🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

CORRIDA DO XISTO?

Surge um novo gigante do petróleo: Depois da Exxon e da Chevron, Diamondback anuncia fusão de US$26 bilhões na bacia do permiano 

Com a fusão multibilionária com a Endeavor, a petroleira se transformará na terceira maior produtora de óleo e gás na bacia

Camille Lima
Camille Lima
12 de fevereiro de 2024
13:27
Barril de petróleo sobre dólares
Imagem: DALL-E/ChatGPT

Ainda que o Carnaval seja uma tradição brasileira, o gigantesco “bloquinho do petróleo” de Wall Street parece preparado para iniciar a folia nesta segunda-feira (12), com mais uma aquisição multibilionária no setor de óleo e gás nos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Diamondback Energy anunciou nesta manhã que comprará a petroleira privada Endeavor Energy Partners, em um acordo de “apenas” US$ 26 bilhões — equivalente a cerca de R$ 128,8, nas cotações atuais. 

A empresa conseguiu vencer a rival ConocoPhilips na corrida por uma das principais produtoras privadas de petróleo dos EUA que se arrastava há semanas.

As ações da Diamondback reagem em forte alta no pregão de hoje. Por volta das 13h, os papéis subiam 10,11% na Nasdaq, negociados a US$ 167,08.

O negócio entre as gigantes de petróleo dos EUA

A Diamondback concordou em desembolsar US$ 26 bilhões — incluindo a dívida líquida da Endeavor —  para abocanhar a rival Endeavor, sendo US$ 8 bilhões em dinheiro e cerca de 117,3 milhões de ações. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, os acionistas da Diamondback passarão a deter aproximadamente 60,5% da empresa combinada, enquanto os investidores da Endeavor ficarão com uma fatia de cerca de 39,5% da nova companhia.

Leia Também

A venda acontece quase 45 anos depois que o petroleiro texano Autry Stephens iniciou a empresa, em 1979, que veio a se tornar a Endeavor em 2000.

As operações da Endeavor contam com aproximadamente 350 mil acres na região permiana de Midland e espera produzir cerca de 350 mil a 365 mil barris de petróleo equivalente por dia (boepd) em 2024.

Com a fusão com a Endeavor, a Diamondback se transformará em um dos maiores exploradores na bacia permiana do Texas e Novo México, um extenso depósito de óleo de xisto e betume existente no subsolo da América do Norte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Esta combinação cumpre todos os critérios exigidos para uma combinação bem-sucedida: lógica industrial sólida com sinergias tangíveis, melhor alocação combinada de capital e acréscimo financeiro significativo a curto e longo prazo. Com esta combinação, Diamondback não só fica maior, como também melhor”, disse o CEO Travis Stice.

Para ser mais precisa, a empresa combinada leva a medalha de bronze no ranking de maiores produtores de petróleo e gás na bacia, com uma produção de 816 mil barris de petróleo e gás por dia (boepd).

A companhia fica atrás somente da Exxon Mobil, com uma produção de 1,3 milhão de boepd após a fusão com a Pioneer, e da Chevron, com 867 mil barris de óleo equivalente por dia. 

Vale lembrar que a corrida pela área restante de perfuração de xisto já soma mais de 20 negócios nos últimos anos. Além da Diamondback, a Chevron e a Exxon recentemente anunciaram compras bilionárias em meio à onda de consolidação na Bacia do Permiano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As projeções da fusão multibilionária

A expectativa é que a nova empresa resultante da fusão conte com 838 mil acres combinados e produza 816 mil barris de petróleo equivalente por dia.

Já em relação às sinergias, as empresas de petróleo projetam US$ 550 milhões ao ano, chegando a mais de US$ 3 bilhões em valor líquido nos próximos dez anos. 

Esse montante considera a estimativa de aproximadamente US$ 325 milhões em sinergias de capital e custos operacionais. A Diamondback espera que as sinergias operacionais sejam realizadas em 2025 pela empresa combinada.

Por sua vez, a expectativa é de US$ 150 milhões em alocação de capital e sinergias de terras. Já para sinergias de custos financeiros e corporativos, a projeção chega em torno de US$ 75 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A Diamondback provou ser uma operadora de baixo custo de primeira linha na Bacia do Permiano nos últimos doze anos, e essa combinação nos permite trazer essa estrutura de custos para um ativo maior e alocar capital para uma posição de estoque pro forma mais forte”, afirmou Travis Stice, CEO da Diamondback, em nota.

A Diamondback espera que a fusão seja concluída no quarto trimestre de 2024. O negócio está sujeito ao cumprimento de condições como a aprovação da transação pelos acionistas da empresa. 

No fechamento, a compradora ainda deverá assinar um acordo de acionistas com os investidores da Endeavor, que incluirá direitos de nomeação de diretores.

Após a conclusão da aquisição, os executivos da Endeavor, Carlos Meloy e Lance Robertson, passarão a fazer parte do conselho de administração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações de Reuters e Financial Times.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NOVO PESO-PESADO NA B3 

Bradesco (BBDC4) coloca a Bradsaúde no jogo da B3, Odontoprev (ODPV3) reage forte — há espaço para mais um gigante da saúde?

27 de fevereiro de 2026 - 13:22

Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei? 

BALANÇO FRACO

Qualicorp (QUAL3) reverte lucro em prejuízo líquido, e ação cai forte na bolsa; saiba como está a saúde da operadora de planos de saúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:46

Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.

A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar