O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No início da tarde desta terça-feira (16), os papéis do GPA caíam mais de 6%, cotados a R$ 3,19
Em uma semana de novas altas no Ibovespa, o Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) se destaca no campo negativo da bolsa brasileira nesta terça-feira (16).
Por volta das 12h28 (horário de Brasília), as ações do GPA caíam mais de 6%, cotadas a R$ 3,19. No fechamento, a ação caiu 7,94%, a R$ 3,13, liderando as perdas do principal índice acionário da B3. No acumulado do ano, os papéis da varejista amargam uma queda de 30%.
O desempenho negativo dos ativos PCAR3 deve-se à frustração do mercado quanto às negociações envolvendo a venda de ações da companhia pelo grupo francês Casino para os chilenos da Cencosud, que no Brasil são donos do Giga Atacadão.
Em comunicado divulgado hoje, a empresa dona do Pão de Açúcar e do Extra informou que não está ciente da negociação com a rede chilena ou qualquer outra empresa.
A declaração veio em resposta a uma consulta da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre notícias divulgadas na mídia sobre a possível negociação.
De acordo com uma notícia divulgada na semana passada pelo colunista Lauro Jardim, no jornal O Globo, o Casino estaria em tratativas para vender sua participação de 22,5% no GPA.
Leia Também
O Casino deixou de ser acionista controlador da rede de supermercados em abril deste ano. A mudança ocorreu após a Oferta Pública de Distribuição Primária de Ações e da posse de novos membros do Conselho de Administração.
A Cencosud também se manifestou. Em esclarecimento feito a pedido da CVM, a companhia negou os rumores sobre a possível negociação de aquisição de ações do GPA.
“A Companhia não está participando de quaisquer negociações envolvendo a compra das ações do GPA detidas pelo Casino”, informou a Cencosud, em comunicado.
Nos últimos anos, o GPA vem passando por mudanças em sua estrutura. Em 2021, a dona do Pão de Açúcar concluiu o processo de cisão do Assaí Atacadista – atacarejo que o Casino também deixou o controle no ano passado, com a venda de uma fatia de 11,7%.
Em janeiro deste ano, o GPA também vendeu sua participação de 13,31% no Grupo Éxito por US$ 156,4 milhões (aproximadamente R$ 847 milhões, na cotação atual).
A estratégia, de acordo com o GPA, fazia parte de “plano de venda de ativos não core com o objetivo de não apenas reduzir a alavancagem financeira, mas também melhorar a eficiência na alocação de capital”.
Enquanto isso, a expectativa é de que o Casino “se livre” do GPA no Brasil para focar na operação da companhia na França. O interesse em desinvestir na América Latina foi anunciado pelo grupo francês em junho do ano passado.
O anúncio veio acompanhado de um processo de reestruturação da companhia que tirou Jean-Charles Naouri do controle e tornou o bilionário tcheco Daniel Kretinsky como acionista majoritário.
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado