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Tanto as units da Klabin como as ações da Suzano operam em alta na bolsa brasileira nesta quarta-feira (27), mas só uma delas é a preferida do banco de investimentos; descubra qual
O investidor que acompanhou o início do pregão desta quarta-feira (27) se deparou com as units da Klabin (KLBN11) liderando os ganhos do Ibovespa. O Itaú BBA melhorou a classificação da empresa e também indicou se ela leva a melhor em relação à Suzano no setor de papel e celulose.
O banco elevou a recomendação da Klabin para compra e subiu o preço-alvo de KLBN11 de R$ 24 para R$ 29 — o que representa um potencial de valorização de 17,88% sobre o fechamento de terça-feira (26).
A mudança acontece na esteira de uma visão mais otimista do BBA para os preços de celulose, papel e embalagens.
"Além de um melhor ambiente para os preços da celulose, o desempenho anual se beneficiará do maior volume de papel/conversão principalmente nos ramp-ups da MP 28 e Figueira, e de uma captura de sinergias potencialmente mais rápida que o esperado do projeto Caeté", diz o banco em relatório.
Por volta de 13h50, as units da Klabin subiam 1,79%, cotadas a R$ 25,04. Os papéis caminham para encerrar março com alta de 11% e acumulam ganho de 14% no ano. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados.
O Itaú BBA também elevou o preço-alvo para as ações da Suzano, que passou de R$ 63 para R$ 75 — um potencial de valorização de 19% em relação ao último fechamento.
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“Vemos as ações sendo negociadas a 5,7x EV/Ebitda [o valor da firma sobre o ebitda] em 2024, o que parece barato”, diz o Itaú BBA.
Por volta de 13h50, os papéis da Suzano subiam 1,11%, a R$ 63,68. No mês, acumulam ganho de 13% e, no ano, de 14%.
Além de considerar SUZB3 um papel barato, o banco também manteve as ações como as preferidas do setor e destaca que a Suzano está otimista com as tendências do mercado para 2024, graças a:
Segundo o BBA, sim. O banco tem uma visão mais positiva para o mercado de celulose e projeta custos caixa mais baixos.
Para o banco, a indústria de celulose no geral está contando com uma dinâmica de oferta e demanda melhor do que a esperada neste início de ano.
Nos cálculos do Itaú BBA, os preços da celulose devem atingirUS$ 670 por tonelada em média para 2024 — com a Suzano entregando um Ebitda de R$ 24,3 bilhões este ano, um valor 21% acima do consenso.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
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