O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Inicialmente, o atual presidente, Eduardo Bartolomeo, ficaria no cargo até o fim deste ano; Conselho também aprovou a indicação de novos conselheiros independentes
Após um conturbado processo seletivo para um novo comando, o qual culminou na escolha de Gustavo Pimenta para o cargo de CEO, a Vale (VALE3) anunciou, na noite da última sexta-feira (20) que antecipará a data de início do mandato do seu novo presidente para 1º de outubro.
Dessa forma, o mandato de Eduardo Bartolomeo será encerrado no próximo dia 30 de setembro. Inicialmente, Bartolomeo ficaria no cargo até o fim deste ano, e Pimenta assumiria apenas em 1º de janeiro.
"Sob a liderança de Eduardo, a Vale conseguiu avançar significativamente em sua transformação cultural, com orientação para a segurança das pessoas e operações, para a gestão de riscos e para a integridade de ativos. Adotou um programa pioneiro de descaracterização de barragens, implementando os melhores padrões globais para a gestão das estruturas de contenção de rejeitos. Eduardo construiu bases sólidas para uma trajetória promissora da Companhia, promovendo a excelência operacional e posicionando a Vale de forma estratégica na jornada da descarbonização global. O Conselho de Administração da Vale agradece o empenho e a dedicação de Eduardo nos últimos cinco anos e lhe deseja sucesso em seus próximos desafios", diz o fato relevante protocolado junto à CVM.
A antecipação da sucessão entrou no radar dos acionistas da companhia após o processo de escolha do substituto ter sido antecipado em cerca de dois meses. No cronograma oficial da empresa, divulgado em maio, o nome do sucessor só seria fechado no fim de outubro para anúncio no Vale Day, em 3 de dezembro.
Conforme antecipou o Estadão, o Conselho de Administração entendeu não haver motivos para manter "dois presidentes" simultaneamente no comando da empresa por tanto tempo. Por isso, colocou na mesa a discussão de antecipar a substituição seguindo a mesma lógica: dois meses antes do inicialmente previsto, ou seja, em outubro.
Em comunicado ao mercado na noite de ontem, a Vale informou, ainda, que seus conselheiros nomearam, em caráter interino, o atual diretor global de controladoria da mineradora, Murilo Muller, como vice-presidente executivo responsável pelas áreas de Finanças e Relações com Investidores. Muller exercerá o cargo de 1º de outubro até 31 de dezembro de 2024.
Leia Também
Além de aprovar a transição antecipada de comando, o Conselho de Administração da companhia também aprovou a nomeação, em caráter interino, de Murilo Muller, atual diretor global de controladoria, para a posição de vice-presidente executivo responsável pelas áreas de Finanças e Relações com Investidores, no período de 1º de outubro a 31 de dezembro de 2024.
O Conselho aprovou ainda a indicação de dois novos conselheiros independentes, os economistas Reinaldo Castanheira Filho e Heloisa Belotti Bedicks. As indicações serão encaminhadas à Assembleia Geral Extraordinária (AGE) de acionistas que será realizada em novembro.
Heloisa Belotti Bedicks é economista e contabilista com sólida experiência em governança corporativa, diz a Vale. É membro do Conselho Fiscal da TIM, do Conselho de Administração do Grupo Mapfre e do Comitê de Auditoria da Brasilseg e da Gasmig.
Atua voluntariamente como membro dos Conselhos Fiscais da Fundação Boticário, do Pacto Global da ONU e do Conselho Deliberativo da ONG Portas Abertas no Brasil. Foi membro do Conselho Fiscal da Vale e Diretora Geral do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), este último por 18 anos.
Entre outras posições, foi membro do Conselho de Administração do BNDES até janeiro de 2023, bem como do Conselho Fiscal da Braskem e do Conselho Consultivo da Global Reporting Iniciative (GRI).
É mestre em Administração Financeira pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, graduada em Economia pela Unicamp e em Ciências Contábeis pela PUC Campinas, possui especialização em governança corporativa pela Yale University e Stanford University e em conselhos de administração pela Chicago University.
Reinaldo Castanheira Filho é economista com sólida carreira profissional na indústria mineira, segundo a Vale. Ocupou diversas posições executivas no grupo Vale, incluindo CEO do negócio Alumínio, CFO do Manganês e Diretor de Análises de Investimentos. Foi ainda CFO na Ferrous e trabalhou, previamente, na WC e na Coca-Cola. Foi membro do Conselho de diversas companhias no Brasil.
Tem bacharelado em Economia pela PUC-MG e formação executiva em diversas escolas globais de negócios.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia
Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética
Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional
Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais
Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes
A empresa de distribuição de gás surgiu quando a Comgás, maior distribuidora de gás natural do país localizada em São Paulo, foi adquirida pela Cosan em 2012
A Natura diz que o pagamento para encerrar o caso da Avon não se constitui em reconhecimento de culpa; acusação é de que produtos dos anos 1950 estavam contaminados com amianto
Após dois anos no comando do banco, Marcelo Noronha detalhou com exclusividade ao Seu Dinheiro o plano para reduzir custos, turbinar o digital e recuperar o ROE
A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto
Segundo o governo, os imóveis poderão servir como garantia para a captação de recursos, principalmente num possível empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da petroquímica
Companhia aérea informou que reduziu pagamentos financeiros em mais de 50% e concluiu processo em menos de nove meses
Negociações para vender até 60% da CSN Cimentos ao grupo J&F, por cerca de R$ 10 bilhões, animam analistas e podem gerar caixa para reduzir parte da dívida, mas agências alertam que o movimento, isoladamente, não elimina os riscos de refinanciamento e a necessidade de novas medidas de desalavancagem
A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano
Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave
Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas
Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação