O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A gigante do varejo recebeu um auto de infração contra a Armazém Mateus, com questionamentos sobre as exclusões de créditos presumidos do ICMS
Há quem diga que uma das piores dívidas para negociar é aquela com a Receita Federal — e o Grupo Mateus (GMAT3) acaba de experimentar essa tese. A varejista caiu na mira do Leão e pode receber uma cobrança bilionária por não ter pago parte dos impostos devidos ao Fisco durante sete anos.
A gigante do varejo recebeu um auto de infração contra uma de suas controladas, a Armazém Mateus — sua bandeira de atacado —, com questionamentos sobre as exclusões de créditos presumidos do ICMS da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) entre 2014 e 2021.
A autuação contra o Grupo Mateus chega a aproximadamente R$ 1,06 bilhão.
Desse montante, cerca de R$ 633,2 milhões são relacionados ao IRPJ e R$ 225,1 milhões referem-se aos cálculos da CSLL.
A cifra ainda considera multas administrativas no valor de R$ 200,58 milhões.
Por volta das 10h45, as ações do Grupo Mateus (GMAT3) caíam 5,07% e figuravam entre as maiores quedas da bolsa brasileira, negociadas a R$ 7,67. No ano, os papéis ainda marcam valorização da ordem de 9% na B3.
Leia Também
De acordo com fato relevante enviado à CVM, a Armazém Mateus é beneficiária de subvenções concedidas pelos Estados em incentivos fiscais ligados ao ICMS.
É por isso que, na avaliação do Grupo Mateus, apesar da divergência da Receita em relação aos cálculos sobre as exclusões dos créditos presumidos de ICMS dos cálculos, a retirada dos créditos da Armazém “foi feita à luz da legislação aplicável”.
Vale lembrar que o auto de infração representa o início de um processo administrativo que pode resultar em multas, mas há ainda possibilidade de contestação pela empresa autuada.
Segundo o comunicado, a empresa e os assessores vão avaliar detalhadamente a “fundamentação do auto de infração” e enviar a impugnação — isto é, documentos que demonstrem que não houve infração — no prazo.
Para o Grupo Mateus, não há necessidade de realizar um provisionamento no balanço já neste momento, uma vez que a contingência é vista pelos assessores como uma perda “possível”, considerando os “bons argumentos em favor da defesa da Armazém”.
Atualmente, a autuação da Receita contra o Grupo Mateus está em fase administrativa e pode eventualmente ser discutida na esfera judicial.
Na visão da Ajax Capital, a notícia deve pressionar as ações do Grupo Mateus (GMAT3) hoje, já que a infração corresponde a cerca de 6% do valor de mercado da empresa hoje, avaliado em R$ 17,85 bilhões.
Segundo os analistas, como o caso envolve encargos tributários de anos anteriores, o processo deverá se estender na Justiça.
Para a Ajax, se houver de fato a necessidade do pagamento à Receita, a autuação deve ser encerrada por um montante menor do que o indicado pelo Fisco hoje, de R$ 1 bilhão.
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital