O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Inclusive, tanto o S&P 500 quando o Nasdaq renovaram as máximas históricas na última quarta-feira (6) — impulsionados pela própria Nvidia
A Nvidia (BDR: NVDC34 / Nasdaq: NVDA) voltou às manchetes nesta semana após uma disparada das ações que fez com que a empresa de tecnologia superasse a marca de US$ 3 trilhões em valor de mercado, se estabelecendo como a segunda maior companhia do mundo, atrás apenas da Microsoft.
Não poderia ser diferente: no mais recente balanço, a companhia de chips, semicondutores, softwares e hardwares mais popular do mundo registrou um balanço que veio muito melhor do que as projeções já otimistas do mercado, com uma alta de 600% no lucro.
Esse impulso foi dado graças ao aumento da demanda no setor de inteligência artificial (IA), tanto na parte de placas mais potentes quanto no desenvolvimento de softwares mais refinados.
Mas a valorização da Nvidia não ficou apenas nas mãos da empresa. Segundo dados da Statista, é a fabricante de chips que vem sustentando os resultados do S&P 500 nos últimos meses.
Inclusive, tanto o S&P 500 quando o Nasdaq renovaram as máximas históricas na última quarta-feira (6) — impulsionados pela própria Nvidia.
Vale lembrar que a empresa está listada na bolsa Nasdaq, com as ações presentes nos índices Nasdaq Composite e S&P 500.
Leia Também
De acordo com o levantamento, enquanto o S&P 500 — principal índice da Nyse, a bolsa de Nova York — registrou alta de 11% nos primeiros cinco meses de 2024, as ações da Nvidia subiram 120% no mesmo período.
Até a última sexta-feira (31), a Nvidia foi responsável por 32,3% do bom desempenho do S&P 500, enquanto o segundo lugar ficou para a Microsoft — com apenas 6,9% de influência sobre o índice.
Quem limitou um desempenho ainda melhor do S&P, entretanto, foram as ações da Tesla, que tiveram um peso negativo de 4,6% no mesmo período. O baixo desempenho da empresa de carros elétricos de Elon Musk se deve principalmente à forte concorrência com a China.
Junto com o balanço, a Nvidia também anunciou que faria um desdobramento de ações na proporção de 1 para 10. O objetivo da operação é tornar os papéis mais "acessíveis" para funcionários e investidores.
Isso porque a cotação, atualmente próxima dos US$ 1.200, também será dividida pelo mesmo fator. Ou seja, cada ação passará a custar US$ 120.
De acordo com o cronograma divulgado, cada investidor que detiver os papéis da companhia até o fechamento do pregão de hoje receberá nove novas ações após o fechamento dos mercados seguinte. Isso significa que os ativos serão negociados já desdobrados e ajustados a partir de 10 de junho.
Essa diluição de papéis também pode gerar volatilidade em um primeiro momento. Porém, de acordo com outro relatório da Statista, o futuro é promissor.
Isso porque ações de empresas que fizeram o split (desdobramento) de ações geralmente tem um desempenho melhor do que o próprio S&P, algo que vem se repetindo desde 1980.
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço