O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Expectativa dos investidores é de que a receita da empresa para 2025 ultrapasse US$ 120 bilhões
Apple, Microsoft, Amazon e Google eram as quatro líderes globais no final de 2023, segundo a consultoria Interbrand. São também quatro das cinco empresas mais valiosas do mundo.
A outra é a Nvidia, que por algum tempo na semana passada ultrapassou a Microsoft e se tornou a maior companhia do mundo em valor de mercado, segundo informou o site da rede de TV CNBC.
Apesar de sua avaliação de mercado de US$ 3,1 trilhões (chegou a bater em US$ 3,3 trilhões ao longo da semana), a Nvidia nem chega perto dos 100 nomes mais icônicos da lista mais recente da Interbrand, que é integrada por nomes como McDonald’s, Starbucks, Disney e Netflix.
A alta histórica na valoração de mercado da Nvidia – suas ações subiram quase nove vezes desde o final de 2022 – foi impulsionada quase inteiramente pela demanda por suas unidades de processamento gráfico (GPUs), que estão no centro do boom da inteligência artificial generativa e, mais amplamente, pelo hype sobre IA.
A Nvidia detém mais de 80% do mercado de chips usados para treinar e implantar softwares de IA como o ChatGPT. Um grupo de grandes empresas de tecnologia são os principais compradores de seus chips.
A velocidade da ascensão da Nvidia e a sua relativa falta de contacto direto com consumidores ao longo de sua trajetória combinam-se para colocar o reconhecimento da marca da empresa de 31 anos na vitrine, muito atrás do seu fascínio em Wall Street.
Leia Também
Em 100º lugar na lista da Interbrand para 2023 está a fabricante japonesa de câmeras Canon, com a cervejaria holandesa Heineken em 99º lugar.
“Como uma empresa de produtos que recentemente alcançou o cenário global, a Nvidia não teve tempo, nem dedicou recursos, para mudar seu papel e fortalecer sua marca para proteger receitas futuras”, disse Greg Silverman, diretor global de economia de marca da Interbrand, em um e-mail, segundo a rede de TV CNBC.
O risco para a Nvidia, acrescentou Silverman, é que a “fraca força da marca limite o seu valor, apesar da sua valorização no mercado”.
O crescimento anual da receita da Nvidia ultrapassou 200% em cada um dos últimos três trimestres. Para o ano fiscal de 2025, espera-se que a receita quase duplique em relação ao ano anterior, para mais de US$ 120 bilhões, de acordo com a LSEG, consultoria de acompanhamento de dados do mercado de capitais.
As GPUs da Nvidia, que representaram 85% das vendas no último trimestre, têm dimensões enormes e exigem uma equipe cara de especialistas em ciência de dados e supercomputação para configurá-las para criar softwares de IA com eficiência.
Por outro lado, a Apple, classificada como número 1 pela Interbrand, ganha a maior parte do seu dinheiro vendendo iPhones e outros dispositivos a consumidores em todo o mundo.
A Microsoft, em segundo lugar, é um gigante de vendas empresariais, mas é onipresentemente conhecida por seus softwares Windows e Office. A terceira colocada, a Amazon, se esforça para ser a loja de tudo para os consumidores, e a quarta colocada, o Google, é, para muitas pessoas, a porta de entrada para a Internet.
Completando o top 10 da Interbrand está a gigante sul-coreana de eletrônicos Samsung, juntamente com três montadoras (Toyota, Mercedes-Benz e BMW), Coca Cola e Nike.
Mais abaixo na lista, em 24º lugar, está a rival da Nvidia, a Intel, que é mais conhecida por processadores usados em laptops e PCs e por sua campanha publicitária de longa data “Intel Inside”. Até a Hewlett Packard Enterprise, uma empresa que constrói servidores, ficou na 91ª posição da lista.
No entanto, uma pesquisa concorrente mostra que o valor da marca Nvidia está se equiparando ao de seus concorrentes.
Num ranking das 100 marcas globais mais valiosas, publicado este mês pela Kantar BrandZ, a Nvidia ficou em 6º lugar, saltando 18 posições em relação à pesquisa anterior.
O valor global da marca saltou 178% em um ano, para uma estimativa de cerca de US$ 202 bilhões. A Kantar pesquisa compradores empresariais para avaliar marcas que vendem principalmente para outras empresas, a fim de chegar a uma estimativa total do valor da marca, segundo a CNBC.
“A Nvidia é tão relevante e significativa para o comprador B2B que deseja fazer grandes compras para sua empresa quanto a Apple é para o consumidor final que está comprando um iPad ou um Mac”, avalia Marc Glovsky, estrategista sênior de marca da Kantar.
Quando a Nvidia foi fundada, em 1991, a IA era um negócio emergente. O foco principal da empresa era projetar chips que pudessem desenhar triângulos digitais rapidamente, uma capacidade básica que levou a uma enorme expansão em jogos 3D.
Durante anos, a Nvidia e sua marca GeForce e seu logotipo verde eram bem conhecidos pelo tipo de pessoa que ajustava seus computadores para rodar os jogos mais avançados. A Nvidia fornece os chips para o console Nintendo Switch, que já vendeu mais de 140 milhões de unidades em todo o mundo.
*Com informações da TV CNBC
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese