Ano eleitoral (12 meses)
DatasOut/2006 a Set/2009Out/2009 a Set/2010
Valuation (P/L)Média P/L: 10,2xMédia P/L: 11,8x (mais caro)
VolatilidadePicos: acima de 50% (crise)Média: 21% (menos volátil)
Retorno anualizado+2,9% a.a.+23,0% a.a. (melhor)

O que aconteceu neste período? Mandato absorveu a crise global de 2008. Ano eleitoral foi oposto, com otimismo, crescimento forte e certeza de continuidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eleição 2006: Lula vs. Geraldo Alckmin (vencedor: Lula)

MétricaPeríodo de mandato (36 meses)Ano eleitoral (12 meses)
DatasOut/2002 a Set/2005Out/2005 a Set/2006
Valuation (P/L)Média P/L: 7,5xMédia P/L: 9,8x (mais caro)
VolatilidadePicos: acima de 35% (crise)Média: 23% (menos volátil)
Retorno anualizado+37,5% a.a.+28,0% a.a. (pior)

O que aconteceu neste período? Mandato promoveu forte recuperação após crise de confiança inicial, consolidando a melhora.

Eleição 2002: Lula vs. José Serra (vencedor: Lula)

MétricaPeríodo de mandato (36 meses)Ano eleitoral (12 meses)
DatasOut/1998 a Set/2001Out/2001 a Set/2002
Valuation (P/L)Média P/L: 9,0xMínimas P/L: 4,5x (mais barato)
VolatilidadeMédia: 25%Picos: acima de 40% (mais volátil)
Retorno anualizado-15,0% a.a.-17,0% a.a. (pior)

O que aconteceu neste período? Fim de ciclo de governo, com crise de confiança e o ápice do “Risco Lula”.

Qual padrão 2026 deve seguir?

No levantamento, 2022, 2014 e 2002 mostraram uma bolsa mais barata em ano eleitoral. Para Sobreira, há sinais de que 2026 repita o comportamento de 2014 e 2022, com ambiente desafiador para ativos domésticos.

Três fatores sustentam essa visão: 1) deterioração fiscal, que tende a se acelerar em anos eleitorais; 2) incerteza política e polarização, que colocam em dúvida a continuidade do modelo econômico atual e geram desconfiança; e 3) riscos externos, como tarifas de Trump e juros altos ao redor do mundo, que reduzem o apetite por emergentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Sobreira, esse conjunto deve levar investidores a exigir mais desconto para aplicar no Brasil, barateando ativos ao pagar menos pelo lucro futuro. Apesar das máximas recentes, ele lembra que o P/L do Ibovespa está em 9,6 vezes, abaixo da média histórica de 11 vezes, o que confirma a bolsa ainda barata.

Vai ter rali da bolsa antes disso?

Com o Ibovespa perto dos 150 mil pontos, surge a dúvida: haveria um rali eleitoral na bolsa seguido de um tombo do índice em 2026?

Para Jayme Simão, sócio-fundador do Hub do Investidor, a alta recente não se deve apenas às eleições, mas a fatores como corte de juros nos EUA, dólar fraco atraindo capital estrangeiro e maior alocação em emergentes.

Sobreira acrescenta que a aproximação entre Lula e Trump poderia trazer efeitos positivos no curto prazo, além da possível queda da Selic no próximo ano, o que pode favorecer o Ibovespa a atingir 150 mil pontos ainda em 2025. Mas alerta: “A melhora externa não muda os problemas internos em 2026, a incerteza fiscal e a polarização política, que são verdadeiros vetores do risco doméstico.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele projeta 2026 parecido com 2014 e 2022: rali em 2025, seguido de volatilidade elevada quando o cenário interno voltar a pesar mais que o externo.

Mesmo se conquistar os 150 mil pontos, a bolsa seguirá barata: o P/L do Ibovespa está abaixo da média histórica e, em dólar, vale 28 mil pontos frente ao pico de 44 mil em 2008, 35% mais barata para o investidor estrangeiro. Em termos reais, descontada a inflação, o índice está no mesmo nível de 2010 — ante a inflação, praticamente não saiu do lugar em 15 anos.

Pesquisas eleitorais podem alongar o rali se indicarem troca de governo, e há espaço para surpresas positivas após o pleito eleitoral. Felipe Miranda, sócio-fundador da Empiricus, lembra 2002 na sua coluna: o ano teve descontos, mas a guinada de Lula da extrema esquerda ao pragmatismo econômico levou o Ibovespa a multiplicar quase seis vezes o capital entre 2002 e 2007, pulando de 11.268 pontos para 63.886 pontos.

O que geralmente fica barato na bolsa em ano eleitoral?

