O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A operação será feita por meio da incorporação de parte do saldo de reserva e retenção de lucros para investimentos da empresa
O capital social da Weg (WEGE3) deve aumentar em breve — e o acréscimo será bilionário. Os acionistas da companhia deram nesta terça-feira (23) o sinal verde para uma operação que elevará o capital de pouco mais de R$ 6,5 bilhões para R$ 7,5 bilhões.
Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) há pouco, o aumento se dará por meio da incorporação de R$ 1 bilhão vindo do saldo de reserva e retenção de lucros para investimentos da empresa.
Ou seja, a operação — aprovada em assembleia geral ordinária e extraordinária realizada mais cedo — não implicará em aumento no número de ações da companhia, atualmente em cerca de 4,2 bilhões de papéis.
A assembleia de hoje também ratificou a destinação do lucro líquido de R$ 5,7 bilhões registrados pela Weg no ano passado — cifra 36% superior à reportada em 2022.
Boa parte do dinheiro, ou R$ 2,88 bilhões, foram destinados ao pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP) já distribuídos.
Mas vale destacar que a companhia anunciou no mês passado novos proventos para este ano. Serão R$ 242,3 milhões em JCP, o que corresponde a R$ 0,057764706 por ação.
Leia Também
Considerando que essa forma de distribuição está sujeita à retenção de 15% de imposto de renda na fonte, os acionistas da Weg devem embolsar R$ 0,0491 líquido por ação.
A data para ter direito a receber os proventos já passou: a empresa vai considerar a posição acionária de 22 de março. Já o pagamento ocorrerá em 14 de agosto de 2024.
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço