O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Holding tem lucro líquido recorrente de R$ 3,585 bilhões no primeiro trimestre, puxado pela participação de 37% que a Itaúsa possui no maior banco privado brasileiro
Holding que controla o Itaú (ITUB4), a Itaúsa (ITSA4) investiu ao longo dos últimos anos para ampliar as participações em outros setores da economia. Mas foi o banco que mais uma vez garantiu o resultado da companhia no primeiro trimestre de 2024.
A Itaúsa registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,585 bilhões, o que representa um avanço de 38,1% em relação aos três primeiros meses de 2023. Com isso, a rentabilidade sobre o patrimônio (ROE) passou de 14,2% para 17,6%, na mesma base de comparação.
O avanço no lucro aconteceu graças à participação de 37% que a holding possui no Itaú. O banco foi responsável por um resultado de R$ 3,679 bilhões, o que representa um aumento de 35% em relação ao primeiro trimestre de 2023. Você pode conferir a reportagem com o resultado do Itaú aqui.
Por outro lado, a Itaúsa apresentou um ganho menor vindo das demais empresas do portfólio. O resultado das participações não-financeiras caiu 21%, para R$ 182 milhões.
Entre as companhias nas quais a Itaúsa é acionista estão nomes com ações na bolsa, como Alpargatas (ALPA3), Dexco (DXCO3) e CCR (CCRO3). A holding também possui participação na Aegea, NTS e Copa Energia.
Apesar de registrar um lucro maior, a Itaúsa tem um "bom problema" para resolver. Isso porque, com a queda do resultado das demais empresas do portfólio, a dependência da holding do Itaú ficou ainda maior.
Leia Também
No primeiro trimestre do ano passado, o maior banco privado brasileiro foi responsável por aproximadamente 93% do resultado da Itaúsa. Já no último balanço esse percentual passou para 96,5%.
Lembrando que esse percentual já ficou abaixo de 90% em 2021, quando a Itaúsa ainda contabilizava a participação na XP.
No fim do primeiro trimestre, o valor de mercado da Itaúsa na B3 era de R$ 108,4 bilhões, o que representa um desconto de 21,3% em relação à soma das participações.
Houve, portanto um aumento de 2 pontos percentuais em relação a março do ano passado, de acordo com a holding, que possui mais de 900 mil acionistas na bolsa.
Junto com os resultados, a Itaúsa anunciou uma mudança no comando do conselho de administração. Raul Calfat vai assumir o cargo no lugar de Henri Penchas, que alcançou a idade limite para exercer o cargo.
Aliás, Calfat já era membro independente do conselho da Itaúsa desde o ano passado. Ele fez carreira no Grupo Votorantim, onde ocupou os cargos de CEO e presidente do conselho.
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026