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FIM DA QUEDA DE BRAÇO

O Dia do Fico na Vale (VALE3): Mineradora mantém CEO e adia plano de sucessão após queda de braço com governo

O impasse sobre o comando da companhia se deu em meio ao desempenho negativo das ações, um reflexo das perspectivas ruins para o minério de ferro e do aumento das dívidas

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9 de março de 2024
8:49 - atualizado às 17:39
CEO da Vale (VALE3), Eduardo Bartolomeo
CEO da Vale (VALE3), Eduardo Bartolomeo - Imagem: Reprodução/Canva Pro/ArtRachen/Montagem Seu Dinheiro

Em meio a uma queda de braço que envolveu os principais acionistas e o governo, a Vale (VALE3) finalmente definiu que nada muda, por enquanto, no comando da mineradora.

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Ou seja, Eduardo de Salles Bartolomeo fica. O mandato do presidente da companhia foi estendido até 31 de dezembro de 2024 e o novo processo de sucessão só deve começar no próximo ano.

O executivo também deve apoiar a transição para a nova liderança no início de 2025. Bartolomeo atuará como advisor da mineradora até 31 de dezembro de 2025.

Até a decisão da última sexta-feira (8), a Vale estava no meio de uma queda de braço envolvendo o comando da empresa. De um lado, a japonesa Mitsui — que detém 6,31% da mineradora — e a Cosan. Do outro, a Previ — com 8,71% — e o Bradesco. No meio, o governo. 

Os nomes do ex-CEO da Suzano, Walter Schalka; da Cosan, Luís Guimarães e; o ex-presidente do Banco do Brasil e da Cielo, Paulo Caffarelli, eram cotados para a cadeira de comando da Vale.

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No início do ano, até o nome do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi indicado pelo governo, mas a forte penalização pelo mercado, por meio das ações, inviabilizou o processo.

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A escolha pela permanência de Salles acontece em meio a um cenário de pressões políticas e depreciação da ação VALE3 em torno de 14,5% no acumulado de 2024. Pelo mercado, essa solução era vista como a mais viável para o momento da empresa.

A queda de braço na sucessão da Vale

Havia um impasse entre dois grupos sobre a manutenção de Bartolomeo no comando da Vale — o mandato dele expirava em 26 de maio. 

Mitsui e Cosan defendiam a prorrogação do contrato do executivo por cerca de um ano até que o posto fosse assumido por Luís Henrique Guimarães, que foi nomeado conselheiro em abril de 2023 depois de deixar a Cosan.

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Já o bloco formado por Previ — o fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil — e Bradesco defendiam a substituição de Bartolomeo por um executivo com perfil experiente na gestão de grandes empresas. 

No meio, o governo

Não bastasse a queda de braço entre os dois grupos na sucessão do CEO da Vale, o governo também vinha tentando emplacar um nome para o comando da mineradora — embora tenha negado diversas vezes as manobras de influência. 

Até o final de janeiro, o governo trabalhava nos bastidores para emplacar o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, no cargo de presidente da Vale. 

A pressão chegou ao ápice com o ministro Alexandre Silveira, de Minas e Energia, telefonando para conselheiros a fim de defender o nome de Mantega, segundo fontes próximas do assunto.

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O governo, no entanto, acabou recuando e desistindo de tentar emplacar o ex-ministro no cargo de CEO da mineradora. 

Só que horas depois, o Ministério dos Transportes notificou a Vale de uma cobrança de R$ 25,7 bilhões em concessões renovadas antecipadamente no fim do governo Jair Bolsonaro.

Os desafios da Vale vão além da sucessão

As ações da Vale entraram 2024 em campo negativo — um desempenho que reflete as perspectivas ruins para a demanda de minério de ferro no mercado externo, especialmente na China. 

A mineradora também viu as dívidas subirem com a notificação do governo sobre a cobrança pela renovação antecipada de concessões ferroviárias e também pela condenação pela tragédia de Mariana (MG) — um montante que chega a R$ 70 bilhões. 

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O surgimento de novos passivos trouxe preocupação para os investidores que acompanham um cenário pouco favorável para a mineradora. 

Em 2023, a companhia de maior peso do Ibovespa, encerrou o ano com uma queda de 5,73%, o pior desempenho anual desde 2015.

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