O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Proposta prevê a incorporação dos campos onshore (em terra) da 3R Petroleum pela PetroRecôncavo; cada uma teria 50% da empresa combinada
Uma possível combinação de negócios entre a 3R Petroleum (RRRP3) e PetroRecôncavo (RECV3) é uma das bolas mais cantadas do mercado. Afinal, as duas petroleiras privadas ganhariam escala juntas e ainda possuem ativos próximos geograficamente, o que reduziria custos operacionais.
Pois agora um acionista resolveu provocar as companhias. A Maha Energy alcançou uma participação de 5% na 3R e enviou à administração da petroleira uma proposta para combinar seus ativos em terra (onshore) com a PetroRecôncavo.
"O mercado atualmente não avalia de forma adequada o valor intrínseco nem da 3R Petroleum nem da PetroRecôncavo, e há enormes oportunidades a serem capturadas pelas duas empresas juntas", escreveu a Maha. O site Brazil Journal antecipou a informação, que a companhia confirmou na manhã desta quinta-feira.
Hoje a 3R vale R$ 6,5 bilhões na bolsa, enquanto a PetroRecôncavo tem valor de mercado de R$ 6 bilhões. Ambas as ações estão hoje mais de 40% abaixo das máximas históricas na B3.
A primeira reação dos investidores, aliás, é bem positiva. Pouco após a abertura desta quinta-feira, tanto as ações da 3R como as da Recôncavo disparavam aproximadamente 12%.
Em linhas gerais, a proposta da Maha prevê a incorporação dos campos onshore (em terra) da 3R Petroleum pela PetroRecôncavo. Cada uma ficaria com 50% do capital da companhia combinada, cuja gestão ficaria a cargo dos atuais executivos da Recôncavo.
Leia Também
O portfólio da nova empresa teria uma capacidade de produção de cerca de 80 mil boed (barris de óleo equivalente), com potencial para gerar aproximadamente US$ 2,1 bilhões em receitas em 2024, além de US$ 1,1 bilhão em pré-sinergias, de acordo com a Maha.
Enquanto isso, a 3R também permaneceria como uma empresa com ações na B3, mas apenas os ativos no mar (off shore) e sob o comando da atual equipe.
"Acreditamos firmemente que a nossa proposta oferece a oportunidade de investimento mais atraente disponível hoje", acrescentou a Maha. Você pode acessar a íntegra da proposta aqui.
A expectativa da Maha é apresentar uma proposta formal até o fim de fevereiro e concluir a transação no terceiro trimestre, incluindo as aprovações regulatórias e de credores. Em comunicado, a PetroRecôncavo informou que não recebeu nenhuma proposta e que não há qualquer negociação em andamento.
Pelo menos no caso da 3R, a fusão parece um bom negócio. Com base na proposta realizada, o potencial de valorização das ações RRRP3 pode ficar acima dos 30%, de acordo com a Genial Investimentos.
A XP também fez as contas, e apontou um potencial de alta de aproximadamente 29% para a RRRP3 e de 18% para RECV3.
Performance tímida da companhia em 2025 e a deterioração dos prêmios no agronegócio levaram o Safra a rever projeções; analistas enxergam crescimento zero nos próximos anos e recomendam venda da ação
Com isenção de comissões e subsídios agressivos ao FBA, a gigante americana investe pesado para atrair vendedores, ganhar escala logística e enfrentar Mercado Livre e Shopee no coração do marketplace
Agência suspendeu um lote de passata italiana após detectar fragmentos de vidro e proibiu suplementos com ingredientes irregulares e publicidade fora das normas
Após registrar fechamentos abaixo de R$ 1, a Espaçolaser foi enquadrada pela B3 e corre risco de ser classificada como penny stock; companhia terá prazo para reverter a situação e evitar sanções como a exclusão de índices
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar