O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os lucros da TSMC são vistos como um indicador para a demanda global por chips, devido ao seu papel fundamental na indústria de fabricação e à importância de seus clientes
As empresas do setor de tecnologia são conhecidas por seu crescimento rápido em pouco tempo e esse parece ser o caso daquela que é a “espinha dorsal” da nova febre do mercado: a Inteligência Artificial (IA). A Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC) publicou os dados do primeiro trimestre deste ano na noite da última terça-feira (17).
A maior fabricante de semicondutores do mundo e “rival” da queridinha Nvidia teve lucro de 225,49 bilhões de novos dólares taiwaneses (US$ 6,96 bilhões nas cotações atuais) nos primeiros três meses de 2024. O número ficou acima das projeções de US$ 6,65 bilhões, registrando alta de 8,9% contra o mesmo período de 2023.
Já a receita da TSMC cresceu 16,5%, atingindo o patamar de US$ 18,87 bilhões. O bom resultado do primeiro trimestre ocorreu graças ao aumento da demanda de chips avançados em meio ao “boom” da inteligência artificial.
Porém, os investidores dão um tom negativo aos papéis da empresa no pré-mercado de Nova York. Por volta das 7h, as ações chegaram a cair 2,8%, mas reduziram a queda para 1,6% após esse horário, destoando do tom positivo dos índices nesta quinta-feira (18).
Os lucros da TSMC são vistos como um indicador para a demanda global por chips, devido ao papel fundamental da empresa na indústria de fabricação e à importância de seus clientes.
A queda das ações não se deve especificamente a um problema da empresa de chips e semicondutores, mas à expectativa envolvendo o segmento de IA.
Leia Também
Entre o fim de 2023 e começo de 2024, o mundo viveu uma explosão na demanda por infraestrutura de inteligência artificial. Quem abraçou essa demanda foi a queridinha dos analistas, a Nvidia, e a própria TSMC.
Contudo, muitos dos que acompanham o setor encaram o crescimento dessa demanda como uma nova bolha de tecnologia. Em outras palavras, a demanda por IA — e, consequentemente, chips mais potentes — deve arrefecer nos próximos meses.
De maneira um pouco mais objetiva, a expectativa da empresa é de que a demanda por chips automotivos cairá este ano, contrapondo as estimativas anteriores, que apontavam para um aumento desse setor.
O CEO da TSMC, C.C. Wei, parece não temer pela baixa demanda — muito pelo contrário.
“Quase todos os segmentos que estão inovando em IA estão trabalhando com a TSMC para atender à demanda insaciável por poder computacional e com eficiência energética relacionada ao setor”, disse ele, na teleconferência de resultados.
“A demanda de data centers relacionada à IA é muito, muito forte”, disse ele, acrescentando que a mudança de servidores tradicionais para servidores de IA é “favorável” para a TSMC.
Até o momento, as ações da TSMC sobem cerca de 36% na bolsa de Nova York em 2024.
A fabricante de chips, que está gastando bilhões na construção de novas fábricas no exterior em países como Estados Unidos, Japão e Alemanha.
O CEO disse que é "estrategicamente importante" expandir sua pegada global de fabricação e está a caminho de levar sua produção para o Arizona, nos EUA, no primeiro semestre de 2025.
A diversificação da produção em um momento oportuno, tendo em vista que a região é palco de um conflito velado entre China e Estados Unidos. A terra do Tio Sam vem tentando reduzir sua dependência de Taiwan em virtude desses conflitos.
Do outro lado, o país de Xi Jinping também quer limitar a dependência dos chips norte-americanos.
Em coletiva com jornalistas sobre o balanço do quarto trimestre, Milton Maluhy Filho afirma que o sistema terá de pagar a conta — e critica plataformas que empurraram risco ao investidor
Os acionistas poderão vender suas ações preferenciais pelo preço de R$ 11,45 por lote de 1.000 ações. Para participar, é necessário declarar interesse na OPA
O novo executivo da empresa deixa a Azzas 2154, onde atuava até então como presidente da unidade de calçados
Em comunicado, a companhia afirmou que a alteração do código também marca um novo estágio de maturidade da Riachuelo
Robson Amorim, Felipe Silva, Felipe Tiozo e Luan Cavallaro se conheceram quando ainda eram crianças e,, impulsionados pela necessidade de aprender inglês, criaram o BeConfident.
Para analistas, o 4T25 pode marcar novo capítulo da reestruturação e abrir espaço para o banco acelerar investimentos. Veja as previsões do mercado
Ao todo, foram negociados R$ 3,3 bilhões em dívidas com grandes instituições financeiras
Lançamento da Anthropic automatiza tarefas nas áreas jurídica, comercial, marketing e análise de dados, segmentos em que empresas como a Totvs concentram boa parte de seus ganhos
O resultado veio acima das expectativas de analistas de mercado; confira os indicadores
Advogados do ex-atleta alegam que ele não tinha conhecimento da emissão dos créditos.
Na visão dos analistas, a decisão aumenta o risco de um hiato nas entregas do programa Caminho da Escola
Nova unidade em Itajaí terá foco em sistemas de armazenamento de energia e deve gerar 90 empregos diretos até 2027
Já é a segunda mudança da empresa, que atua com cultivo de cana-de-açúcar, produção de etanol, açúcar e bioenergia, em poucos dias
Oferta anunciada em 2025 segue sem sair do papel após pedido de prazo da Aqwa, subsidiária da holding americana parceira da Fictor
Ação cai mesmo com lucro acima do consenso; entenda a visão dos analistas sobre o 4T25 do Santander
Durante teleconferência de balanço do Santander Brasil, o CEO Mario Leão comentou o caso do Banco Master e revelou o que esperar da estratégia do banco daqui para frente
BTG vê aumento de capital da Hypera como sinal de dificuldade para reduzir dívida de forma orgânica e alerta para diluição de até 10% aos acionistas
Considerando todas as classes de ações, João Carlos Mansur chegou a 4,55% do capital total do BRB
Abordagem do CEO da Nvidia impacta positivamente a remuneração dos funcionários de longa data em meio ao crescimento da companhia
O banco deve apresentar mais um desempenho sólido, reforçando a fama de instituição que não surpreende — e mesmo assim lidera