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Micaela Santos

Micaela Santos

É repórter do Seu Dinheiro. Formada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), já passou pela Época Negócios e Canal Meio.

BOAS PERSPECTIVAS

Rede D’Or (RDOR3), Fleury (FLRY3) e Hapvida (HAPV3): BofA retoma cobertura do setor de saúde no Brasil e revela quais ações são favoritas

Bank of America vê perspectiva positiva com expectativa de melhores resultados operacionais após o impacto da pandemia de covid-19

Micaela Santos
Micaela Santos
4 de setembro de 2024
17:19
Ações de saúde na B3
Setor de saúde - Imagem: Canva PRO / Montagem Seu Dinheiro

O Bank of America (BofA) retomou a cobertura do setor de saúde no Brasil. A volta vem na esteira de uma visão mais positiva do banco em relação às empresas brasileiras, com a expectativa de melhores resultados operacionais após o impacto negativo da pandemia. 

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A base dessa recuperação, segundo os analistas, será a melhora do índice MLR (medical loss ratio) – taxa de sinistralidade, métrica utilizada para calcular a eficiência das seguradoras de saúde. 

Essa taxa atingiu 89% em 2022, e 83% no pré-pandemia, em 2019. — no caso, quanto menor, melhor. No 1T24, a taxa alcançou 82,5%, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Os provedores de serviços, como hospitais e centros de diagnósticos, devem se beneficiar dessa dinâmica no médio prazo. O BofA estima um CAGR ( taxa de crescimento anual composta, em inglês) no lucro líquido de 26% para o setor de 2024 até 2027. 

Nesse cenário, as empresas favoritas do banco americano são Hapvida (HAPV3), Rede D’Or (RDOR3) e Fleury (FLRY3), com as ações recomendadas como “compra” pelo BofA.

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O banco, contudo, permanece com recomendação “neutra” para as ações da Oncoclínicas (ONCO3), Mater Dei (MATD3) e Odontoprev (ODPV3). Já as ações da Viveo (VVEO3), Dasa (DASA3) e Qualicorp (QUAL3) estão classificadas como “underperform”, equivalente a “venda”. 

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Para justificar a escolha das ações favoritas no setor de saúde, o BofA citou a estratégia considerada “bem-sucedida” da Hapvida de focar em planos de saúde low cost

“A verticalização traz eficiência operacional no controle de custos e é uma opção de baixo custo para empresas e beneficiários, garantindo sua vantagem competitiva”, diz o banco.

O BofA também destacou a estratégia da Rede D'Or, baseada em grandes investimentos em hospitais bem reconhecidos. A empresa também foca em ser um grande player em grandes cidades, como o Rio de Janeiro — onde possui 60% dos leitos de alto padrão. 

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“Esse posicionamento lhe dá maior poder de negociação sobre os pagadores, refletido em margens EBITDA mais altas (25% em 2023), vs hospitais da Anahp [associação do setor](12%)”.

O banco também vê valor estratégico na aquisição da SulAmerica, “que reduz os riscos relacionados aos níveis de ocupação de leitos hospitalares, especialmente à luz do plano de expansão da Rede D'Or de 6,6 mil leitos (um crescimento de 60%) até 2027”, afirma o BofA.

O Fleury, por sua vez, está bem posicionado em continuar expandindo sua receita líquida de 5 a 7% ao ano, segundo os analistas do banco. Além disso, a baixa alavancagem da rede de laboratórios e seu rendimento de fluxo de caixa superior vão permitir um rendimento de dividendos de 5% em 2025, bem acima da média das concorrentes (1%). 

Segundo o BofA, o Fleury ainda oferece um “ótimo risco/retorno”, dado seu crescimento semelhante ao da indústria. O papel da companhia está sendo negociado a um valuation atrativo em relação à  Rede D'Or, de 10x P/L (preço sobre lucro) para 2025.

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