O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa negocia a reestruturação de aproximadamente R$ 650 milhões em dívidas; ações da Infracommerce acumulam queda de 97% desde IPO

A Infracommerce (IFCM3) engrossou a fila de empresas que precisam de mais fôlego para pagar as dívidas após uma sequência de resultados ruins, incluindo um prejuízo bilionário no segundo trimestre deste ano.
A empresa que oferece serviços de tecnologia para quem deseja vender seus produtos pela internet anunciou que negocia a reestruturação de aproximadamente R$ 650 milhões em dívidas.
A companhia celebrou um memorando de entendimentos não vinculante (“MOU”) com os principais bancos credores. O objetivo é alongar e repactuar a dívida.
O acordo prevê a negociação da participação que a Infracommerce possui na New Retail. Essa transação pode reduzir a dívida em até R$ 370 milhões e ainda reforçar o capital de giro em R$ 50 milhões em dinheiro novo, de acordo com a companhia.
Além disso, a Infracommerce deve emitir uma nova dívida conversível em ações com vencimento alongado, no valor do saldo remanescente sujeito ao plano de reestruturação.
Enquanto isso, a companhia conseguiu dos bancos credores a prorrogação do pagamento de parcelas até pelo menos o dia 7 de outubro.
Leia Também
Por fim, junto com a renegociação das dívidas, a Infracommerce pretende promover medidas para reduzir custos e despesas e melhorar a margem operacional e o fluxo de caixa.
A Infracommerce é mais um caso de fracasso na última leva de empresas que abriu o capital na B3. A companhia estreou na bolsa em uma oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) em maio de 2021.
A companhia pegou carona no crescimento acelerado do e-commerce durante a pandemia. Mas a reabertura da economia e a alta da taxa básica de juros (Selic) pegaram a Infracommerce no contrapé.
Os números do segundo trimestre deste ano, que a empresa divulgou ontem à noite, refletem o momento ruim. A Infracommerce teve prejuízo líquido de R$ 1,5 bilhão, puxado pela baixa (impairment) de aquisições feitas no passado. Sem considerar esse efeito, o resultado também seria negativo em R$ 147 milhões.
Nem mesmo a oferta de ações no fim do ano passado aliviou a situação da companhia, que encerrou o trimestre com R$ 121 milhões em caixa.
Enquanto isso na B3, os papéis praticamente viraram pó e acumulam uma queda de 97% desde o IPO. O valor de mercado da empresa hoje é da ordem de R$ 250 milhões — ou seja, menos da metade da dívida em renegociação.
Em abril, o cofundador da Infracommerce, Kai Schoppen, deixou o cargo de diretor presidente (CEO). No lugar, o executivo Ivan Murias, ex-CEO da Valid, assumiu o posto.
INDO ÀS COMPRAS
SISTEMA FINANCEIRO
BOMBOU NO SD
FÔLEGO NO FIM DO MÊS
NEGÓCIO FECHADO
MUDANÇA DE VENTOS
DESCONTO NA BOLSA
DISPUTA SOCIETÁRIA
ATENÇÃO FÃS
HORA DE COMPRAR
ATENÇÃO, ACIONISTA
DEBANDADA DA BOLSA
SD ENTREVISTA
REAÇÃO EXAGERADA?
A EUFORIA ACABOU?
FUTEBOL NO VERMELHO
MAIS PROVENTOS NO RADAR?
AÇÃO FICOU BARATA?
VEM CISÃO AÍ?
A TESE AZEDOU?