O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Embora o setor esteja em crescimento, a gigante de tecnologia apresentou uma queda de quase 10% nas remessas de iPhone no primeiro trimestre do ano
O iPhone vai perder a majestade? A gigante da tecnologia norte-americana Apple (AAPL34) perdeu o posto de principal fornecedora global de smartphones no primeiro trimestre de 2024. A empresa da maçã perdeu lugar para a sul-coreana Samsung.
Com uma queda de 9,6% nas remessas de iPhone, a Apple registrou um volume de vendas de 50,1 milhões nos primeiros três meses do ano, de acordo com dados da International Data Corporation (IDC).
Segundo pesquisadores do mercado, a queda nas remessas de iPhone é a mais acentuada para a Apple desde o período da covid-19, quando os bloqueios comerciais complicaram as cadeias de abastecimento em 2022.
E, embora a companhia tenha se mantido resiliente nos últimos anos, seu novo desafio será manter seu ritmo de crescimento e atingir o pico de participação que se viu em 2023, afirmou a diretora da pesquisa da IDC, Nabila Popal, à Bloomberg.
Vale destacar que o resultado negativo é significativo, visto que a empresa está na contramão do avanço que o segmento vem presenciando. No total, as remessas globais de smartphones aumentaram 7,8%, para 289,4 milhões de unidades.
Diferentemente do período pandêmico, no qual a companhia conseguiu mostrar resiliência no setor, ao que tudo indica, a Apple vai precisar se esforçar para ultrapassar seus pares.
Leia Também
De acordo com a pesquisa da IDC, é esperado que os celulares com Android cresçam muito mais rápido do que os da Apple, que têm o próprio sistema (iOS). Principalmente, em um cenário em que o segmento “está emergindo da turbulência dos últimos dois anos mais forte e mudado”, argumentou Popal.
Na avaliação da diretora da pesquisa da IDC, o aumento da concorrência na China é um dos fatores responsáveis por parte do declínio da Apple no primeiro trimestre.
Com vendas de 60,1 milhões, a Samsung entra como principal protagonista do setor no momento, levando a Apple para a segunda posição na lista.
Além da companhia sul-coreana, as empresas chinesas também garantiram uma fatia grande do mercado, de acordo com dados preliminares da IDC. Atualmente, o ranking das empresas que lideram o setor encontra-se assim:
A fatia de mercado da Apple encolheu para 17,3%, em comparação a 20,7% um ano antes, enquanto a da Samsung recuou de 22,5% a 20,8%, em meio à expansão das vendas das chinesas Xiaomi e Transsion.
A Xiaomi também vem crescendo no setor, sendo a terceira maior fornecedora de smartphones no trimestre. A empresa registrou um acréscimo anual de quase 34% no 1T24, para 40,8 milhões de unidades.
Enquanto isso, as remessas da Transsion saltaram quase 85%, para 28,5 milhões de unidades.
*Com informações da Bloomberg e Estadão Conteúdo
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis
O tombo a R$ 604,9 bilhões em valor de mercado veio na primeira hora do pregão desta quarta-feira (8), o quarto maior da história da companhia
Mudanças no cenário global levaram analistas a revisar suas avaliações sobre a varejista; entenda o que está em jogo