O estudo de Sobreira mostra que, nos anos de maior desconto do Ibovespa (2014 e 2022), as ações mais afetadas foram estatais e empresas ligadas à economia doméstica. Em 2014, Petrobras (PETR4), Eletrobras (ELET6), Banco do Brasil (BBAS3), Usiminas (USIM5), Gol (GOLL4), Cemig (CMIG4), Bradesco (BBDC4) e MRV (MRVE3) estavam entre as mais descontadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2022, o movimento atingiu principalmente Magazine Luiza (MGLU3), CVC (CVCB3), Gol (GOLL4), Azul (AZUL4), IRB Re (IRBR3), Americanas (AMER3), Casas Bahia (BHIA3) e Sabesp (SBSP3).

Segundo o analista, estatais sofrem risco político direto, com possível intervenção do governo em preços, dividendos e investimentos, o que justifica o desconto. Já varejistas, construtoras e aéreas dependem de juros baixos e confiança do consumidor, corroídos em períodos eleitorais.

“Em ciclos eleitorais, estatais concentram os maiores descontos, pela incerteza com políticas públicas, mas podem destravar valor se houver expectativa de governança melhor ou políticas pró-mercado”, afirma Simão.

O padrão oposto são empresas resilientes, que funcionam como porto seguro. Algumas têm receita dolarizada, protegendo contra a desvalorização do real, como Suzano (SUZB3), Vale (VALE3) e Weg (WEGE3). Outras atuam em setores de utilidade pública ou saúde, com receitas estáveis e menos sensíveis a ciclos econômicos, como Isa Energia (ISAE4), Equatorial (EQTL3), RD Saúde (RADL3) ou segmento financeiro, tais como Itaú (ITUB4) e BB Seguridade (BBSE3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O estudo revelou que, em 2014, as ações mais resilientes foram Ambev (ABEV3), Weg (WEGE3), Klabin (KLBN11), Itaú (ITUB4), RD Saúde (RADL3), Equatorial (EQTL3) e Engie (EGIE3). E, em 2022, Suzano (SUZB3), Vale (VALE3), Weg (WEGE3), Itaúsa (ITSA4), BB Seguridade (BBSE3), ISA CTEEP (TRPL4) — atual ISA Energia (ISAE4) —, Equatorial (EQTL3) e RD Saúde (RADL3).

O que pode ficar barato em 2026?

Para 2026, analistas já mapeiam ações com potencial de valorização ligadas, direta ou indiretamente, ao cenário eleitoral.

Marco Saravalle, estrategista-chefe da MSX Invest, aponta que, em ciclos eleitorais, costumam ter potencial de valorização papéis pagadores de dividendos e com certa previsibilidade. Ou ações que sofreram com endividamento e têm um perfil menos agressivo.

Simão, do Hub do Investidor, vê Petrobras (PETR4) e Banco do Brasil (BBAS3) como opções óbvias, com potencial de ganhos de capital de 30% a 40%, além dos dividendos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A Petrobras negocia a 4 vezes lucro e paga dividendos de 10%, mas carrega dúvidas sobre capex (investimentos) e o preço do petróleo. Qualquer sinal de disciplina nesses pontos poderia levar à reprecificação”, diz.

No BB, a inadimplência do agro ainda pressiona, mas sinais positivos podem aparecer no fim de 2025. Ele recomenda compras até R$ 35 (PETR4) e R$ 22 (BBAS3) para que haja margem de segurança para valorização.

Sobreira cita Suzano (SUZB3), Marcopolo (POMO4) e Isa Energia (ISAE4). A Suzano protege contra a desvalorização do real e tem receita dolarizada, a Marcopolo tem forte receita externa, imune ao risco Brasil e às tarifas de Trump.

Já a Isa Energia oferece segurança e receita regulada corrigida pela inflação. “Não é uma empresa de alto crescimento, a valorização é mais limitada a 15% sem considerar os dividendos, mas oferece segurança e renda”, diz Sobreira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele ainda recomenda ficar de olho em Petrobras, Banco do Brasil e Sabesp, mas sem compras imediatas, aguardando preços promocionais no ano eleitoral.

Para quem não é muito fã de eleições, mas quer pechincha, Fernando Bresciani, analista do Andbank, sugere setores menos sensíveis ao pleito e que não sofrem com governos de direita ou esquerda, como petróleo, energia elétrica, carnes, bancos e seguradoras.

Entre os papéis, Bresciani cita Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Eletrobras (ELET6), Copel (CPLE6), Prio (PRIO3), Porto Seguro (PSSA3) e BB Seguridade (BBSE3). “O desconto nesses casos não está ligado à política”, afirma.

