O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Cerca de 10.500 vinhos foram avaliados pela Wine Spectator, que faz o ranking desde 1988 e leva em conta critérios rígidos para a escolha
Uma das coisas mais pessoais do mundo é o paladar. O que, para você, pode ser a melhor comida do mundo, pode ser o terror gastronômico de outra pessoa. Apesar disso, existe uma indústria na qual o paladar torna-se um pouco menos subjetivo e é avaliado segundo critérios bem rígidos: o mercado de vinhos.
Por isso, não se assuste se você odiar o gosto daquele que foi eleito o Vinho do Ano pela publicação norte-americana especializada Wine Spectator: o vinho chileno Don Melchior, safra 2021, não foi eleito de acordo com o gosto pessoal.
Os enólogos avaliam quatro fatores: qualidade (baseado na avaliação), valor (baseado no preço), disponibilidade (baseado no número de garrafas disponíveis nos Estados Unidos) e algum aspecto interessante sobre o vinho, que eles denominam “fator X”.
Apenas os vinhos que receberam classificação acima de 90 na escala da revista são considerados para a avaliação.
Cerca de 10.500 vinhos foram avaliados pela Wine Spectator, que selecionou os 100 melhores para a tradicional lista de Melhores Vinhos do Ano, divulgada desde 1988.
De marcas emergentes a vinícolas e terroirs tradicionais, a lista deve ser lida como um “ guia para as vinícolas a serem observadas no futuro – um reflexo dos produtores e vinhos que os editores se apaixonaram particularmente em cada novo ano”, segundo o editorial da revista.
Leia Também
Para a indústria nacional, as notícias não foram muito boas: nenhum vinho brasileiro foi selecionado para o top 100.
Produzido pela Vinã Don Melchor, subsidiária da célebre Viña Concha y Toro (que é tipicamente visitada por quem faz uma viagem a Santiago), o vinho Don Melchor foi considerado pela publicação como um dos Carbenets mais cobiçados do Chile.
Feito com uvas tipo Cabernet Sauvignon, ele tem sua produção no terroir mais famoso do Chile: Puente Alto, ao sul da capital chilena. Plantada originalmente há mais de 100 anos, a vinha Don Melchor foi revitalizada após a aquisição pela Concha y Toro, em 1968.
“Pessoalmente acredito que, para produzir um grande vinho, é necessário ter uma visão clara de onde se quer chegar, mantendo-se fiel à essência do terroir, pois é ele quem verdadeiramente nos guia”, explica Enrique Tirado, gerente geral e enólogo da Viña Don Melchor desde 1997.
Aqui no Brasil, o vinho do ano pode ser encontrado por preço médio de R$ 1.100 em diversas adegas e até em supermercados mais premium.
É a quarta vez que o vinho está entre os dez melhores do ano da Wine Spectator.
Outro Cabernet Sauvignon alcançou o segundo lugar: o Beaulieu Vineyard Georges De Latour Private Reserve, produzido no Napa Valley, na Califórnia.
Já o terceiro lugar foi para o italiano Toscana Tignanello Antinori 2021, que faz um blend de Sangiovese, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc.
A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora