O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa visa “maximizar a geração de valor para o acionista por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital”
Mudanças para os acionistas do Hospital Mater Dei (MATD3) à vista: a empresa anunciou hoje que vai alterar a estrutura de capital por meio de duas medidas: o cancelamento das ações em tesouraria e a recompra de ações. Com isso, o número de papéis em circulação será reduzido, o que pode influenciar o preço.
O programa de recompra terá duração de 18 meses, a partir de hoje (9).
MATD3 negocia com uma leve alta de 1,28%, por volta das 17h30. No acumulado do ano, o papel já perdeu mais de 50% do valor.
O Conselho de Administração da Mater Dei aprovou o cancelamento de 5.166.054 ações ordinárias que estavam em tesouraria. Elas representam papéis que foram recomprados pela própria empresa e estavam “guardadas”. Com o cancelamento, elas deixam de existir.
Após o cancelamento, o capital social da Mater Dei passa a ser dividido em 345.157.525 ações ordinárias. Para refletir essa mudança, o Estatuto Social da Companhia será atualizado em Assembleia Geral a ser convocada em uma data posterior.
A Mater Dei poderá recomprar até 22.996.645 ações ordinárias, o equivalente a 6,66% das ações totais emitidas pela companhia e 32,20% das ações em circulação no mercado.
Leia Também
Vale ressaltar que a empresa precisará respeitar o limite de 10% para a manutenção de ações em tesouraria, segundo regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O objetivo principal do programa é, segundo a empresa, "maximizar a geração de valor para o acionista por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital".
Em outras palavras, a Mater Dei acredita que, ao fazer a recompra, ela pode aumentar o valor das ações restantes, beneficiando os acionistas.
As ações adquiridas no âmbito do programa poderão ser mantidas em tesouraria pela empresa e, posteriormente, canceladas, vendidas no mercado, utilizadas em planos de remuneração de funcionários ou em aquisições de outras empresas.
Existem diversos motivos que levam uma empresa como a Mater Dei a aprovar um programa de recompras como esse. Entre eles, estão:
Isso porque a recompra é uma das maneiras que uma empresa pode escolher para dar retorno para o seu investidor.
É diferente da distribuição de proventos, por exemplo, que proporciona retorno por meio do pagamento de dividendos e JCP. Caso a empresa opte por cancelar as ações recompradas, o acionista ganha por ficar com uma participação proporcionalmente maior.
Por outro lado, a recompra de ações faz com que os papéis percam liquidez na bolsa, uma vez que menos ações são negociadas.
* Este texto foi feito com ajuda da inteligência artificial.
Batizado de “Espaço Uniclass”, o projeto mira a classe média e tenta ressignificar o papel do banco no dia a dia do cliente
Cortes na geração de energia pelo ONS afetam planos e impulsionam concentração no mercado de renováveis, segundo diretor da companhia; confira a entrevista completa com Guilherme Ferrari
Optimus já trabalha em fábricas da Tesla, reaproveita a IA dos carros da marca e pode virar o próximo produto de massa do bilionário
Embora o BC não tenha detalhado os motivos, a data da reunião indica que a medida está ligada à compra de R$ 12,2 bilhões em carteiras do Banco Master.
A operação faz parte da revisão estratégica da Resia, que queimou caixa no último trimestre e busca vender determinados ativos até o fim deste ano
Acordo com investidores americanos muda o controle dos dados, do algoritmo e encerra o risco de banimento do aplicativo nos EUA
União Pet pagará R$ 320,8 milhões, enquanto Engie Brasil conclui leilão de 72,5 mil ações que movimentou R$ 2,2 milhões
Decisão encerra a disputa administrativa, mas mantém em aberto a fase de desinvestimento e monitoramento, que será determinante para o arquivamento definitivo do processo
Banco reduz recomendação e preço-alvo da companhia, citando recuperação lenta e margens pressionadas, enquanto papéis subiram em dia de recorde do Ibovespa
Depois de subir uma posição por ano no ranking, a fintech do cartão roxo conquistou medalha de prata na disputa por número de clientes
Os analistas elevaram o preço-alvo da ação EMBJ3 para US$ 92 por ação até o fim de 2026. O que está por trás do otimismo?
Com 21 mil m², a nova unidade da Amazon nos arredores de Chicago mistura supermercado, varejo e logística
Relatório com o Índice Zara do banco apresentou as expectativas para as varejistas de moda em 2026; marcas voltadas para as classes mais baixas devem continuar sofrendo com o baixo poder de compra da população
A conta da crise do Master não ficou só com o investidor: FGC avalia medidas para reforçar o caixa
Instituição apostou em entretenimento, TV aberta e celebridades para crescer rápido, mas acabou liquidada após colapso do Banco Master
Anvisa determinou o recolhimento de um lote do chocolate Laka após identificar erro na embalagem que omite a informação sobre a presença de glúten
A companhia quer dobrar a produção em fábrica nova no país, em um movimento que acompanha a estratégia saudita de reduzir importações e já atraiu investimentos fortes de concorrentes como a MBRF
A conclusão da operação ocorre após a Sabesp obter, na terça-feira (20), as aprovações do Cade e da Aneel
Banco revisa preço-alvo para R$ 30, mas reforça confiança na trajetória de crescimento acelerado da companhia nos próximos anos
Segundo O Globo, a Superintendência de Processos Sancionadores da CVM concluiu que o ex-CEO, Miguel Gutierrez, foi o responsável pela fraude na varejista; entenda