Fora do Ibovespa, Saravalle destaca a holding Simpar (SIMH3), sensível aos juros de longo prazo e efeito indireto das eleições. “A companhia aumentou receita e lucro operacional, mas não o lucro líquido. Com queda nas despesas financeiras, o lucro dispara e as ações também”, diz. Ele vê o papel negociando até R$ 7,50.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja abaixo as ações que podem ficar baratas pelo ano eleitoral

AçãoPreço-alvoPreço-tetoPotencial de valorizaçãoRecomendaçãoQuem recomenda
Petrobras (PETR4)R$ 40R$ 3530% a 40%CompraHub do Investidor
Petrobras (PETR4)R$ 31,20R$ 22,50 a R$ 2425% a 30%NeutraRocha Opções de Investimentos
Banco do Brasil (BBAS3)R$ 24R$ 2230% a 40%NeutraHub do Investidor
Banco do Brasil (BBAS3)R$ 21,88R$ 16,50 a R$ 17,5020% a 25%NeutraRocha Opções de Investimentos
Suzano (SUZB3)R$ 68R$ 56,5020% ou maisCompraRocha Opções de Investimentos
Marcopolo (POMO4)R$ 10,50 R$ 8,4025% ou maisCompraRocha Opções de Investimentos
Isa Energia (ISAE4)R$ 30R$ 2615% ou maisCompraRocha Opções de Investimentos
Sabesp (SBSP3)R$ 131,25R$ 98 a R$ 10520% a 25%NeutraRocha Opções de Investimentos
Preço-alvo= preço até o qual a ação pode valorizar em 2026
Preço-teto: preço máximo indicado para compra pelos analistas
  • CONFIRA: O podcast Touros e Ursos leva analistas de investimentos para um bate-papo sobre mercado financeiro e oportunidades; veja agora

Compra agora ou faz caixa?

Com 2026 apontando para bolsa barata, a dúvida é: guardar dinheiro em renda fixa e esperar a queda ou começar a comprar de forma fracionada a partir de agora?

Para Sobreira, o ideal é iniciar no fim de 2025 uma rotação gradual de carteira, reduzindo exposição a ativos domésticos e aumentando ações defensivas e dolarizadas.

“Não espere até a eleição para comprar tudo. O ideal é fazer compras parciais ao longo de 2026, aproveitando momentos de pânico para montar posições com preços atrativos”, diz. Ele reforça que manter caixa no Tesouro Selic dá munição para aproveitar oportunidades.

Simão, do Hub do Investidor, concorda e alerta que buscar o “momento perfeito” pode significar perder o rali de valorização do principal índice da bolsa. “Para quem busca descontos eleitorais, faz mais sentido começar gradualmente agora do que esperar um sinal que pode não aparecer”, aconselha.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

LOCATÁRIOS DE PESO

Alianza Trust Renda (ALZR11) traz Fleury (FLRY3) para o portfólio de inquilinos com compra de imóvel — e Shopee pode ser a próxima

1 de abril de 2026 - 13:59

As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte

AÇÕES SOBEM FORTE

Braskem: Citi muda de ideia sobre BRKM5 e eleva recomendação logo antes de notícia sobre possível proteção contra credores

1 de abril de 2026 - 11:50

Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada

ESPAÇO E IA

SpaceX, de Elon Musk, reúne 21 bancos para o maior IPO da história, diz Reuters; um deles é brasileiro

1 de abril de 2026 - 10:24

A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.

O INIMIGO AGORA É O MESMO

‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas?

31 de março de 2026 - 18:35

Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido

OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA

Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraodinários à frente

31 de março de 2026 - 18:14

Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos

CHEGOU A HORA DE BRILHAR?

Bresco Logística (BRCO11) recua abaixo do valor patrimonial, e analistas veem oportunidade; entenda o que esperar do ativo e do mercado de FIIs daqui para frente

31 de março de 2026 - 16:31

Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar

VISÃO DE ESPECIALISTA

Elétricas, petróleo e construtoras: onde se escondem as oportunidades na bolsa, segundo gestores

31 de março de 2026 - 15:32

Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Maior alta do Ibovespa: Natura (NATU3) salta mais de 10% com “selo” de gigante global e outro acordo de acionistas. Hora de comprar?

31 de março de 2026 - 14:31

Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.

ALÉM DOS GRINGOS

Virada de jogo? Brasil se destaca entre emergentes e investidor local volta à B3, diz Itaú BBA

30 de março de 2026 - 18:04

Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência

VIRADA DE CARTEIRA

Brasileiros perdem interesse na renda fixa e ações ganham espaço aos poucos — mesmo com a guerra aumentando os riscos, diz XP

30 de março de 2026 - 15:42

Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem

EFEITO BRENT

Guerra, petróleo em alta e novos poços: a combinação que colocou a Brava (BRAV3) no topo da bolsa nesta segunda

30 de março de 2026 - 13:18

Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa

MERCADOS HOJE

Ibovespa e dólar avançam com mercado dividido sobre a guerra e Galípolo “ganhando tempo”; veja os destaques de hoje

30 de março de 2026 - 11:55

Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC

FOME DE AQUISIÇÃO

O ‘pacman dos FIIs’ está de volta: GGRC11 fecha compra milionária de galpões; confira os detalhes da operação

30 de março de 2026 - 10:42

De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril

QUEM EMAGRE E QUEM GANHA PESO

Fenômeno das canetas emagrecedoras: o “clique” de R$ 50 bilhões que está chacoalhando a bolsa brasileira

28 de março de 2026 - 17:15

Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia