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Esse movimento acontece quando o mercado de ações norte-americano oscila perto de máximas históricas, apoiando novas emissões e desafiando os ventos políticos e econômicos contrários
Quando Ali Babá queria abrir a entrada da caverna onde os ladrões escondiam seus tesouros roubados, ele dizia: abre-te, sésamo!". Diferente do conto, são as portas dos IPOs (ofertas públicas iniciais de ações) que devem se abrir a partir de agora nos EUA.
O temor ligado ao potencial estrago que as tarifas de Donald Trump poderia causar vem diminuindo, com isso, empresas dos mais variados setores — de criptomoedas a bens de consumo — colocaram em marcha roadshows de IPOs nos EUA.
Segundo analistas, a janela até outubro será crucial para essas ofertas de ações, com várias empresas importantes tentando reconquistar a confiança dos investidores em meio às incertezas políticas e econômicas.
Vale lembrar que nos EUA o período do outono — que vai de setembro a novembro — é tradicionalmente um dos mais movimentados para novos negócios, à medida que os mercados se recuperam da calmaria do verão.
O forte desempenho de empresas de tecnologia e criptomoedas de alto crescimento no início deste ano, incluindo a emissora de stablecoins Circle, a startup espacial Firefly Aerospace e a corretora de criptomoedas Bullish, reforçou o otimismo de que o mercado de IPOs está se estabilizando.
Por isso, muitas empresas correm para aproveitar a janela de oportunidade que se abre agora. A fintech sueca Klarna, a exchange de criptomoedas Gemini, a rede de cafeterias Black Rock Coffee Bar, a credora de blockchain Figure Technology e a prestadora de serviços de engenharia e manutenção Legence são algumas das companhias que já tornaram públicos os termos de suas respectivas ofertas.
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Esse movimento acontece quando o mercado de ações dos EUA oscila perto de máximas históricas, apoiando novas emissões e desafiando os ventos políticos e econômicos contrários.
No início do ano, a CEO da Nasdaq, Adena Friedman, afirmou que o pipeline de IPOs deveria ganhar corpo nos EUA no segundo semestre, à medida que grandes empresas privadas começassem a enfrentar a volatilidade para acessar os mercados de ações.
Na época, ela chegou a dizer que as empresas expostas à incerteza da política comercial estavam adotando uma abordagem cautelosa e aguardando até que houvesse maior clareza.
Mas nem sempre foi assim. A porta dos IPOs se fechou em abril, quando o Dia da Libertação de Trump marcou uma onda de tarifas comerciais que derrubou mercados mundo afora — o que levou muitas empresas a desistirem de suas ofertas temendo os efeitos da taxação sobre seus negócios.
Agora, essas mesmas empresas aproveitam o momento para testar se o apetite do investidor está voltando ou se a incerteza comercial e dos juros continuam a fazer sombra sobre os IPOs.
Uma prova disso é que as empresas estão precificando as ofertas de forma conservadora, favorecendo avaliações que deixem espaço para ganhos futuros para evitar o risco de estreias fracassadas.
*Com informações da Reuters e da CNBC
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