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O “não-economista” vencedor do Nobel de ciência econômica em 2002 morreu nesta quarta-feira (27), aos 90 anos

Ser pioneiro em qualquer área é um grande feito, mas desbravar um tema sem ter passado por qualquer educação formal na área é para poucos. Assim foi com Daniel Kahneman, que nunca fez um curso formal de Economia e, mesmo assim, levou um prêmio Nobel de ciência econômica em 2002.
O “não-economista” morreu nesta quarta-feira (27), aos 90 anos e o óbito foi confirmado pela esposa, Barbara Tversky.
Apesar de não ser da área econômica, Kahneman já tinha formação em psicologia e ao longo da vida resolveu unir ambos os setores.
O avanço dos estudos de Kahneman deu origem ao que chamamos hoje de economia comportamental, ciência que estuda a relação de vieses cognitivos, investimentos — e até mesmo esportes.
Juntamente com Amos Tversky, psicólogo cognitivo e ex-marido de Barbara, fizeram um trabalho considerado inovador sobre o julgamento humano e a tomada de decisões.
Ao contrário da economia tradicional, que assume que os seres humanos geralmente agem de maneira totalmente racional e que quaisquer exceções tendem a desaparecer à medida que as apostas são levantadas, a escola comportamental é baseada na exposição de vieses mentais enraizados que podem distorcer o julgamento, muitas vezes com resultados contra-intuitivos.
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Kahneman ficou conhecido por elucidar alguns desses vieses universais do cérebro humano, como a aversão à perda, um conceito que demonstra como tendemos a sentir mais fortemente a dor de perder do que o prazer de ganhar.
Esse insight teve implicações vastas, desde a gestão de portfólios de ações até a psicologia do esporte. Steven Pinker, psicólogo e professor de Harvard, escreveu sobre o trabalho de Kahneman, afirmando que a razão humana tende a cair em falácias e sensos comuns.
“Se quisermos tomar as melhores decisões”, diz, “devemos estar cientes desses preconceitos e buscar soluções alternativas. Essa é uma descoberta poderosa importante”.
A linha do tempo da vida de Daniel Kahneman destaca seus marcos mais significativos e contribuições para a psicologia e economia comportamental.
Seguem alguns dos principais eventos de sua vida:
*Este texto contou com a ajuda de ferramentas de Inteligência Artificial (IA)
ENQUANTO O MUNDO OLHA PARA O IRÃ...
ALÉM DA FOTO
FICOU PEQUENA
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