O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No encontro de junho, o banco central norte-americano manteve os juros na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano, mas dados de inflação revelados depois abriram uma janela de esperança para os investidores globais
“Água mole em pedra dura tanto bate até que fura” — o ditado é brasileiro, mas está sendo levado a sério pelo Federal Reserve (Fed). O banco central norte-americano reconheceu que a inflação nos EUA está se movendo na direção certa, porém não com rapidez suficiente para que os juros caiam na maior economia do mundo.
A ata da reunião de política monetária de junho mostrou que as autoridades presentes enxergam que os preços melhoraram, mas querem mais sinais de que essa tendência continuará.
“Os participantes afirmaram que eram necessários dados favoráveis adicionais para dar maior confiança de que a inflação está se movendo de forma sustentável em direção a 2%”, diz o documento.
O Fed tem como meta uma inflação anual de 2%. Em maio, o índice de preços para gastos pessoais (PCE, na sigla em inglês) — a métrica preferida do BC dos EUA para medir a inflação — chegou a 2,6% em termos anuais.
Uma das razões para a disparada do dólar por aqui é a política monetária norte-americana, que mantém os juros no maior patamar em mais de duas décadas — e, ao menos no curto prazo, não dá sinais de mudança.
Os participantes da reunião de política monetária do Fed “enfatizaram que não esperavam que fosse apropriado reduzir os juros até que surgissem informações adicionais para dar maior confiança de que a inflação estava evoluindo de forma sustentável em direção ao objetivo de 2% do Comitê”.
Leia Também
Na ocasião, o comitê de política monetária decidiu manter os juros entre 5,25% e 5,50% ao ano — com alguns membros indicando uma tendência de aumento da taxa, se necessário.
Quando o Copom encerrou a reunião de maio com divergências entre os seus membros, o mercado ficou de orelha em pé, mas nos EUA o dissenso é comum.
A ata da reunião de junho mostrou que nas discussões sobre como abordariam a política monetária, os 19 membros discordaram.
Alguns deles salientaram a necessidade de apertar as rédeas caso a inflação persista, enquanto outros defenderam que deveriam estar prontos para responder caso a economia vacilasse ou o mercado de trabalho enfraquecesse.
“Vários participantes observaram que, se a inflação persistir num nível elevado ou aumentar ainda mais, o intervalo-alvo para a taxa dos fundos federais poderá ter de ser aumentado”, diz a ata.
“Um número de participantes observou que a política monetária deve estar pronta para responder à fraqueza económica inesperada”, acrescenta o documento.
A ata não identifica membros individuais nem fornece valores exatos para o número de participantes da reunião que expressam pontos de vista específicos. Contudo, na linguagem do Fed, “um número” é considerado mais do que “vários”.
A próxima reunião de política monetária do Fed está marcada para os dias 30 e 31 de julho. Mas as apostas de corte de juros se concentram em setembro e dezembro deste ano — ainda que o famoso gráfico de pontos do Fed indique apenas uma redução da taxa em 2024.
Fato é que desde a reunião do mês passado, os dirigentes do Fed, em grande parte, estão seguindo com cautela sobre o corte de juros, sublinhando a dependência dos dados em vez das previsões.
Mas é verdade também que houve indicações de vários deles, incluindo o presidente Jerome Powell, de que a continuação de leituras encorajadoras sobre a inflação proporcionaria confiança de que a taxa pode ser reduzida.
Falando na terça-feira (2) em Portugal, Powell disse que os riscos de cortar os juros cedo e arriscar um ressurgimento da inflação contra um corte tardio que coloque em perigo o crescimento econômico ficaram mais equilibrados.
Anteriormente, as autoridades vinham sublinhado a importância de não recuar com tanta antecedência na luta contra a inflação.
Os mercados norte-americanos fecharam mais cedo nesta quarta-feira (3) por conta do feriado de 4 de julho comemorado amanhã, deixando a reação das bolsas em suspenso.
Mas analistas indicaram o que pode acontecer daqui para frente com os juros nos EUA depois da divulgação da ata de hoje.
O Citi chama atenção para as diferenças dentro do comitê de política monetária do Fed, com vários membros até sugerindo que aumentos da taxa poderiam ser necessários.
Segundo o banco, no entanto, dados divulgados após a reunião provavelmente aumentarão o consenso para os cortes.
“Esperamos o primeiro corte na taxa em setembro, seguido de reduções em cada reunião subsequente até que os juros atinjam 3,25%-3,50% no final de 2025”, diz o Citi.
Para a Oxford Economics, a ata reiterou que o Fed precisa de mais dados antes de cortar os juros, o que exclui julho, mas mantém setembro na mesa.
“No geral, mantemos a nossa previsão de corte nos juros em setembro e dezembro”, afirma a Oxford.
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência
De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo
Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca
Única petroleira americana atua no país há mais de um século e pode sair na frente com a abertura do setor após a queda de Nicolás Maduro
Governo chinês afirma que a ação dos EUA fere normas internacionais e pede que a crise seja resolvida por meio do diálogo
Rodríguez assume em meio à crise política e militar, enquanto Washington sinaliza negociação e Caracas reage
Detido pelos Estados Unidos, o presidente venezuelano aguarda a tramitação das acusações em uma prisão federal de Nova York conhecida por abrigar réus de alta notoriedade e por suas duras condições internas
Reunião foi convocada após ação militar dos EUA que resultou na prisão de Nicolás Maduro; secretário-geral da ONU alerta para “precedente perigoso”
O presidente norte-americano revelou que a operação usou forças aéreas, terrestres e navais. Maduro e a esposa, Cilia Flores, estão sendo levados para Nova York
Líderes de diversos países da América Latina condenaram os ataques dos Estados Unidos nesta manhã, com exceção apenas do presidente da Argentina
Edição de 100 anos acontece em 31 de dezembro; confira os horários das largadas e onde ver a transmissão ao vivo
A edição centenária da São Silvestre entra para a história ao pagar R$ 296 mil em prêmios
Após o telefonema entre os líderes políticos, o Kremlin informou que ambos os presidentes não apoiam a pressão de europeus; entenda
O contato busca destravar negociações de paz enquanto impasse territorial segue no centro das discussões
Bússola para a segunda maior economia do mundo, o plano quinquenal 2026-2030 mostra até onde Xi Jinping pode ir na busca pela supremacia chinesa
Mesmo após transformar a empresa em um conglomerado trilionário, o investidor diz que a compra inicial foi um erro estratégico
Fundador do Telegram, Pavel Durov afirma ser pai de mais de 100 crianças em ao menos 12 países e diz que qualquer filho que comprove vínculo genético terá direito à herança
Um dos destaques foi a Nike, que avançou quase 5% depois que o CEO da Apple, Tim Cook, comprou 50 mil ações da fabricante de calçados
A medida reforça uma política de resistência progressiva da Casa Branca à imigração, e coloca no centro do controle do governo os trabalhadores especializados
O ouro voltou a renovar máximas nesta terça-feira (23), pelo segundo dia consecutivo, e foi seguido de perto pela prata, que superou os US$ 70 por onça